Oficina de Psicologia

Maio 15 2012

Autora: Cristina Sousa Ferreira

Psicóloga Clínica

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Cristina Sousa Ferreira

Quando li este artigo achei interessante e entusiasmante esta comparação e não quis deixar de partilhar convosco.

As entrevistas de emprego são muitas vezes geradoras de grande ansiedade, de dúvidas, incertezas, de falta de confiança, às vezes de bloqueios e até ataques de pânico.

 

Muitos de  nós gostamos de namorar mas detestamos ir a uma entrevista. Um primeiro encontro e uma entrevista são em muitos aspectos essencialmente a mesma coisa. Em ambas as situações queremos “vender” a nossa imagem e causar a melhor impressão.

 

Para além disso queremos  perceber:

-  será que eu e esta empresa estamos alinhados? Será que me vou desenvolver profissionalmente? será que o ambiente é agradável?

ou:

 - será que nos vamos divertir juntos, partilhar gargalhadas, explorar  coisas em conjunto e aprender um com o outro?

Ou, numa ou noutra situação:

-  acabarei com o coração partido, a assoar-me num lenço, a enxugar as lágrimas e  a pensar porque é que tudo correu mal...

Boas técnicas de entrevista, como bons conselhos de namoro podem aumentar as hipóteses de evitar um rompimento doloroso. Deixo-lhe algumas  dicas para o sucesso da sua vida profissional e pessoal.

 

Porque é que uma entrevista de emprego é como um primeiro encontro?

1.  Vista-se para o sucesso

Pois, é um mundo cruel. Poucas empresas vão ficar impressionadas se aparecer  na  entrevista  de calções  e chinelos ou  a mastigar pastilha elástica. Sim, eu sei que é lindo(a)  por dentro, mas as organizações e os entrevistadores querem que demonstre que se poderá integrar também em ocasiões importantes. Também num primeiro encontro eu sei que se preocupa com o que leva vestido.

 

2. Discrição – o seu melhor amigo

Num primeiro encontro não é o momento certo  para falar sobre todas as vezes que estragou tudo, que ficou com o coração partido ou em que foi injustamento abandonado(a). Da mesma forma, não é uma boa ideia numa entrevista queixar-se sobre as empresas  onde trabalhou anteriormente. Guarde a “bagagem emociona”l para mais tarde ... ou, de preferência para nunca. Discrição é fundamental. Não interessa se estabeleceu uma boa relação com o entrevistador ou se o encontro está muito romântico, lembre-se está a ser avaliado(a). Ser desorganizado(a) não é adorável. Ser incompetente não é encantador. E falar  mal de um ex-empregador ou ex-namorado(a), não é boa ideia. Não diga nada que não gostasse de ver na primeira página de um jornal.

 

3. Ponha uma cara alegre

Bastante simples,  seja positivo. Todos nós  cometemos erros. Mas na sua primeira entrevista /encontro tem uma pequena janela de oportunidade para expressar as suas muitas qualidades e capacidades, e não suas desvantagens. Fale da impressão positiva que deixou em alguém, em que tomou a iniciativa, ou que a sua performance profissional foi  além do solicitado. Incline-se para a frente, sorria, envolva-se e relaxe. Pratique as suas competências de conversação. É  uma pessoa feliz, positiva e a  Empresa terá muita sorte em tê-lo(a) na Equipa.

 

4. Honestidade – o seu nome do meio

Seja honesto. Se a Empresa X adora  o futebol, cerveja barata, e  asas de frango , e você gosta mais  da Madame Butterfly e de champagne  não tente desenvolver os temas.  Em vez disso, descubra  algum terreno comum. Preparou a entrevista por isso concentre-se no que o atraiu a esta empresa em primeiro lugar. No pós-entrevista, seja  tão honesto(a)  consigo mesmo como depois de um primeiro encontro. Talvez a Empresa X seja capaz de fazer de um amante do desporto um trabalhador muito feliz mas isso não quer dizer que seja para si um ajuste perfeito. Preste atenção à cultura da empresa e como se encaixa nas suas próprias preferências e estilo de trabalho.

 

5. P & R – perguntas e respostas

Toda a gente faz ''perguntas'' num encontro, e deve-se fazer o mesmo numa entrevista. Use esse tempo para descobrir mais sobre a empresa, o seu papel e as expectativas. Quais os planos da empresa para o futuro? A empresa tem rotação de pessoal? O que é que esperam de si? Como será a vossa relação enquanto “casal”? Qual será o nome dos vossos filhos? Ok, ok, esta última não.

 

6. Afirmações

Alguns últimos conselhos, que embora possam parecer estranhos,  que não quero deixar de referir.  Enquanto estiver sentado no hall de entrada à espera de ser chamado(a) para a entrevista repita para si mesmo : ''Eu sou incrível. Eu sou maravilhoso. Eu vou dominar esta entrevista!''

Parece-lhe estranho? Vai ver que quando estiver na entrevista momento vais sentir-se a navegar num oceano  de auto-confiança.

 

Deixámos-lhe aqui 6 dicas.  Vá confiante.

E para si quais são as dicas mais importantes? Tem outras para acrescentar? Partilhe connosco.

 

 

http://www.businessinsider.com/author/pretty-young-professional. The author, Liz Elfman, is a contributing writer to Pretty Young Professional, and a post-graduate student studying international relations. Previously, she worked for IBM and as a researcher at The Atlantic.

publicado por oficinadepsicologia às 11:13

Maio 14 2012

Autora: Irina António

Psicóloga Clínica

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(Parte 1)

 

“Tenho uma baixa autoestima"

“O meu problema principal é a baixa autoestima”

“ A minha autoestima não me permite mudar de vida”

“A baixa autoestima faz com que não consiga enfrentar o meu chefe”

“O meu marido critica-me por eu ter uma autoestima baixa”

“Tenho uma boa autoestima, mas sinto-me inseguro ”.

               

Irina António

Da polifonia dos temas que ocupam o espaço do consultório, hoje quero partilhar consigo a minha reflexão sobre um deles, a autoestima. Histórias de vida que tentam ser compreendidas e trabalhadas no processo terapêutico através de um olhar cuidadoso para vivência individual de autoestima, destacam muitas vezes experiências de sofrimento expressas por uma opinião negativa de si, uma autoimagem denegrida, um pensamento sobre si próprio como alguém insignificativo e /ou incapaz, uma dificuldade em estabelecer contactos saudáveis com outras pessoas, um sentimento de tristeza, de abandono, de desespero, de ansiedade.

 

Vista pelo prisma da sabedoria popular, a melodia de autoestima habitualmente não toca mais além da sua expressão dual: ou alta ou baixa, à semelhança da visão sobre muitas outras vivências humanas arrumadas entre o bom e o mau. No entanto, se virmos na autoestima apenas uma ideia fixa, avançaremos muito pouco tanto na sua compreensão, como no processo da sua mudança.

 

Porque a autoestima é algo que está experienciado em cada momento da nossa vida e ligado ao nível da nossa flexibilidade psicológica e à nossa capacidade de adaptação a cada contacto externo/interno. Por exemplo, podemos sentir a autoestima a descer quando nos confrontamos com os nossos limites numa ou noutra área da vida. Não existem pessoas totalmente competentes e bons em tudo, daí fazer uma autoavaliação que traz menos satisfação é natural.

 

Para não se perder nesse processo avaliativo sugiro colocar a si mesmo duas questões: o QUE é que estou a considerar como positivo ou negativo e QUE IMPACTO isso tem na relação comigo mesmo e com o nível dessatisfação que tenho com a vida. Explico melhor, por exemplo, você se autoconsidera como inapto (a) para tocar piano e nesta área a sua autoestima irá sofrer uma descida significativa. Mas que grau de importância você atribui a esta capacidade na sua vida? Ter uma atitude adequada e realista é um grande segredo nesse processo. No entanto, se apesar de reconhecer a falta de uma capacidade concreta numa esfera de pouca importância na sua vida, sentir destroçado (a) e sem perspetiva do género “não preciso de tocar como um profissional, vou experimentar e vejo que sairá disso”, podemos desconfiar que estamos perante uma avaliação negativa de si mesmo como pessoa. E o trabalho de ajustamento que a sua autoestima requer é bastante mais profundo.  

 

Falaremos sobre vários etapas deste trabalho no próximo artigo.

Até breve….

publicado por oficinadepsicologia às 12:12

Maio 12 2012

Saiba mais sobre Pânico e Agorafobia em http://oficinadepsicologia.com/sobre-ansiedade/panico-e-agorafobia

 

Os grupos psicoterapêuticos na Oficina de Psicologia agregam pessoas que sofrem de uma mesma perturbação. Dado que utilizamos um modelo estruturado nos grupos de intervenção psicoterapêutica, ou seja, um número pré-definido de sessões, previamente organizadas em torno de material e exercícios relevantes, estes tornam-se muito eficazes e permitem, num curto espaço de tempo, lidar com a sintomatologia mais representativa das perturbações a serem trabalhadas. O contexto de pequenos grupos (de 6 a 12 pessoas) tem vantagens muito específicas, das quais destacamos:

Não sou o único – momentos de partilha com alguém que sofre da mesma problemática, tem um efeito terapêutico significativo. De alguma forma, e a um nível profundo, é um grande passo para a normalização daquilo que sentimos e somos e para a aceitação de nós próprios;

Aceleração da mudança – técnicas de intervenção específica à problemática apresentada;

Perspectivas múltiplas – várias pessoas a observar uma mesma realidade podem obter uma riqueza de perspetivas e ângulos, impossível de conseguir em outro contexto - o que viabiliza a rapidez dos processos de reequilíbrio pessoal.

Espelhos – quem nos rodeia pode constituir-se como um espelho de nós mesmos, reflectindo a nossa imagem e expondo a nossa forma de lidar com a vida e connosco próprios. Num grupo de psicoterapia esta reflexão é incentivada num contexto seguro e terapêutico, com o objetivo de nos conduzir a opções mais úteis e geradoras de satisfação pessoal.

Custos – A psicoterapia de grupo resulta inevitavelmente mais económica.

 

É já no dia 15 de Maio que vamos dar início a mais uma edição do Grupo Terapêutico para a Perturbação de Pânico. Se sofre desta patologia, junte-se a nós numa caminhada conjunta por uma vida sem pânico. Esperamos por si!

 

Terapeuta responsável: Ana Crespim

Data: 15 de Maio

Hora: 20h00

Local: Avenida de Paris, nº4, 5º andar

Preço: 20€

publicado por oficinadepsicologia às 11:55

Maio 05 2012

Autora: Filipa Cristóvão

Psicóloga Clínica

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Filipa Cristóvão

Agradecer, (ou reconhecer como um cliente me disse um dia) coloca-nos no aqui e no agora. Essa possibilidade vai ao encontro de movimentos terapêuticos actuais que têm vindo a afirmar que a capacidade de estar no presente contribui para o aumento dos níveis de bem-estar e saúde mental.

Por outro lado, estar reconhecido, serve-nos de lembrete de todos os recursos que possuímos. E por último serve ainda de “banco de créditos”. Em tempo de crise, a capacidade de avaliar e agradecer algumas coisas que estão a funcionar pode ser da maior importância.

 

Hoje ainda comece uma nova dinâmica:

 

  • Crie um caderno onde possa anotar diariamente algo porque se sinta agradecido nesse dia. Às vezes não valorizamos o mais simples, e mesmo em dias turbulentos, pode ter acontecido a refeição mais saborosa dos últimos tempos, ou ter encontrado alguém que já não via há muito
  • Abrande o passo. Desperte os sentidos para o mundo que o rodeia. Que cores viu ao amanhecer? Que cheiros? Como é a textura do que traz vestido hoje? Que diferentes sabores distingue na sua alimentação? Esteja atento à paleta de diversidade de que se compõe a sua vida.
  • Agradeça quem é hoje, e o sítio onde está. Mesmo que ainda não seja a versão desejada, é a consciência de onde está que lhe permite a mudança.
  • Faça uma lista dos seus talentos, e agradeça. Ao longo deste ano, vá somando pequenas coisas que descobre sobre si próprio.
  • Lembre-se que, pensamentos de gratidão mantém-nos centrados nos objectivos e impelem nos no sentido da realização pessoal.
  • Quando alcançar um objectivo alegre-se e agradeça. Muitas vezes esquecemo-nos de o fazer. Contudo, esta consciência da confirmação do sonho e da determinação, serve de reforço e motiva para a continuação da caminhada.
  • Tome consciência das pessoas que o acompanham. A algumas agradecerá facilmente. A outras será mais difícil, ainda assim agradeça. As relações mais difíceis são muitas vezes aquelas onde há maior aprendizagem e que permitem maior auto-conhecimento.
  • Vá mais longe, e exprima realmente gratidão aos que a rodeiam. Aumentará a auto-estima de quem lhe está próximo e partilhará de um ambiente de maior satisfação.
  • Assuma gratidão pelo curso da vida. Este movimento ajudá-lo-à a perceber o sentido da sua vida e viver cada momento com uma sensação de satisfação e valor pessoal pelas suas contribuições.
  • Diariamente, passe também um pouco de tempo consigo mesmo em meditação. Experimente este exercício: Pense em algo e veja como o coração responde…faça-lhe perguntas; encoraje o coração evocando directamente uma imagem positiva, um sentimento de reconhecimento ou gratidão e deixe-o invadir o peito ao mesmo tempo que respira profundamente http://oficinadepsicologia.com/loja/shop/anti-stress/.

 

Esteja presente em tudo o que faz e vive, exprimindo a sua gratidão. Por isso, agora que leu este artigo, o meu profundo agradecimento!

publicado por oficinadepsicologia às 10:22

Maio 03 2012

Autora: Cristina Sousa Ferreira

Psicóloga Clínica

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Cristina Sousa Ferreira

 As Universidades de Harvard e Cambridge publicaram um compêndio com 20 conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática.

 

1º - Tomar um copo de sumo de laranja diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C.

 

 2º - Salpicar canela no café mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue.

 

 3º - Trocar o pão branco tradicional pelo pão integral que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco.

 

 4º - Ingerir regularmente vegetais e mastigá-los por mais tempo. Isto aumenta a quantidade de radicais químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar liberta sinigrina. E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm. (A sinigrina, que é um glucosinolato, é um sal potássico que se encontra nas sementes de mostarda, na raiz do rabanete, na couve-de-bruxelas e nos brócolos. Em alguns casos, os glucosinolatos parecem oferecer proteção frente a alguns tipos de cancro.)

 

 5º - Adotar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que ía ingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração. Esses 20% podem ser postos numa caderneta de poupança. Em cinco anos dá para comprar muita coisa.

 

6º - O futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de cancro de pulmão.

 

7º - Fazer refeições coloridas como o arco-íris. Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais.

 

8º - Comer pizza. Quem diria! Mas escolha as de massa fininha. O licopeno (C40H56) – um pigmento vermelho antioxidante encontrado, por exemplo, no tomate e no pimentão – pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é mais bem absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizzas. Atenção senhores: tomate faz bem para a próstata!

 

 9º - Limpar a escova de dentes e trocá-la regularmente. As escovas podem espalhar gripes, constipações e outros não-sei-quês. Assim, é recomendado lavá-las com água quente, pelo menos dia sim, dia não, aproveitando, por exemplo, o banho no chuveiro, sobretudo após doenças (quando devem ser mantidas separadas de outras escovas).

 

 

 10º - Realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam a memória. Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova. Leia um livro e memorize parágrafos. Inverta as suas rotinas. Por exemplo: se está habituado a tomar banho começando pela cabeça, de vez em quando comece pelos pés.

 

 11º - Usar fio dental e não mastigar pastilhas elásticas. Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam pastilha elástica têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose (doença degenerativa da artéria devido à destruição das fibras musculares lisas e das fibras elásticas que a constituem, levando a um endurecimento da parede arterial, geralmente produzida por hipertensão arterial de longa duração ou pelo aumento da idade), pois têm os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos à sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam os dentes e o corpo. Agora, não adianta utilizar o fio dental de meia em meia hora para viver mais. Ninguém fica para semente!

 

 12º - Rir é o melhor remédio. Uma boa gargalhada é um mini 'workout', um pequeno exercício físico. Sabia que 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida? Rir baixa o distresse e acorda as células naturais de defesa e os anticorpos.

Eustresse = baixa ansiedade. Distresse = alta ansiedade. O eustresse motiva e estimula a pessoa a lidar com a situação. Ao contrário, o distresse faz com que se intimide e fuja da situação.

 

13º - Não descascar com antecipação. Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados no momento em que forem consumidos. Isto aumenta os níveis de nutrientes contra o cancro. Melhor do que isto é não descascar o que não precisa ser descascado. Por exemplo: maçãs, pêras, figos, batatas, etc.

 

 14º - Ligar para a sua família de vez em quando. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas mantêm um laço afetivo com as pessoas de quem gostam, particularmente com a mãe, previnem a tensão arterial alta, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade precoce.

 

 15º - Desfrutar de uma chávena de chá. O chá comum contém menos níveis de antioxidantes do que o chá verde. Se beber só uma chávena por dia diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá prolonga a vida depois de ataques ao coração.

 

 16º - Ter um animal de estimação. As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de distresse e visitam o médico com mais freqüência, dizem os cientistas da Cambridge University. Os animais domésticos fazem-no sentir-se otimista, relaxado, e isto baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores animais de estimação, mas até um peixinho dourado pode causar um bom resultado.

 

 17º - Colocar tomate ou verduras frescas no sanduíche. Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School.


 18º - Reorganizar o frigorífico. As verduras, se dispostas aleatoriamente no seu frigorífico, perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides (cada uma das substâncias encontradas em certas plantas cítricas e que apresentam propriedades tônico-circulatórias). Os flavonóides, encontrados em todos os vegetais, têm também a propriedade de combater o cancro. Por isto, deve-se usar a área do frigorífico reservada para verduras, aquela caixa na parte de baixo.

 

19º - Comer como um passarinho. A semente de girassol e as sementes de sésamo incluídas nas saladas e nos cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes. 

 

20º - E, por último, um mix de pequenas dicas para prolongar a vida

a) Comer chocolate. Duas barras por semana prolongam a vida um ano. O amargo é fonte de ferro, de magnésio e de potássio.

b) Pensar positivamente. Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais do que os pessimistas, que, para além disso, apanham gripes e constipações mais facilmente.

c) Ser sociável. Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis do que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família.

d) Conhecer-se a si mesmo. Aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo.

 Uma vez incorporados, estes conselhos facilmente se tornam hábitos.

 

É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca: Escolha a melhor forma de viver; o costume a tornará agradável!

publicado por oficinadepsicologia às 09:55

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Madalena Lobo




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