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A auto-imagem será igual ao reflexo?

por oficinadepsicologia, em 07.03.10

Autora: Ana Crespim

Psicóloga Clínica

Até que ponto é que nos conhecemos bem? Parece-lhe ridícula a pergunta? Talvez sim… ou talvez não. Será que somos assim tão conhecedores de nós próprios?

A tendência é pensarmos que ninguém nos conhece melhor do que nós, embora por vezes nos saiam “boca a fora” frases do género: “Ele (a) conhece-me melhor do que eu mesmo (a)!”. Pois é, parece que esta frase até faz algum sentido.

Simine Vazirre, professora assistente na Universidade de Washington, descobriu que somos mais perspicazes a identificar os nossos estados internos, como a ansiedade, por exemplo, enquanto as pessoas com quem convivemos são mais perspicazes na identificação das nossas capacidades intelectuais, como é o caso da inteligência e da criatividade. Surpreso? Então e se lhe dizer que mesmo os desconhecidos, com quem nos cruzamos, são tão aptos no reconhecimento das nossas características de extroversão como os nossos amigos?

 

Se pararmos para pensar nisto, até faz sentido. Não admira que sejamos peritos em identificar os nossos estados de ansiedade. Pudera! Somos nós que os sentimos (e, por vezes, de que maneira!). Mas, por outro lado, podemos sempre “mascará-los” e adoptar comportamentos que não os deixam transparecer para fora e, logo, para os outros. Já em relação à inteligência e à criatividade, bem, podemos tentar enganar, mas é um bocado difícil.

 

publicado às 12:56

Dieta: Simplicidade é sinónimo de eficácia

por oficinadepsicologia, em 05.03.10

Autora: Joana Florindo

Psicóloga Clínica

 

Sempre que pensamos dar início a uma dieta sabemos que precisamos de um conjunto básico de ingredientes, sem os quais nada pode ser feito. Quantidades generosas de motivação, altas doses de força de vontade, uma boa porção de auto-eficácia e quilos de dedicação são sem dúvida fundamentais. Mas para que ela possa revelar-se um sucesso, e para que possa ser mantida ao longo do tempo, existe um pequeno segredo que ao ser introduzido parece fazer toda a diferença: um delicioso preparado de clareza e  simplicidade de regras. 

 

publicado às 11:15

Dicas para uma parentalidade sem stress

por oficinadepsicologia, em 04.03.10

Autora: Patrícia Aguiar

Psicóloga Clínica

 

Infelizmente ou não o stress não fica apenas dentro de nós..., o stress afecta várias áreas da nossa vida, incluindo as nossas relações mais próximas.

Se tem filhos pequenos sabe que por vezes parece que o dia encolhe mas a lista de tarefas continua interminável.

Imagine as seguintes cenas: até acordou bem-disposta depois de um sono calmo ( seu nível de stress, está calminho, no verde); com o tempo contado ao minuto, já ofegante pela quantidade de tarefas que entretanto desempenhou e com o nível de stress a rondar o amarelo, tem o seu filho de pequeno-almoço tomado, vestido, calçado e pronto para sair. Nada mal!

 

publicado às 11:21

Gostar de si...

por oficinadepsicologia, em 03.03.10

Autora: Isabel Policarpo

Psicóloga Clínica

 

A  auto-estima é o conjunto de atitudes que cada pessoa tem sobre si própria. Trata-se no fundo da opinião global que cada indivíduo tem de si mesmo, do modo como se julga ou avalia, bem como do valor que atribui a si próprio.

A auto-estima reflete o julgamento que fazemos da nossa capacidade para  lidar com os desafios e os problemas da vida,  bem como com o direito de sermos felizes.

A auto-estima é o reconhecimento que fazemos de nós mesmos, da nossa competência e consequentemente dos nossos direitos. A auto-estima prende-se com aquilo que realmente somos e sabemos ser capazes de fazer, com a forma como sentimos as nossas potencialidades e fragilidades e com o quanto gostamos de nós mesmos.

 

publicado às 09:19

As cores da depressão

por oficinadepsicologia, em 02.03.10

Autor: Francisco de Soure

Psicólogo Clínico

 

Durante o ano em que estive a exercer em Inglaterra, deparei-me com um homem que personificava o fenómeno da depressão. O Robert era um homem na casa dos 50 anos. Fiquei surpreendido quando entrou no consultório. Era um homem de baixa estatura, mas cuja postura contraída e hesitante fazia parecer ainda mais pequeno. A sua expressão facial denunciava uma enorme tristeza. Estava casado há mais de 30 anos com uma mulher que lhe tinha um enorme amor, e era notório o amor que sentia por ela. Ainda assim, já há 2 anos que se encontrava de baixa médica por aquilo a que chamava um esgotamento nervoso. Tendo um cargo de grande responsabilidade e pressão, a dada altura Robert deu por si incapaz de desempenhar as funções que lhe eram atribuídas. Convidaram-no a tirar algum tempo para recuperar. Foi o princípio de um pesadelo que durou dois anos.

 

publicado às 09:54

O estigma dos problemas psiquiátricos

por oficinadepsicologia, em 01.03.10

Email recebido

 

Sofro já alguns anos de uma ligeira doença psicológica Esquizofrenia tenho sido acompanhado no Hospital psiquiátrico de Lisboa tomo risperdal   3mg e floxitina duas cápsulas a minha pergunta e a seguinte  visto que sofro desta doença tenho muitos efeitos secundários tanto da medicação como da doença em si tais como :
Aumento de peso
Perda afecto
Isolamento Social
Inibição sexual
Baixa auto estima
Sou muito inibido
Sofro de ansiedade
Será que que eu consigo ultrapassar estes efeitos da doença conseguem dar apoio ou não gostam de lidar com este  tipo de doentes, eu pergunto isto porque sei do estigma que estes doentes tem fora do Hospital não que eu seja  uma pessoa violenta ou difissil de se lidar mas o receio que depois das pessoas saberem do meu estado clinico não queirao mais se  envolver nem mesmo pagando.Trabalho tenho um rendimento mensal logo gostava de iniciar esta esperiencia nao sou uma pessoa rica mas entre 25 a 30 euros acho que consigo pagar  uma ves por semana.
Grato pela atenção dispensada sem outro assunto de momento obrigado
 
Resposta
 

publicado às 11:06

Uma conversa diferente

por oficinadepsicologia, em 01.03.10

Autora: Irina António

Psicóloga Clínica

 

          “ O que é a psicoterapia? Duas pessoas encontram-se numa sala e conversam…ou não conversam. Isto parece tão simples, que se torna difícil de acreditar, como isto é complexo!”

                                                                          W. Bion, psicanalista britânico

 

            Se lhe pedir uma imagem do que representa para si a psicoterapia, muito provavelmente pensará em duas pessoas a conversar num ambiente seguro e tranquilizador. Agora, experimente retirar o contexto a essa imagem, e a interacção das mesmas poderá tomar inúmeros significados. Porque, como qualquer contacto, o contacto terapêutico só funciona quando está claro o seu contexto próprio que o diferencia dos outros contactos humanos, nomeadamente, das conversas entre melhores amigos.

 

publicado às 09:03

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