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Pensamentos positivos são bons

por oficinadepsicologia, em 28.04.13

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Crianças com apenas 5 anos conseguem perceber que pensar positivamente as faz sentir melhor.



 

Num novo estudo com uso de histórias ilustradas, envolvendo crianças entre os 5 e 10 anos, demonstraram-se várias situações curiosas. Mais especificamente, crianças com apenas 5 anos previram que as pessoas se sentiriam melhor depois de terem pensamentos positivos do que se tivessem pensamentos negativos, mesmo em situações ambíguas.

 

A compreensão da criança sobre a ligação entre pensamento e emoção aumenta significativamente à medida que cresce.

 



O estudo demonstrou ainda que as crianças tinham mais dificuldade em perceber como o pensamento positivo podia aumentar a sensação de bem-estar de alguém em situações que envolviam eventos negativos. Nestas situações, os níveis de esperança e optimismo das crianças, assim como a visão dos pais sobre o assunto 
influenciavam a sua capacidade para entender o poder do pensamento positivo.



O melhor preditor do conhecimento das crianças sobre os benefícios do pensamento positivo – para além da idade, era a esperança e optimismo dos pais.


 

Neste estudo fica assim elucidado como é importante o papel dos pais como modeladores de comportamento e mais especificamente em ajudar as crianças a usar o pensamento positivo como regulador emocional perante situações desafiantes.

 

 

 

                                                                                              APA
Society for Research in Child Development. (2011, December 28). "Young Children Understand The

                                                                                                                Benefits Of Positive Thinking." Medical News Today.
 

 

 

 

 

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publicado às 10:29

Autora: Vera Lisa Barroso

 

Psicóloga Clínica

 

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Vera Lisa Barroso

O relacionamento com os pais é determinante para lidar com emoções negativas.  Por exemplo, a capacidade dos casais resolverem os seus conflitos pode estar ligada ao tipo de relacionamento que cada uma das partes teve com os pais durante a infância, revela um estudo realizado por psicólogos da Universidade de Minnesota, nos EUA.

 


De acordo com o artigo publicado na revista "Psychological Science", quanto melhor o relacionamento com o pai e a mãe durante a infância, mais as pessoas conseguem superar discussões na idade adulta.
 Uma equipa de investigadores acompanhou um grupo de crianças de 12 a 18 meses nascidas nos anos 70. Duas décadas depois, avaliaram a forma como estes indíviduos resolviam os conflitos nos seus relacionamentos e verificaram quais os assuntos que para eles eram mais sensíveis.

 


Constataram então que aqueles que tiveram boas relações com os pais durante a infância se mostraram melhores na resolução de conflitos na fase adulta, visto que os progenitores ajudam a regular as emoções negativas das crianças. Desta forma elas crescem mais capazes de regular as suas próprias emoções após um desentendimento ou uma discussão.

 


De acordo com os psicólogos, mesmo aqueles que tiveram uma infância insegura podem aprender a resolver conflitos com um parceiro emocionalmente mais equilibrado. Jessica Salvatore, uma das autoras do estudo, sublinhou que "se uma pessoa puder guiar o processo de superação de um conflito, torna-se capaz de ajudar o companheiro e melhorar o relacionamento".  

 


Com o objectivo de encontrar relação entre o estado de saúde e os nível de felicidade e se as pessoas felizes são mais ou menos propensas a problemas de saúde, a instituição espanhola Instituto Coca-Cola da Felicidade e a Universidade Complutense de Madrid realizaram um estudo que confirma a relação entre bem-estar psicológico e saúde.

 


Dirigido pelo professor Carmelo Vázquez, o estudo conclui que perante um problema de saúde, as pessoas mais felizes sentem-se mais saudáveis do que as pessoas infelizes. A família e os amigos são outros factores que ajudam ao bem-estar.

 


As conclusões do estudo estão publicadas no quarto relatório «A Felicidade e a Percepção da Saúde» («La felicidad y la percepción de la salud», no original). O estudo foi feito através de três mil entrevistas a cidadãos espanhóis entre 18 e 65 anos. Percebeu-se que, perante um problema de saúde, as pessoas mais felizes sentem-se mais saudáveis do que as infelizes.

 


A sensação de saúde, segundo a investigação, está relacionada com a felicidade e esta com os afectos. “Um aspecto muito relevante é a influência da família e dos amigos no processo, já que os que se sentem acompanhados sentem-se também mais saudáveis do que os que têm menos apoio”. Isto significa que as pessoas doentes podem sentir-se mais saudáveis do que as outras, independentemente da gravidade da doença. “O apoio social fomenta a felicidade”, assegura Gonzalo Hervás, médico e co-autor do estudo.

 


Na verdade, os problemas físicos acabam por ser menos importantes do que os psicológicos quando se avalia a satisfação com a vida. A depressão, os problemas de concentração, o stress e a ansiedade são os principais problemas que aparecem com a insatisfação.

 


O relatório estabelece uma cadeia de conclusões. As boas relações sociais tornam-nos mais optimistas, o optimismo faz-nos mais felizes e a felicidade faz-nos sentir mais saudáveis.
 

 

 

 

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publicado às 10:02

O gosto pela leitura

por oficinadepsicologia, em 02.04.13

Autora: Maria de Fátima Ferro

 

Psicóloga Clínica

 

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Maria de Fátima Ferro

A aprendizagem sempre foi e sempre será um fator inerente ao crescimento pessoal. Por tentativas e erros, todos nós fazemos o nosso caminho ao longo dos anos, iniciando nas fases mais precoces de desenvolvimento.

 


É uma parte fundamental na vida das crianças e daí a importância que tem o facto dos pais e professores entenderem como é que ela aprende e possam ter as ferramentas para a conduzir neste processo de uma forma segura, positiva e fortalecedora.

 


A aprendizagem da leitura e o tomar o gosto por ela, também não são uma exceção. E poucas são as crianças que logo desde cedo desenvolvem esta preferência.

 


As histórias e os contos de fadas têm um valor fundamental nesta evolução, ajudando a criança na estimulação da sua criatividade e na aquisição das competências necessárias para a aprendizagem do gosto pela leitura e pela escrita.

 


É importante que ela tenha contacto com os livros. Quando se lê em voz alta não estamos só a prepará-la para aprender a ler, estamos a expô-la a novas palavras e novas estruturas de linguagem. Um ambiente rico em livros e em leitura oral estimula-os a novos conhecimentos sejam eles de outros mundos, os mundos das histórias, seja o conhecimento profundo do significado das palavras e capacidades de pensar.

 


Transforme a sua casa num ambiente de juntar de letras, faça da leitura um hábito divertido:

 


- Escolha um ambiente bem iluminado e convidativo para colocar os livros. Preencha-o com um tapete fofinho, almofadas ou poltronas para que os seus filhos gostem de ir para lá;

 


- Respeite o gosto deles, e peça-lhes que escolham os livros que querem comprar e ler;


 

- Ajude-a a respeitar e tratar bem os livros. Recupere com eles os que têm as capas rasgadas ou danificadas e não os deixe na estante com folhas arrancadas;


 

- Use as prateleiras mais baixas para os colocar, para que a criança os alcance com facilidade;


 

- De vez em quando mude-os de lugar, isso amplia as escolhas e torna a estante um lugar cheio de surpresas;


 

 - Crie o “momento da leitura” em que tanto pais como as crianças fazem uma pausa para ler, faça-as perceber que você também gosta;

 


- Converse com os outros pais e sugiram trocas de livros, isso estimula-os também à partilha;


 

- Favoreça o seu espirito crítico e capacidade de compreensão, peça-lhe que conte a história que acabou de ler, discuta com ela os temas;


 

- Mostre-lhes que também elas podem escrever um livro, inventem uma história em conjunto e transformem-na num livro. Escrevam-na e coloquem ilustrações. No final criem uma capa e coloquem-no na estante;


 

- Ao ler o jornal ou uma revista, chame a atenção do seu filho sobre algumas noticias relacionadas com o desporto, atividades que elas gostem, temas engraçados, etc.

 



Boas Leituras.



 

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publicado às 11:53


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