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Algumas notas desta semana

por oficinadepsicologia, em 13.11.11

www.oficinadepsicologia.com

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Deixamos-lhe algumas (apenas algumas...) das diversas notas que vamos postando na nossa página do Facebook e sugerimos que nos acompanhe também aí, para não perder a totalidade da informação sobre saúde mental e, sobretudo, para não perder a animação e comparticipação dos milhares de fãs que interagem connosco, acrescentam, discutem e - porque não? - brincam e se divertem na Página do Facebook da Oficina de Psicologia.

 

 

 

 

Sabia que segundo a Associação Nacional das Perturbações Alimentares – “National Eating Disorders Association”, entre 1% a 5% dos americanos adultos sofre actualmente de Ingestão Compulsiva, sendo que cerca de 40% destes, são homens?

Pois é, contrariando a ideia generalizada de que as perturbações alimentares dizem exclusivamente respeito ao universo feminino, e de acordo com um estudo recentemente divulgado no “International Journal of Eating Disorders”, os homens parecem apresentar uma tendência para desenvolver Ingestão Compulsiva semelhante à das mulheres, sentido também, os seus efeitos debilitantes. Ambos os sexos parecem apresentar semelhante tendência para desenvolver obesidade, displasia, hipertensão, diabetes, stress ou depressão. Mas no que respeita à procura de ajuda, contrariamente às mulheres, os homens tendem a inibir-se, evidenciando grande relutância em avançar nesse sentido. Segundo os autores, tal relutância pode dever-se à vergonha, por se tratar de uma problemática com evidente expressão no sexo feminino, ao medo de se ser rotulado como louco pela sociedade, ou à ideia de que ter uma perturbação alimentar é socialmente menos aceite do que ter um comportamento de dependência, como o beber ou o fumar.

Precisamos urgentemente, de mudar mentalidades. Por ser um problema que acarreta graves consequências de saúde, todos os esforços devem ser dirigidos no sentido de uma consciencialização global, fazendo-se evidenciar as suas implicações clínicas e esclarecendo que uma resposta rápida e precoce é tendencialmente mais eficaz.

Não deixe que o preconceito o impeça de procurar ajuda.

Poderá obter informações sobre as Perturbações do Comportamento Alimentar, no seguinte link: http://oficinadepsicologia.com/corpo/peso/comportamento-alimentar

 

Joana Florindo

 

 

 

 

 

O humor é benéfico e produtivo – algumas conclusões recentes:

• Se acharmos que o nosso chefe tem sentido de humor, também temos tendência a achá-lo mais eficiente
• O humor ajuda a lidar com o stress profissional
• As pessoas de idade que usam o humor como uma estratégia para lidar com as situações desafiantes da sua vida reportam maiores níveis de satisfação pessoal
• A aprendizagem é facilitada com professores que usam o humor para ensinar


 

 

Um nutriente popular em pesquisas é o ácido fólico (vitamina B9). “Anormalidades no metabolismo dessa substância estão ligadas a depressão, transtorno bipolar e esquizofrenia”, afirma a neurocientista brasileira Patrícia de Souza Brocardo, pesquisadora da Universidade de Victoria, no Canadá.

Um cardápio rico em alimentos com ácido fólico, ômega 3 e demais nutrientes melhora o humor e eleva a disposição, diz Roseli Rossi, especialista em nutrição clínica funcional. “Em um mês o paciente já melhora muito.

 

Fabiana Andrade

 

 


 

O inverno parece ter chegado. Um pouco fora de época, é verdade, mas é inegável esta alteração brutal de tempo. Pior, nem sequer tivemos o nosso amigo outono que sempre nos propiciou um certo “desmame” das tardes quentes de verão. Que repercussões é que isto tem em nós? A verdade é que parece que estamos a ficar sem meias estações… e bem falta nos fazem. O outono, apesar de ser conhecido pelo cair da folha, do cabelo, do bom humor, etc., mesmo com tudo a cair, mesmo sabendo que é nesta fase que muitas vezes começamos a deprimir, o que dizer se passamos logo para o escuro e molhado inverno? Será que passamos por cima disto ou será que ainda nos sentimos piores? Os relatos que tenho tido, sobretudo de pessoas que costumam ter a chamada depressão sazonal – que se manifesta principalmente nesta altura do ano, em que o sol escasseia e nós, qual plantas, deixamos de ter um livre acesso à nossa energia vital: a luz solar – é que os sintomas surgiram mais tarde, mas com mais força, como que uma tempestade que veio de repente, sem avisar, da mesma maneira que o tempo mudou tão bruscamente.

 

E você, o que sente? Como está a sua energia, os seus ritmos de sono, o seu apetite? E o seu humor? Estável? Sujeito a alterações constantes? Importa percebermos o nosso corpo, ouvir as reações do nosso organismo, com os seus dias melhores, mas também com as suas queixas. Afinal, ele tem as suas necessidades e não pediu para que o tempo se alterasse.

 

O que fazer perante isto? Compreendo que o termo depressão se tem vulgarizado, como se agora todos estivéssemos deprimidos ou algo do tipo. É assustador, não é? E ainda por cima, não corresponde à verdade. Apesar de o número de casos ter disparado nos últimos tempos, fruto das pressões da sociedade atual, da instabilidade trazida por esta crise mundial que parece insistir em se manter de pedra e cal, nem toda a tristeza se traduz em depressão. Existe também aquela tristeza que se pode chamar de adaptativa, no sentido em que tem uma razão de ser, uma causa, não aparecendo sem mais nem menos, sem avisar. Por exemplo, quando ficamos tristes porque recebemos uma má notícia no emprego, porque aconteceu algo a alguém que nos é querido, seria estranho se não ficássemos tristes, correto? Daí ser adaptativa, porque faz parte, porque é saudável sentirmos tristeza quando temos motivo para tal. O que não é saudável é quando a tristeza insiste em não nos largar, quando ela fica por mais tempo do que aquilo que seria espectável. Como medir isto? Tema delicado… quem sou eu ou outro alguém para lhe dizer que já é tempo de se sentir melhor? Afinal, cada caso é um caso, e cada um de nós gere estas questões de formas diferentes e com tempos também distintos. O que importa aqui e o que eu lhe pretendo de facto transmitir, é que existem vários tipos de tristeza, como vários tipos de depressão. A melhor forma de lidar com isto é mesmo estar atento a si próprio, levando em conta alguns comentários de pessoas que lhe são significativas, que podem ajudá-lo a perceber quando alguma coisa não está bem.

 

Caso perceba ou chegue à conclusão que algo de errado se passa, que já não está a ser tão fácil como outrora dar a volta sozinho à situação, não hesite em pedir ajuda. Nada como percebermos o que se passa connosco. E é tão importante percebermos o que estamos a sentir. É que tudo se torna mais simples, menos assustador quando percebemos o que é aquilo, de onde vem, para onde nos pode levar e como podemos alterar o curso no sentido que nos é mais favorável.

 

Pense nisto… 

 

Ana Crespim

 

 

 

 

 

Um estudo da Brigham Young University, publicado no Journal of Couple & Relationship Therapymostra que casais que dão mais importância ao dinheiro e bens materiais são geralmente menos felizes que casais que acreditam que estes não são prioridades.

Os efeitos do materialismo ocorrem independentemente dos níveis de rendimento (i.e tem um efeito negativo nas pessoas com e sem dinheiro).

Foi ainda descoberto comparativamente a casais não materialistas, estes casais tinham uma comunicação menos eficaz, tendiam a debater-se com conflitos na sua relação e eram menos responsivos entre si.

Nesta época de crise, em que o poder de compra está cada vez mais comprometido,  use este estudo a seu favor, abandone por momentos o materialismo e concentre-se mais na relação, nas emoções, no crescimento e nas vivências a dois, fruindo assim de tudo o que esta tem para lhe oferecer.

 

Filipa Cristovão



 
 

publicado às 10:23


1 comentário

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De Nutrição Desportiva a 16.11.2011 às 12:47

Excelente campanha da Oficina da Psicologia! Sem dúvida nunca tinha visto nada antes relacionada com este tema, e com a vinda do mau tempo e frio, a tendência para casos psíquicos tem tendência a aumentar! E há que alertar as pessoas para esses problemas e inclusive aconselha-las a pedir ajuda!

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