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Bullying

por oficinadepsicologia, em 17.03.10

Autora: Patrícia Aguiar

Psicóloga Clínica

 

O país está chocado com a morte de Leandro. E não é para menos. Uma das questões que mais intriga as pessoas é a que tenta fazer sentido das razões que levaram o Leandro a cometer um acto tão desesperado. Perguntamo-nos vezes sem conta o que leva um rapaz de 12 anos a conter dentro de si tanto sofrimento? E o que o levou a pensar que não tinha outra saída para o seu sofrimento para além da morte? A resposta à primeira pergunta veio sobre a forma de bullying; a resposta à segunda é bem mais complexa, mas parece apontar para o facto de não estarmos preparados para lidar com esta realidade. 

 

Mas o que aconteceu é bem real e o bullying é tem graves consequências para todos e existe neste país a que nos habituámos a pensar como de “brandos costumes”.

 

publicado às 17:39

Agressividade nas crianças

por oficinadepsicologia, em 17.03.10

Autora: Fátima Ferro

Psicóloga Clínica

 

As expressões de agressividade nas crianças têm as mais variadas formas de surpreender os adultos deixando-os muitas vezes presos a sentimentos angustiantes de impotência.

 

Elas choram, gritam, mordem, dão pontapés, agridem outras crianças, etc. Muitas vezes pensamos se a culpa não será da televisão, dos jogos, das outras crianças com quem estão, mas independentemente de tudo isso é importante reflectirmos sobre a forma como havemos de lidar com as suas zangas exacerbadas.

 

publicado às 09:08

A magia do riso

por oficinadepsicologia, em 16.03.10

Autora: Irina António

Psicóloga Clínica

 

O que sabemos sobre risos? Para que precisamos deles? Especialmente agora, quando todo o mundo humano está imerso numa onda de crises económicos, naturais, sociais, pessoais…

 

De todos os seres vivos do planeta terra, os humanos são únicos que podem desfrutar do prazer do riso! Compreendemos facilmente o riso do outro, também porque “aprendemos” a rir antes de aprender a falar. No início da vida a criança ri-se com um riso instintivo, transmitindo um verdadeiro bem-estar, e com o desenvolvimento do pensamento lógico, a sua “competência” de rir torna-se mais avaliativa e reflectiva. Sabia que uma criança, em média, ri 400 vezes por dia, e o adulto só 15?

 

 

publicado às 11:28

Pensamentos intrusivos

por oficinadepsicologia, em 15.03.10

Email recebido

 

Muito boa tarde!
Tenho 28 anos e desde à muito que sou uma pessoa cismática. Desde muito nova que tenho pensamentos estranhos que hoje, segundo aquilo que leio na internet, considero pensamentos intrusivos e também os chamados "pensamentos mágicos". Por ex, se tiver um pensamento de que vai acontecer alguma coisa de mal e se esse pensamento surgir repentinamente, penso que se trata de uma intuição ou pressentimento e fico angustiada a pensar que tal mal vai acontecer (pensar em morte de alguém ou que o meu namorado me vai deixar).
Outro exemplo mas relativamente aos pensamentos mágicos, é achar que determinado acontecimento vai suceder se nao fizer um determinado ritual. Às vezes tb penso que se desejar que o meu trabalho corra bem no dia-a-dia, as pessoas que amo vão morrer, logo, se desejo que o meu trabalho corra bem, é como se estivesse a desejar mal aqueles que amo.
Nalguns desses casos esses pensamentos surgem por estar preocupada com algo. Mas fico muito assustada por aparecerem repentinamente, daí os considerar como pressentimentos ou intuiçoes de que aquilo que pensei vai acontecer.

Se puder dar-me a sua opinião sobre isto agradecia muito. Preciso muito de concentração e de paz e ultimamente tem sido difícil.
Muito obrigada pela Vossa atenção

 

publicado às 21:24

Stresses dos casamentos

por oficinadepsicologia, em 15.03.10

Autora: Inês Alexandre

Psicóloga Clínica

 

Os conflitos nos casais constituem uma das principais fontes de stress actuais. Estudos indicam que os casais satisfeitos com o seu relacionamento têm tantas discussões quanto os não satisfeitos. Então o que é que os casais satisfeitos e com menores níveis de stress conjugal tentam fazer de diferente?

 

Os casais satisfeitos falam mais sobre as suas emoções, desejos e necessidades, comunicam com mais clareza, expressam mais acordo, aceitação e aprovação e menos desacordo, crítica e desqualificações. São capazes, não só de compreender e aceitar o ponto de vista do outro, como também de mudar algumas coisas nesse sentido. Ambos trabalham para reparar o conflito e os esforços que fazem são aceites e valorizados.

 

 

publicado às 21:20

Palavras de Amor-Próprio

por oficinadepsicologia, em 11.03.10

Autor: Hugo Santos

Psicólogo Clínico

 

 

Hoje e aqui, Bem-Me-Quero ser

 

nessa minha vontade de sorrir

 

E que brilhe o sol do Amor-Próprio

 

 

 

Há dias cinzentos que me fazem carpir

 

Na angústia do Muito Pouco ou Nada

 

 

 

Tanto que te dou que às vezes me perco

 

Nessa esquina da solidão ou da incerteza

 

 

 

A mim, que por vezes Mal-Me-Quero ou Mal-Me-Sinto

 

Pergunto-me onde estou e por onde quero ir

 

 

 

É que às vezes fico retalhado e diluído no vazio

 

Disperso em fragmentos de outra miragem

 

Sem me conseguir ver

 

 

 

Hoje e aqui, Bem-Me-Quero ser

 

nessa minha vontade de sorrir

E que brilhe o sol do Amor-Próprio

publicado às 12:53

Divorciar é mudar de planos de vida

por oficinadepsicologia, em 10.03.10

Autores: Ana Magalhães e Nuno Mendes Duarte

Psicólogos Clínicos

 

Divorciar é mudar de planos de vida, a meio de uma recta, onde nem sempre há saídas.

Mudam-se os planos de vida, quando a vida lhe muda o plano de uma vida. O divórcio é uma ruptura que não pede licença, que o deixa sem amparo, carregado de escolhas incertas, depois de uma vida partilhada por uma escolha tomada quando os corações sorriam.

 

 É uma despedida sem sorrisos de ternura, em que tudo o que vos uniu se resume a um postal de amor, a preto e branco, guardado numa gaveta fechada com amargura, ou tristeza, ou zanga, ou indiferença. É um postal desbotado sem o brilho dos sonhos que se estilhaçaram.

 

 

publicado às 13:29

Juramento de infidelidade

por oficinadepsicologia, em 09.03.10

Autor: Hugo Santos

Psicólogo Clínico

 

Psi. – Boa tarde, Ana

Ana – Boa tarde, Dr. Hugo

Psi. – Ana, conte-me como foi a sua semana

Ana – Como foi a minha semana… Não foi nada especial. Na semana passada saí daqui super tranquila mas depois parece que voltou tudo ao mesmo. Tive uma semana cheia de stress, com trabalho e mais trabalho, sem tempo para mais nada.

Psi. – É verdade, Ana. A nossa rotina acelerada e cheia de obrigações dá-nos pouco tempo para momentos de tranquilidade.

Ana – Sim, sinto falta de momentos diferentes. Parece que é sempre tudo igual e que ando à espera não sei do quê. É desgastante. Mesmo com o Mário, o meu namorado já parece tudo igual. Não sei o que fazer. Estou cansada.

Psi. – Compreendo o que sente, Ana. Sentir que os dias passam uns iguais aos outros pode ser desgastante. E às vezes não sabemos bem como quebrar essa rotina desmotivante.

Ana – Sim, e eu tento mudar. Mas o Mário é sempre igual. Já estou cansada. As conversas e as discussões são sempre iguais, e ele nunca está de acordo com o que eu digo. Não saímos do mesmo sítio. Muitas vezes já nem acredito que vai ser melhor. Se calhar tenho que me habituar que a vida a dois é mesmo assim.

Psi. – Por vezes a vida a dois tem momentos de stress e de desgaste. Fazem parte das relações e ainda bem.

Já viu se corresse sempre tudo bem, se concordassem sempre em tudo, se todos os dias fizessem sempre algo diferente, se fosse sempre tudo perfeito? Se tal fosse possível seria igualmente uma rotina e provavelmente seria sentida igualmente como aborrecida e desgastante.

 

 

 

publicado às 19:35

Ser Mulher no século XX

por oficinadepsicologia, em 08.03.10

Autora: Ana Magalhães

Psicóloga Clínica

 

Se até ao século XX o papel da Mulher na sociedade se limitava à procriação e educação dos filhos, e se após a Revolução Industrial a Mulher lutou arduamente pelos seus direitos e pela conquista da sua independência, eis que no início do século XXI a Mulher se sente e é vista como possuidora de um estatuto de real importância na sociedade, se equilibra nos seus vários papéis e consegue atingir a plenitude de ser Mulher, com autonomia e independência, mas sem prescindir da sua condição feminina.

 

 

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publicado às 20:50

Dia da Mulher - Feminismo ou machismo?

por oficinadepsicologia, em 08.03.10

Autora: Ana Crespim

Psicóloga Clínica

 

Ser mulher é fantástico! Somos seres muito complexos, é verdade, mas muito especiais. Somos mães, filhas, esposas, amigas, trabalhamos em casa e fora dela, enfim, acumulamos uma série de papéis, nunca deixando de ser aquilo que somos: Mulheres. 

O dia da mulher é aquele dia em que muitas de nós juntamos as amigas e vamos para a borga, gritar aos 7 ventos como é bom ser mulher. Mas já parou para pensar o que é que pode significar este dia? Existe dia do homem? Não pois não? Será que estão a partir do princípio que o dia da mulher é o dia 8 de Março e que aos homens pertencem os outros 364?! Isso é que era doce! Não precisamos de um dia específico para juntar as amigas e receber flores quando vamos abastecer o carro. Não é preciso que exista um dia instaurado para que se lembrem de nós. Nós estamos em força 365 dias por ano, tanto ou mais que os homens. Não somos mulheres apenas uma vez por ano, mas 24 horas por dia. Pelo que, devemos ser tratadas como tal durante todo o ano. Não me digam que é preciso dias específicos para sermos lembradas e presenteadas. Que falta de imaginação! Um presente oferecido porque pura e simplesmente apeteceu, tem muito mais valor que um com dia e hora marcada. Não concordam? Isso sim é de valor!

 

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publicado às 18:02



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