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Hipno-Banda Gástrica

por oficinadepsicologia, em 07.11.10

Banda Gástrica sem cirurgia?


Todos reconhecemos os riscos (e custos) envolvidos em cirurgias. E, no entanto, por questões de saúde, muitas pessoas optam por cirurgias de banda gástrica, na impossibilidade de controlarem o seu peso de outra forma mais segura e economicamente mais viável.

Por isso, na Oficina de Psicologia adquirimos o licenciamento da Hypno-Band, o sistema hipnoterapêutico de banda gástrica mais utilizado no mundo (presente em 12 países), tendo-o adaptado à realidade portuguesa e fortalecido nalgumas componentes que, de acordo com a nossa experiência, se revelam críticas.

Trata-se de uma combinação de Terapia Cognitivo-Comportamental com Hipnoterapia que ajuda na modificação dos hábitos alimentares, sendo desenhado para pessoas com um índice de massa corporal acima dos 25; central nesta intervenção é a execução, sob hipnose profunda, de uma "cirurgia virtual" (isto é, conduzida através de visualização guiada), mediante a qual o organismo fica convencido de que foi, de facto, aplicada uma banda gástrica.

Sem riscos, com total segurança, sem pós-operatório, sem necessidade de anestesia geral e muito mais económico.

Consulte todos os detalhes em http://www.oficinadepsicologia.com/hipno_banda.htm.

 

 

publicado às 15:20

Um início difícil

por oficinadepsicologia, em 07.11.10

Email recebido

 

Bom dia,

Cheguei à conclusão que tenho de pedir ajuda a um psicólogo (ou talvez psiquiatra) para conseguir superar tudo o que me perturba e me deixa neste estado depressivo e deprimente.
Resolvi dar ouvido às vozes que me disseram durante vários anos que isso seria bom para mim.. e à voz do meu namorado (relação recente) que me chamou à razão para isso. Mas mesmo com ele é difícil falar, quanto mais com um estranho que vai descortinar a minha vida.
Que hei-de fazer eu?! Para consultar um psicologo, será como um castigo e sei que não me vou sentir confortável (da primeira e única vez que fui, senti-me um objecto.. completamente fútil e inútil).

Pode-me ajudar a perceber como hei-de resolver o meu ''primeiro'' passo?! (primeiro, numa longa e extensa lista de passos que tenho de dar para ser uma pessoa com mais auto-estima, amor-próprio, confiante e segura de mim mesma)

 

Resposta

Cara T.,

Deixe-me tranquilizá-la a propósito desta sua dificuldade em abordar alguém, um desconhecido num primeiro momento, ao qual se supõe que terá de falar sobre si. Qualquer psicólogo experiente está habituado a sentir o nervosismo e falta de à-vontade que todos os seus clientes demonstram nos primeiros minutos de uma primeira consulta; precisamente por isso, todos nos habituámos a criar um clima de tranquilidade e segurança especialmente visível nestes primeiros momentos e a respeitar absolutamente a necessidade de reserva que muitas pessoas têm até sentirem a confiança suficiente para poderem partilhar o que as aflige.

Entendo que possa ter tido uma má experiência anterior; acontece... Mas sugiro que a entenda apenas como uma experiência que não tem por que se repetir. Afinal de contas, não há dois psicólogos iguais, como não há quaisquer duas pessoas iguais e umas serão mais adequadas à sua personalidade e expectativas e outras menos.

Se, de facto, sente necessidade de apoio, de encontrar soluções de bem-estar para si, não hesite em procurar outro psicólogo e, logo no início da sua primeira consulta, conte-lhe esta sua preocupação. Estou certa de que irá ser bem-recebida, com sensibilidade e respeito.

Fique bem! Abraço,

Madalena Lobo

Psicóloga Clínica

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publicado às 14:39

Esclerose múltipla e mindfulness

por oficinadepsicologia, em 07.11.10

Metade das pessoas que sofrem de esclerose múltipla apresentam-se, simultaneamente, deprimidas e uma em cada quatro tem um diagnóstico clínico de ansiedade. Cerca de 2/3 afirmam sentir-se fatigados, sendo que metade identifica a fadiga como o seu sintoma mais debilitante.

Investigadores do Hospital Universitario de Basileia seguiram a evolução de 150 pacientes que participaram num programa de mindfulness (para uma melhor explicação ver http://www.oficinadepsicologia.com/prevencao_stress.htm) ao longo de 8 semanas, baseado na prática de uma atenção não avaliativa ao que se desenrola no momento presente. Os resultados demonstraram a eficácia desta técnica, com os pacientes a apresentarem menores níveis de fadiga e depressão, bem como uma maior qualidade de vida, quando avaliados 6 meses após o programa de mindfulness.

 

publicado às 14:25

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