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Resultados da depressão nas mães

por oficinadepsicologia, em 15.02.10

Autora: Inês Mota

Psicóloga Clínica

 

Depressão das mães durante a gravidez associada a comportamentos violentos no adolescer dos seus filhos

 

 

Actualmente estamos conscientes que a depressão pós- parto tem consequências ao nível da saúde e bem estar tanto das mães como das suas crianças, sendo que as famílias estando devidamente sensibilizadas ao nível dos perigos já se encontram melhor preparadas para esta etapa de vida.

 

Um estudo recente de carácter longitudinal levado a cabo pelas Universidades de Cardiff, Bristol e da King´s College London, na Grã Bretanha, acompanhou um grupo de mães adolescentes durante a gravidez, após a mesma e ainda aos 4, 11 e 16 anos de idade dos seus filhos e veio colocar a descoberto o efeito negativo que a depressão durante a gravidez pode surtir na criança ainda em gestação.

 

publicado às 13:58

Acabar com o stress!

por oficinadepsicologia, em 10.02.10

publicado às 19:24

Sofro de Perturbação Obsessivo-compulsiva

por oficinadepsicologia, em 10.02.10

Email recebido

 

Olá boa tarde, tenho 19 anos e sofro de disturbio obssessivo compulsivo, há cerca de 3 anos que faço alguns rituais, ao inicio eram coisas simples e eu pensava que eram apenas manias, mas entretanto foi piorando e percebi que devia ter DOC quando vi um programa na televisão. ha um ano e pouco tem-se agravado muito, e eu procurei um psicologo e ele disse-me que não era nada, que devia ser de algum stress e para eu apenas dizer "Nao" quando tenho vontade de fazer algum desses rituais. No entanto parece que ainda se agravou mais. Eu leio textos de pessoas que sofrem de DOC e tomam certos comprimidos, mas eu gostava de saber se é possivel ultrapassarmos isto sozinhos? sem ajuda medica. e se existe algum teste para sabermos se sofremos ou não de DOC e onde faze-lo. Obrigada

 

publicado às 13:10

À beira de um ataque de nervos

por oficinadepsicologia, em 09.02.10

Autora: Ana Crespim

Psicóloga Clínica

 

Fala-se muito em stress. Mas afinal, como é que ele acontece no nosso organismo?

O Sistema Nervoso Autónomo (que recebe esta designação porque não temos controlo consciente sobre ele) divide-se em Simpático e Parassimpático. Estes dois sistemas, de um modo geral, têm funções contrárias. No entanto, nenhum está totalmente inactivo em nenhum momento, pois quando um reage, o outro diminui a sua actividade. Digamos que, quando um deles nos quer complicar a vida, o outro entra em nossa defesa. Para tornar mais fácil esta imagem, pense que o simpático, que a maior parte das pessoas acha particularmente antipático, gosta de heavy metal; e que o parassimpático gosta de música clássica, bem calminha e harmoniosa.

 

 

publicado às 19:08

Amôriiiiii, quando sai a janta?

por oficinadepsicologia, em 09.02.10

Autora: Ana Crespim

Psicóloga Clínica

 

“Amôriiiiii, quando é que sai a janta?”

A divisão de tarefas no casal

 

Diálogo de um casal algures neste nosso pais canininho:

- Amoriiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!

- Ahhhhhhhhhhhhhh?

- Quando é que sai a jantaaaaaaaaa?

- O quêeeeeeee?

- Tenho fomeeeeeeeee!

- Não consigo fazer tudo ao mesmo tempo!

 

Ok, deixe-me cá ver se adivinho o que está a imaginar depois de ter lido isto: Trata-se de um casal, em que o marido exige saber quando é que pode matar a sua fome. Ora pois… não é nada disso! Quem lhe garante a si que não pode ser o contrário? A mulher chega a casa cansada, está com fome e pergunta ao marido se ainda demora muito para sair o jantar. Pois é, a tradição já não é o que era. E hoje em dia podemos encontrar ambos os sexos com a barriguinha encostada ao fogão, bem como a realizar tarefas que antes pertenciam, por norma, a apenas um deles.

 

publicado às 19:04

Chocolate negro ajuda a eliminar o stress

por oficinadepsicologia, em 08.02.10

Autora: Joana Florindo

Psicóloga Clínica

 

Felicitem-se os mais gulosos e todos o apreciadores de chocolate negro em geral, porque de acordo com um estudo publicado no “Journal of Proteome Research” comer chocolate negro parece contribuir para a redução do stress emocional.

 

Para além dos seus já conhecidos benefícios na prevenção de doenças cardiovasculares, muito devido às propriedades antioxidantes dos seus compostos, os estudos sugerem que este tipo de chocolate promove a diminuição da pressão sanguínea e ajuda a estabilizar a produção de algumas hormonas do nosso organismo, nomeadamente as responsáveis pelo stress.

 

 

publicado às 12:17

Tem pouca diferença?

por oficinadepsicologia, em 07.02.10

Autora: Madalena Lobo

Psicóloga Clínica

 

Tem Pouca Diferença

Gal Costa

 

Que diferença da mulher o homem tem?
Espera aí que eu vou dizer, meu bem
É que o homem tem cabelo no peito
Tem o queixo cabeludo
E a mulher não tem
No paraíso um dia de manhã
Adão comeu maçã, Eva também comeu
Então ficou Adão sem nada, Eva sem nada
Se Adão deu mancada, Eva também deu
Mulher tem duas pernas, tem dois braços, duas coxas
Um nariz e uma boca e tem muita inteligência
O bicho homem também tem do mesmo jeito
Se for reparar direito tem pouquinha diferença

 

Contrariamente à canção da Gal Costa, existem diferenças no funcionamento cerebral entre homens e mulheres, e que apenas agora se começam a apurar. No que diz respeito à reacção e sensibilidade ao stress, muito particularmente, as diferenças podem estar relacionadas com os papeis distintos que homens e mulheres desempenhavam no princípio dos tempos.

 

publicado às 16:04

Sonhar não faz mal a ninguém...?

por oficinadepsicologia, em 07.02.10

Autora: Irina António

Psicóloga Clínica

 

            Hoje em dia já não ouvimos outra coisa que o apelo para manter um olhar realista: sobre a relação interior connosco próprios e, claro, sobre a relação com os representantes do sexo oposto. As idealizações do antigamente são vistos pelo prisma de ironia. Um verdadeiro: “sejam prudentes!”

            E o sonhar? Na realidade, se a ideia do encontro com o homem dos seus sonhos não tocasse tão profundamente nas cordas da alma feminina, quem comprava os romances, revistas com fotografias e histórias sobre estrelas da música e do futebol, quem passava horas na conversa com amigas a falar sobre relações amorosas?

           

 

publicado às 15:37

Amor ao próximo

por oficinadepsicologia, em 06.02.10

Autor: Hugo Santos

Psicólogo Clínico

 

Na contagem decrescente para o Dia de S. Valentim, não resisti à tentação de vir apregoar, para todas as crenças e não crenças, o amor ao próximo.

Não se preocupem porque não vou fazer nenhum sermão ou activar o super-ego com clichés do tipo deveres morais, mas apenas partilhar algumas ideias convidativas a sentir o amor nas coisas simples.

O amor é esse conteúdo afectivo que nos liga e estabelece relações, dando todo um significado à existência. Ao longo da nossa vida vamos experienciando diversas formas de o dar e receber, e todos sabemos a sua importância para o nosso bem-estar e felicidade.

Contudo, importa recordar a reminiscência do nosso ser que por vezes na vida moderna vamo-nos desligando de certas formas de viver o amor. Para mal dos nossos pecados, todos nós vivemos uma vida preenchida de acontecimentos impregnados por com um ritmo acelerado que nos dessensibilizam perante ocorrências que outrora foram importantes.

O meu convite é quebrar esses padrões de desligamento, embotamento ou timidez social, e colocar os nossos corações online nesta netlove do real, com a ousadia de sentir e dar amor.

Vejamos 7 exemplos bem simples de “amor ao próximo”.

publicado às 10:06

Sou apenas mais uma

por oficinadepsicologia, em 05.02.10

Email recebido

 

boa noite!

sou apenas mais uma.
Uma mulher carente,deprimida e frustrada e ignorante.
Estou a utilizar este espaço como forma de desabafo,com esperança de um qualquer feedback de carinho e compreenção.
Estou falida.Falhei .
Nada de nada foi concretizado na minha vida.
Fui um desastre como filha,depois como esposa,a seguir como Mãe e como Ser Humano tornei-me um ser mesquinho,idiota e com a mania do sabe tudo(ou melhor ...nao sabe é nada)
Odeio-me !
tanto que tenho lido,tentando aprender a controlar a minha ansiedade e impulsividade e nada.
Tudo o que faço ,vai terminar num problema, e parece que nada faço para que isso aconteça.
Penso ás vezes no Suicidio.depois penso que isso é ser egoista com a minha filha.que isso é um acto por um lado de coragem por outro de covardia.
Agarro.me a Deus e penso ajude-me Meu deus a sair deste sufoco.

E seja o que Deus quiser ,se morrer...acabou-se o sofrimento. chega.

 

 

 

publicado às 13:07



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