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Construir o bom humor

por oficinadepsicologia, em 14.04.10

Autora: Isabel Policarpo

Psicóloga Clínica

 

Sabia que ouvir música contribui para melhorar o humor?

 

Provavelmente já teve oportunidade de reparar nos efeitos que a música tem no seu dia-a-dia. Às vezes quando estamos parados nas intermináveis filas de trânsito e  já irritados , de repente surge no rádio aquela música que nos apetece cantar e dançar e sem termos consciência do que sucedeu  a nossa ansiedade como que se dissipou. Outras vezes chegamos a casa exaustos e desanimados, mas o simples facto de colocar o nosso cd preferido a tocar, parece  funcionar como um elixir - de repente sentimo-nos  mais enérgicos e optimistas.

 

 

 

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publicado às 09:51

Ciúme, porque é que me persegues?

por oficinadepsicologia, em 11.04.10

Autor: Hugo Santos

Psicólogo Clínico

 

Estou farto de ti, das tuas dúvidas, de estares sempre a ruminar na minha mente com incertezas e medos.


Andas às voltas a magicar mil e um cenários, sem eu conseguir parar.


Estou tão cansado de ser assim.


Aliás, eu não sou assim. Sou mais e melhor e tu tornas-me inseguro e dependente.


Por tua causa ando sempre à procura da confirmação de que ela já não me ama, já não me quer, que já me trocou por outro.


E quantas vezes isso já aconteceu na minha mente. Quantas vezes interpretei os silêncios com esse ruído de fundo, quantas vezes analisei as palavras com o sentido dos meus medos, quantas vezes manipulei as acções para me conter e controlar, ou quantas vezes não aguentei e disse o que não deveria dizer… Quantas vezes…


Já me és tão familiar. Há tanto tempo que te conheço e nem sei de onde é que apareceste, porque é que não me largas e deixas ser feliz.


Ás vezes acabo logo tudo pois é mais fácil rejeitar do que ser rejeitado.


Mas queria tanto que fosse diferente.


Como é que eu posso amar sem me perder nesses medos e inseguranças?


Ciúme: esse lugar onde por vezes estou mas não queria estar…


Porque é que me persegues?

 

Ciumix - Relações com bom temperamento - http://www.oficinadepsicologia.com/relacoes_afecto.htm

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publicado às 18:45

Autora: Susanne Diffley

Hipnoterapeuta Clínica

 

Até à presente data, não se conhecem as verdadeiras causas, nem a cura, do Síndrome do Cólon Irritável (SCI). Por não existirem alterações estruturais observáveis no intestino, o diagnóstico na maioria dos casos, é efectuado por exclusão, após a eliminação de outros possíveis problemas gastroenterológicos. Até ser efectuado um diagnóstico, podem passar-se meses, ou mesmo anos, de sintomas crónicos ou cíclicos típicos do SCI, dietas rigorosas, medicação dispendiosa, que por vezes não surte o resultado desejado, e intervenções médicas invasivas.

 

As repercussões físicas, psicológicas e sociais resultantes do SCI, são em muitos casos verdadeiramente debilitantes. Perante uma rotina de dores abdominais, obstipação, diarreias, flatulência, e em alguns casos incontinência fecal, geram-se perturbações de ansiedade, isolamento social e depressão. Cria-se um esquema repetitivo, em que a parte emocional e comportamental agrava os sintomas do cólon, que por sua vez, agravam todo o funcionamento biopsicossocial do paciente.

 

 

 

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publicado às 18:26

Realidade, ou nem por isso?

por oficinadepsicologia, em 11.04.10

Email recebido

 

Boa Tarde !

Meu nome é T. tenho 17 anos e atualmente apresento características de pensamentos intrusivos , muito fortes , confundem minha mente com a realidade ouço coisas que não sei se ouvi ou não
fico com receio de ser verdade e eu ter que tomar uma atitude severa EX. minha namorada no telefone , penso que ouvi o nome do ex namorado e tal , isso vem como uma verdade , penso que uma atitude tem que ser tomada diante disso . Desencadeia por tanto uma serie de processos , estou sendo enganado , traído e preciso tomar uma atitude em relação a isso . ouço frases e vejo imagens que para mim caracterizam a realidade . Por mais ciente que esteja desses pensamentos a minha consciência não entende e eu entro neles a ponto de entrar-me em desespero total . Tomo medicamentos com um apoio psiquiátrico ( lexapro) mesmo diante disso a ansiedade é tamanha em certos momentos que não me seguro . O que é mais difícil pra mim é : entender que isso são sintomas , e não confiar em mim . Penso que isso não pode ser sintomas se são coisas que eu ouvi ? a minha mente entra em conflito comigo mesmo . Muito Obrigado pela atenção ! e queria uma opinião sobre o que fazer na hora das crises .!

 

 


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publicado às 17:25

Apoio na doença

por oficinadepsicologia, em 11.04.10

Email recebido

(editado para manter confidencialidade)

 

Boa tarde,

No Verão passado, em plenas férias com os nossos 2 filhos, comecei a notar o meu marido muito ausente, com dificuldades de raciocínio, só queria dormir... Depois de no Hospital terem dito que ele não tinha nada, viemos para Lisboa e em S. José ele não soube dizer a idade dos filhos, nem fazer contas simples... Depois de internado uma semana foi-lhe diagnosticada uma doença muito rara que provoca lesões cerebrais e que também afecta a visão e a audição. Depois de 2 internamentos hoje está muito bem. Eu ainda lhe noto muitas diferenças e alguns problemas no raciocínio, mas quem não souber nem se apercebe. A razão que me levou a escrever é que, devido á medicação e à própria doença, o rendimento físico do meu marido nunca mais voltou ao que era. E para ele que toda a vida praticou desporto de competição, isso tem sido muito dificil de ultrapassar. Todos os dias falamos na doença, todos os dias ele se queixa que nunca mais há-de jogar... Mesmo assim já está muito melhor, antes nem conseguia treinar. Agora faz o treino com os colegas, mas está longe de ser o jogador que foi. Já não se sente tão cansado, mas tem pouca força. Há cerca de um mês que toma uns comprimidos de produtos naturais, próprios para dar energia aos desportistas, mas também não tem resultado... Tenho de lhe dar uma apoio imenso, dia após dia, mas ás vezes já não sei o que lhe dizer... Pensei em levá-lo a uma consulta de psicologia para o ajudar a lidar melhor com a doença, mas ele recusou. O meu filho mais velho, de 7 anos já está a ser seguido há algum tempo, ele sofreu muito... E só eu sei a falta que a mim me faz também, mas o dinheiro não dá para tudo... Será que me podem dar umas dicas para o tentar ajudar a ultrapassar? Enquanto ele não o fizer eu também não consigo e cada vez tenho menos forças... Obrigado.

 

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publicado às 14:48

Birras

por oficinadepsicologia, em 11.04.10

Autora: Fátima Ferro

Psicóloga Clínica e Educacional

 

“Olhem para mim, estou aqui”

“Impor limites com afecto”

“Promoção do dia sem birras”

 

Quantos de nós já assistimos, nos mais variados contextos, às famosas birras que nos deixam com a sensação de impotência em relação ao controle da criança e à vergonha do público que a ela assiste.

Muito ruidosas, desesperadas e embaraçosas quando as nossas crianças, se atiram para o chão, gritam, choram, dão pontapés, agitam os braços, atiram brinquedos, etc.

 

 

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publicado às 14:43

Quando os manos se zangam

por oficinadepsicologia, em 02.04.10

Autora: Patrícia Aguiar

Psicóloga Clínica

 

Todos os irmãos, independentemente do tamanho, feitio, diferença de idades, e personalidades, brigam e zangam-se, ocasionalmente ou frequentemente.

 

Mas não é com este comportamento que estou preocupada, mas sim com o comportamento dos pais em resposta a estas zangas. Se as zangas entre irmãos se tornam frequentes e invariavelmente um deles sai a chorar do conflito, pode surgir um clima de ansiedade, tensão e culpabilização que, esse sim, pode ser difícil de controlar. Este clima pode chegar a um ponto em que os pais se sentem incapazes de lidar com a situação, criando um efeito de “boomerang” que afecta toda a família.

 

Mas na verdade a maior parte das zangas entre irmãos, se vistas por um prisma correcto e informado acerca do desenvolvimento das crianças, não passam de uma “tempestade num copo de água”.

 

Decidi nesta altura de falar acerca deste tema na sequência de uma entrevista ao Pediatra Paulo Oom, que falava deste assunto numa rubrica do programa “Mundo das Mulheres”. Tendo concordado em absoluto com as opiniões deste médico, que admiro, resolvi pegar nessas mesmas ideias, preenchendo aqui e ali com algumas clarificações, esclarecimentos e exemplos da prática de Aconselhamento Parental que tenho desenvolvido na Oficina de Psicologia.

 

 

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publicado às 18:30

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