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A música e as emoções

por oficinadepsicologia, em 07.08.12

Autora: Cristiana Pereira

Psicóloga Clínica

www.oficinadepsicologia.com

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Cristiana Pereira

"A música permite que a criança brinque, dentro de nós; que o monge dentro de nós reze, que o jovem dentro de nós dance e que o herói dentro de nós supere todos os obstáculos. ou quase todos" – Don Campell.

 

Alguma vez sentiu um friozinho na barriga enquanto ouvia determinada música ou mesmo um trecho dela; enquanto dançava uma balada romântica ou ainda quando ecoava os primeiros acordes do hino nacional?

Está comprovado que a música e as emoções podem caminhar juntas, porque os centros de prazer activados no cérebro (hipotálamo, por exemplo) são os mesmos que os estimulados quando comemos chocolate por exemplo.

 

A música, além de provocar fortes reacções emocionais, como o arrepio, o riso e as lágrimas, pode diminuir a resposta tanto física como psíquica ao stresse. Por outras palavras, a música pode provocar redução dos níveis de ansiedade, diminuição da pressão arterial e da frequência cardíaca, e modificações nos níveis de cortisol e adrenalina no sangue.

 

Quais são, então, os benefícios psicológicos da música? Estimular a comunicação entre as pessoas; aumentar a auto-estima e a auto-expressão (por exemplo, a dança); favorecer a catarse, a introspecção, a reflexão, o surgimento de recordações, de novas sensações e emoções que muitas vezes não podem ser expressas por meio da fala ou da linguagem verbal.

Sendo assim, diversos factores influenciam as nossas respostas fisiológicas e psíquicas frente à música: a capacidade particular de perceber e ouvir, a educação, a cultura, a situação social do momento...

 

Podemos dizer que a música é um tipo de comunicação que possui formas, regras e tempos diferentes dos da nossa fala por exemplo. A música é uma linguagem que tem a capacidade de transmitir com facilidade as emoções e os desejos mais íntimos ou até inconscientes.

 

E quantos de nós já utilizaram a música como um “ansiolítico”? Estou a falar-vos da "música de fundo", enquanto realizamos outras actividades, como estudar, trabalhar, cozinhar, conduzir enquanto estamos no meio do trânsito ou fazer um exercício físico.

Não há dúvida de que a música traz inúmeros benefícios a mente e corpo e, para desfrutá-los, basta somente deixar-se invadir por diferentes sons, quer seja da natureza, como o canto de um pássaro, ou de uma sinfonia de Mozart.

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publicado às 10:34


2 comentários

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De Margarida a 07.08.2012 às 13:33

Sem duvida! Na minha mesa de cabeceira existe um leitor de CD\'s e um conjunto dos mesmos de música clássica e de relaxamento, que utilizo diariamente para \"destressar\" com bons resultados!
Aconselho vivamente todos os ansiosos a experimentarem este método, bem como o da respiração abdominal pausada .
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De Bernd Willimek a 23.08.2015 às 08:38

Why do Minor Chords Sound Sad?

The Theory of Musical Equilibration states that in contrast to previous hypotheses, music does not directly describe emotions: instead, it evokes processes of will which the listener identifies with.

A major chord is something we generally identify with the message, “I want to!” The experience of listening to a minor chord can be compared to the message conveyed when someone says, "No more." If someone were to say the words "no more" slowly and quietly, they would create the impression of being sad, whereas if they were to scream it quickly and loudly, they would be come across as furious. This distinction also applies for the emotional character of a minor chord: if a minor harmony is repeated faster and at greater volume, its sad nature appears to have suddenly turned into fury.

The Theory of Musical Equilibration applies this principle as it constructs a system which outlines and explains the emotional nature of musical harmonies. For more information you can google Theory of Musical Equilibration.

Bernd Willimek

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