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por oficinadepsicologia, em 28.02.10

Email recebido

 

Boa tarde.O meu nome é D. e tenho 24 anos,desde os meus 12 anos que tenho ataques de pânico com agarofobia,tive melhoras mas piorei depois de ter tido a minha filha pois fechei-me em casa,saíndo cada vez menos,o que fez com que hoje em dia não saia nunca sozinha e mesmo acompanhada tem de ser com alguém por mim considerado como seguro e apesar de tudo o stress e ansiedade ainda existem.Tomei medicação durante 4 anos em miúda e sou seguida hoje em dia por uma psicóloga dum centro de saúde há 2 anos mas apesar de gostar imenso de lá ir e de desabafar e de obviamente ser um dos poucos momentos agradáveis, a nível da perturbação que tenho não noto grandes evoluções,vou tendo melhoras e pioras mas sempe com grande ansiedade e sofrimento e muito cansaço tanto físico como psicológico.Mesmo em casa,que eu considero o meu porto seguro,raramente estou relaxada e bem.Tenho medo,é o principal e sinto-me desregulada emocionalmente,não me reconheço e muitas vezes estou confusa sem saber por onde ir.Muitas vezes tenho receio que não haja ninguém que consiga que fique boa pois já percebi que o meu caso é complexo e mais díficil.Sei porque vi no vosso site que consideram esta perturbação bastante bem tratável,com alguma rapidez só que no meu caso vejo que não é assim,o que assusta..Uma das coisas que sei que é fundamental é que o paciente saiba tudo sobre a perturbação e que muita gente quando percebe fica logo mais calmo,mas eu sei isso tudo,tenho estudado muito sobre isso e seclhar momentaneamente fico mais descansada mas depois isso não tem efeitos duradouros..Peço desculpa se estou a ser derrotista,não o quero ser,só que esou desesperada,já não sei que fazer..sinto-me muito cansada e tenho só medos de tudo.Agradeço desde já.

 

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publicado às 13:38

StressLess

por oficinadepsicologia, em 28.02.10

Autora: Ana Crespim

Psicóloga Clínica

 

Imagine que quer fazer um bolo. Para tal precisa de ingredientes, certo? Mas o que é que acontece se tiver os ingredientes certos e os utilizar nas doses erradas? Provavelmente corre o risco de estragar o bolo ou de alterar a sua ideia original quando escolheu aquela receita. O mesmo se passa com o combate ao stress. Pode até ter ouvido falar ou ter pleno conhecimento das técnicas ou estratégias que permitem combater este inimigo diário. Mas será que são os “ingredientes” certos para si? E quanto às doses, será que sabe em que medida usá-las? É neste sentido que a Oficina de Psicologia desenvolveu o programa StressLess. O nosso objectivo não foi o de criar um programa “chapa 5” para todas as pessoas, mas sim ir ao encontro das diferenças individuais na vivência do stress, procurando a escolha da “receita” mais apropriada a cada caso.

Este grupo tem início com uma abordagem simplista do stress; à qual se segue uma avaliação dos stressores e necessidades de cada elemento do grupo; seguindo-se uma abordagem de estratégias descomplicadas, passíveis de realização/replicação no seu dia-a-dia, sempre que desejar tirar partido das mesmas.

Consulte mais informações em http://www.oficinadepsicologia.com/prevencao_stress.htm.

Experimente e… seja feliz!

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publicado às 13:26

Um tempo que ainda é tempo

por oficinadepsicologia, em 26.02.10

Email recebido

 

Boa tarde,

Tenho uma duvida. Tenho 41 anos e sou muito timida. Quero encontar uma relação amorosa realista, quer dizer, sem a fantasia do principe encantado. Já tive alguns relacionamentos que não deram certo, o ultimo no ano passado. Hoje estou sozinha. Gostaria de ter um filho para me sentir realizada. Começo a ficar desesperada, pois mesmo saindo para conviver, não consigo encontrar ninguém. Devo ter esperança ou devo desistir de tudo. A familia sempre foi um pouco distante, nunca ligou a esta dificuldade. Não tive apoio na adolescencia e inicio da idade adulta. Os anos foram passando e eis-me com 41 anos. Sei que há mulheres que conseguem ter uma relação séria nestas idades, mas já estou desesperada. Não quero ter uma depressão por causa disto. Por favor ajudem-me.
 

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publicado às 09:10

Impulsos incontroláveis

por oficinadepsicologia, em 25.02.10

Email recebido

 

Boa noite
Tenho 22anos e ultimamente tenho tido um comportamente um pouco estranho, e gostava de tentar perceber o que se passa comigo.
Ultimamente não consigo controlar as minhas atitudes nem o meu comportamento a ponto de atacar toda a gente a minha volta. Quando ha uma situacao de maior stress, começo a ficar muito irritada e agressiva, chego a ficar mesmo fora de mim, sobretudo se alguem me contraria. O meu namorado tem estado sempre do meu lado, mas ja começa a nao saber o que mais pode fazer por mim, uma vez que ate ja me tentei magoar a mim propria com uma tesoura. Por exemplo, no outro dia estavamos a fazer um trabalho da faculdade, e como eu ja estava um pouco cansada ja nao ouvia bem o que ele me estava a dizer para fazer, depois quando lhe perguntei, e ele nao me respondeu, eu fiquei um pouco chateada e sem perceber muito bem como acabei aos gritos com ele e a chorar. Não consigo perceber o que se passa comigo, e ele tambem ñao sabe como me pode ajudar. Começo a ter medo que isto acabe com a minha relação com ele, e que afaste as outras pessoas a minha volta tambem. Será que me podem dar algum tipo de ajuda?
Obrigada

 

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publicado às 08:57

As crianças e a separação dos pais

por oficinadepsicologia, em 25.02.10

Autora: Ana Magalhães

Psicóloga Clínica

 

Se a sua relação não vai bem, se por algum motivo não se sente feliz com o seu casamento, se o seu (sua) companheiro (a) a (o) desilude, se você se desilude a si própria (o) na relação, ou se a relação vai acabar proximamente, ou já acabou... trimmmmmmm.

Oiça o som desta campainha. Tudo é permitido na “guerra” menos usar  as crianças.

 

Lembre-se o quão feliz ficou quando soube que ia ser mãe/pai.

Lembre-se do seu bebé no dia que nasceu e daquele olhar inocente que penetrava na sua alma.

Lembre-se do quanto ele (ela) a (o) fazem sentir-se bem.

 

Qualquer criança tem um desenvolvimento mais harmonioso e saudável se puder disfrutar da companhia e do amor do pai e da mãe.

 

Quando os pais estão de costas voltadas, dentro ou fora da mesma casa, a tendência é usarem os filhos para mediarem a sua raiva e as suas frustrações.

Não o faça!

 

Eis algumas dicas para protecção das crianças:

 

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publicado às 08:39

O stress e o olfacto

por oficinadepsicologia, em 22.02.10

Autor: Nuno Mendes Duarte

Psicólogo Clínico

 

Se parou nesta página de internet, neste momento, para ler este texto, digo-lhe desde já que por estranho que pareça vai começar a dar mais atenção aos cheiros à sua volta… a partir de agora. Isso, inspire… expire… volte a inspirar, verifique bem os diferentes aromas à sua volta. Sim, esse que lhe parece desagradável também. Mas, observe que ao inspirar novamente aparece um outro mais agradável.

Se sofre de stress ou ansiedade saiba que a ciência que se debruça sobre o mundo dos cinco sentidos está a descobrir situações fantásticas! Um grupo de investigadores no Japão apresentou a primeira evidência científica de que inalar certos aromas pode reduzir os níveis de stress das pessoas.  

 

 

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publicado às 12:03

Chocolate negro ajuda a reduzir o stress

por oficinadepsicologia, em 21.02.10

Autora: Joana Florindo

Psicóloga Clínica

 

Felicitem-se os mais gulosos e todos o apreciadores de chocolate negro em geral, porque de acordo com um estudo publicado no “Journal of Proteome Research” comer chocolate negro parece contribuir para a redução do stress emocional.

 

Para além dos seus já conhecidos benefícios na prevenção de doenças cardiovasculares, muito devido às propriedades antioxidantes dos seus compostos, os estudos sugerem que este tipo de chocolate promove a diminuição da pressão sanguínea e ajuda a estabilizar a produção de algumas hormonas do nosso organismo, nomeadamente as responsáveis pelo stress.

 

 

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publicado às 11:36

Motivação: a tradição já não é o que era?

por oficinadepsicologia, em 17.02.10

Autor: Francisco Soure

Psicólogo Clínico

 

Quando viu o primeiro Rocky, torceu pelo Rocky ou pelo Apollo Creed? Quando vê um daqueles típicos filmes de domingo à tarde, nos quais os “populares” de uma escola defrontam os “excluídos”, por quem torce? Quando vê o treinador de um grande clube de futebol a antever o embate com um clube de menor dimensão, concorda com a ideia que os pequenos clubes têm sempre mais motivação quando defrontam equipas maiores?

Pois um estudo recente conduzido na Ohio State University, nos EUA, veio demonstrar que a crença comum que enfrentar alguém mais “forte” que nós nos dá maior motivação é, de facto, um mito.

 

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publicado às 10:26

Timidez ou Fobia Social?

por oficinadepsicologia, em 16.02.10

Autor: Pedro Albuquerque

Psicólogo Clínico

 

Ansiedade social é o que quase todas as pessoas têm um pouco. É algum tipo de timidez em determinadas situações sociais. Por exemplo quando alguém é um pouco reservado num primeiro encontro, ou quando fica ansioso ao ter de falar na frente de um grupo de pessoas, seja num ambiente mais formal ou informal.

 

Com base nos seus valores (aquilo que é importante para a pessoa) e nas suas crenças (aquilo em que acredita) algumas pessoas experimentam mais ansiedade social do que outros.

 

Esses sentimentos são muito comuns, e a maioria das pessoas é capaz de lidar com esses pensamentos e sentimentos que ocorrem em algumas fases de suas vidas. Essas pessoas sabem que toda a gente os tem e simplesmente colocam de lado o receio e a ansiedade e continuam a fazer o que é mais importante nas suas vidas. No entanto, para algumas pessoas essas mesmas experiências ou situações podem ser vividas com grande mal-estar e esse mal-estar é referido como Fobia Social.

 

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publicado às 13:04

Os medos das crianças

por oficinadepsicologia, em 15.02.10

Autora: Irina António

Psicóloga Clínica

 

As crianças sentem medo mais frequentemente do que aquilo que nós, adultos, possamos imaginar. Por cada caso de medo expresso, há muitos casos de medo experienciado em silêncio, de medo oculto e escondido por detrás dos comportamentos agressivos, da timidez excessiva ou das queixas somáticas. Este medo “vem à superfície” nos momentos em que se abre um espaço onde a criança possa falar sobre o que sente sem receio de ser julgada, de incomodar ou assustar os outros com a expressão do seu sentimento.

 

A maior parte dos medos aparece num período compreendido entre os 4 e os 6 anos, tendo um pico de sensibilidade aos 6. O facto de os medos serem compreendidos culturalmente como uma “emoção negativa” faz com que os pais se esforcem para explicar aos pequeninos como ultrapassá-los, mas poucas vezes darem atenção à aceitação das suas experiências emocionais. Esta estratégia também pode derivar da baixa tolerância às emoções fortes dos próprios pais, o que contribui para reacções como: ignorar, negar ou desvalorizar, tentar acalmar a todo o custo, rotular o medo como uma doença e insistir na medicação.

 

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publicado às 16:29

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