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Abrace alguém hoje!

por oficinadepsicologia, em 21.01.11

Dia Mundial do Abraço - 21 de Janeiro

 

“Pelo abraço trocamos emoções, damos carinho, recebemos afecto. Mas não só:
Um estudo da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, publicado na Revista Pychossomatic Medicine, mostrou que o contacto físico como aquele proporcionado pelo abraço pode aumentar a qualidade de vida. As descobertas sugerem que uma relação forte e duradoura pode diminuir o risco de doenças cardiovasculares, pois o contacto proporcionado pelo abraço diminui a tensão arterial e os batimentos cardíacos. Por outro lado sabemos que, abraçar o outro fazendo uma pequena fricção na zona das omoplatas liberta hormonas relacionadas com o prazer tornando este movimento extremamente calmante.
Pela sua saúde dê um abraço!”
Catarina Mexia


"Por vezes um abraço vale mais do que mil palavras"
"Não há palavras para descrever tudo o que se diz no silêncio de um abraço"
António Norton


"Se penso em abraçar penso em conter. Conter a dor, conter a emoção, conter quando falta chão. Em psicoterapia conseguimos abraçar com palavras de contenção."
Nuno Mendes Duarte


 

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publicado às 20:34

Dia Mundial do Abraço

por oficinadepsicologia, em 21.01.11

É grátis! É bom! Faz bem!

Crie um novo hábito de abraçar alguém todos os dias!

 

 

 

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publicado às 20:22

Perda de emprego e bem-estar mocional

por oficinadepsicologia, em 16.01.11

Autora: Madalena Lobo

Psicóloga Clínica

 

 

De 2011 já se falou tanto e tão mal que mais parece ano que já passou do que novinho em folha, pronto a inaugurar. Por isso, não vale a pena mencionar o óbvio, invocando cenários negros. Vamos, em vez disso, falar de boas notícias escondidas dentro das más.

 

 

Num estudo publicado agora pela Associação Americana de Psicologia, chegou-se à conclusão que o impacto negativo provocado pela perda de emprego se desvanece com o tempo (independentemente do se ter assumido um novo emprego entretanto), e as pessoas retomam os níveis de satisfação com a vida que tinham antes desse acontecimento. Parece ser a versão negativa do Euromilhões – menos de 1 ano após se ter sido o feliz contemplado, também os níveis de satisfação com a vida retomam a mesma plataforma anterior. Bom ou mau? Eu diria: responsabilizador!

 

Repare: se for uma pessoa que se concentra naquilo que está sob a sua esfera de controlo e responsabilidade e se encontra satisfeito com a sua vida, independentemente das boas surpresas com que a vida o presenteia ou das partidas de mau gosto que lhe prega, então venha bom ou venha mau, você reage em conformidade durante uns tempos mas logo retoma o ponto anterior, que era de satisfação. Se, pelo contrário, andava de mal com a vida, seja o que for que lhe aconteça, seguirá o mesmo caminho e você dará por si a aterrar de volta (ou a permanecer) num estado de insatisfação e mal-estar.

 

Voltemos ao desemprego – neste estudo verificou-se, igualmente, que a perspectiva da perda de emprego gerava maior mal-estar do que quando efectivamente acontecia.

 

Talvez seja mais fácil lidarmos com a angústia de uma situação destas se mantivermos presente que:

  1. Uma má situação parece sempre pior quando é imaginada do que aquilo que vai ser na realidade
  2. Por pior que nos estejamos a sentir depois de um acontecimento negativo, podemos sempre antecipar que vamos voltar a sentirmo-nos de uma forma semelhante àquela de onde viemos; cerrar os dentes e esperar que o tempo passe e as nossas estratégias e recursos pessoais comecem a funcionar, permitindo-nos, entretanto, encontrar soluções práticas para os desafios que a vida nos coloca
  3. Confrontados com um acontecimento de vida tão desestabilizador e traumático como a perda de emprego, é fundamental activar todos os recursos pessoais que nos permitam criar hipóteses rápidas de soluções possíveis. Para o fazer, convém termos uma base emocional sólida que nos garanta clareza de raciocínio e tranquilidade nas decisões a tomar.

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publicado às 13:03

Ansiedade Social

por oficinadepsicologia, em 12.01.11

E-mail recebido

 

"Boa tarde,

Tenho 16 anos e sou estudante, encontrei o vosso site recentemente e fiquei surpreendida ao ler sobre Fobia Social, pois foi como ler uma descrição detalhada sobre mim mesma.
Não sei se terei mesmo uma fobia social, mas que algo tenho isso eu sei.
Na escola não consigo inserir-me em grupos de amigos, manter ou iniciar uma conversa, falo apenas com duas ou três raparigas mais próximas e é só. Qualquer outra pessoa que coloque conversa eu não consigo falar e faço de tudo para evitar. Espanto-me comigo mesma, pois invento o que for preciso para não estar com pessoas. Até apanhar o autocarro tenho de esperar mais de 1 hora, como não gosto de esperar na paragem porque podem aparecer pessoas que falem comigo ou simplesmente olham, eu vou para um café pouco frequentado e lá fico a fazer tempo até à hora. Se entrar no café e estiver pessoas conhecidas ou da minha idade compro uma pastilha e saio, mesmo que tenha ido com intenção de lanchar.
Estou farta de constantemente mudar a minha vida por este receio parvo, eu detesto ser o centro de atenções, detesto apresentar trabalhos, se me atrasar para uma aula já não tenho coragem de bater e entrar. Pois isso implica ser o centro de atenções por momentos, por isso nunca chego atrasada. Não tenho coragem para bater à porta de pessoas, pedir informações ou mesmo telefonar. Não saio nem vou a festas porque nunca sei como me comportar e acabo por me sentir completamente humilhada, invento desculpas e não vou. Digo sempre que os meus pais não me deixam, mas na realidade nem lhes pergunto. Mas ultimamente os poucos amigos também se afastam mais. Nas férias limito-me a ficar fechada no quarto a ver filmes e séries. No entanto sou boa aluna e tenho boas notas, acho que pela simples razão de não querer decepcionar os meus pais nem ser chamada à atenção na escola.
O que posso fazer? Não quero procurar psiquiatras ou psicólogos porque isso implica falar disto com alguém (o que nunca fiz) e por isso peço ajuda a vocês, o que me aconselham? Eu realmente quero melhorar, quero andar na rua de cabeça erguida e sem medo de olhar na cara das pessoas, sem medo do que pensam ou dizem de mim, quero namorar como todos os outros, sentir-me acarinhada e amada, mas como se não consigo chegar perto das pessoas? Continuo a dizer a mim mesma que quando for para a Universidade, e provavelmente morar com gente da minha idade, que tudo irá mudar. Que encontrarei um namorado, que irei ter amigos e ir a festas. Mas na realidade o que sou agora não vai mudar de um dia para o outro, verdade? Ajudem-me por favor."

 

 

 

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publicado às 15:11

Depressão (II)

por oficinadepsicologia, em 12.01.11

E-mail recebido

 

"Boa tarde.
este fim de semana resolvi tomar uma atitude, relativamente ao estado em que tenho andado e dei por mim a vaguear pela net a tentar encontrar respostas e encontrei este blog. Vou contar o que se passa na esperança de me poderem dar "uma luz".
Tenho 31 anos, sou casada há 10 anos e tenho 2 filhos, um rapaz de 8 anos e uma menina de 3 anos.
Não sei precisar há quanto tempo isto vem acontecendo, mas sei que há muito tempo (acho que há uns 3 anos) tenho sentido que ando com falta de energia e muitas alterações de humor.
Passo periodos em que ando muito feliz e outros muito em baixo.
O meu apetite aumentou muito e acho que era capaz de passar o dia a comer. Quando não me controlo como imenso e engordo e depois fico ainda pior, com sentimentos de culpa e chego até a tomar medicamentos para emagrecer (coisas naturais).
O meu desejo sexual simplesmente desapareceu. Gradualmente dei por mim a desejar que o meu marido nao se "lembre" de me procurar.
Falamos sobre isto, ele compreende, mas assim não é vida para ninguem. Fazemos amor de vez em quando e eu fico feliz e satisfeita, mas começar é um sacrificio e sinto-me mal por isso.
Agora ando cada vez mais irritada e nervosa. No trabalho ando desmotivada e sem vontade de fazer o que sempre gostei de fazer.
Contudo, é no trabalho onde me sinto melhor, não me enervo tanto. Mas por vezes não faço o serviço que havia de fazer, porque estou sem vontade.

Quando chego a casa, fico numa pilha, tudo me enerva e aborrece. O jantar, as arrumações, tudo. Mesmo que o meu marido me ajude, parece que nunca é sufiente.
A minha filha mais nova é muito birrenta e chorona e dou por mim a gritar com ela e acabo por me sentir mal com isso e a chorar nao raras vezes.
Por vezes desejo que seja dia de trabalho para nao ter de estar em casa. Quando estou no trabalho, apetece-me estar em casa.
Outras vezes estou bem, como se nada disto se passasse.
tentei resumir mais ou menos o que se passa comigo, na esperança de me poderem dar "uma luz".
Ouço falar em depressão, mas nunca liguei muito, sempre associei àquelas pessoas que têm muitos problemas e que estão sempre tristes e eu não sou assim! Mas será que poderei estar com depressão?
O que hei-de fazer?
Tentei marcar consulta com a minha medica de familia, mas já não é possivel este ano.
Obrigada pela vossa ajuda e compreensão."

 

 

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publicado às 11:04

A anorexia nervosa

por oficinadepsicologia, em 07.01.11

Autora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

 

 

Modelo francesa Isabelle Caro morre de anorexia aos 28 anos e 31 quilos
, é notícia mundial que não deixa ninguém indiferente.

A anorexia nervosa apresenta características como: a recusa em manter o peso adequado à idade e à altura; o medo intenso de ganhar peso ou de se tornar gordo, ainda com peso abaixo do normal; perturbação no modo de vivenciar o peso ou a forma do corpo; influência indevida do peso ou da forma do corpo sobre a auto-avaliação, ou negação do baixo peso corporal actual; nas mulheres pós-menarca, amenorréia, ou seja, ausência de pelo menos três ciclos menstruais consecutivos.

A anorexia incide quase exclusivamente sobre as mulheres. Trata-se de um quadro em que o/a doente apresenta medo de engordar, por esse motivo reduz a quantidade de alimentos ingeridos e exclui da sua alimentação tudo aquilo que percebe como sendo altamente calórico, a maioria opta por alimentos com poucas calorias e escasso valor nutritivo, chegando até a jejuar. Outras vezes, sempre com o objectivo de perder peso, optam pela purgação (indução de vómitos ou uso impróprio de laxantes e diuréticos) bem como exercício físico intenso e/ou excessivo.

Existe uma distorção da imagem corporal, o que faz com que a pessoa se sinta gorda mesmo quando está com seu peso muito abaixo do indicado.

A perda de peso é tida como vitoriosa e um sinal de extraordinária autodisciplina, enquanto o ganho de peso é entendido como um fracasso do autocontrole.

A anorexia nervosa apresenta uma mescla de perigosidade que provoca a morte de 20% dos pacientes.

 

 

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publicado às 22:25

Ano Novo, Vida Nova... sem depressão, de preferência!

por oficinadepsicologia, em 04.01.11

Autor: Francisco de Soure

Psicólogo Clínico


 

 

“Ano Novo, Vida Nova!”, diz o povo. E quem ande na rua sabe que nós, portugueses, apostamos muito neste chavão. Um ouvido atento “topa”, nos cafés, nos transportes, na fila do supermercado, as resoluções e promessas já repetidas por todos. “É a partir do Ano Novo que faço dieta”, ajuramenta uma senhora no café, com um olhar culpado sobre o pastel de nata que se prepara para devorar;  “Assim que entre no ano que vem, a ver se deixo de fumar”, promete uma mãe ao filho, entre um cigarro e outro, batendo o pé impacientemente; “Para o ano começo a arrumar as contas e as facturas para o IRS como deve ser”, compromete-se um cliente na farmácia, enquanto se queixa da penalização que sofrera; “Em Janeiro, sem falta, volto para o ginásio”, é a aposta do estudante que acaba de entrar no autocarro depois de um sprint. Promessas, como estas, ouvimo-las todos os anos. Especialmente quando o ano que termina foi duro, cansativo, ou pouco satisfatório. Nessas alturas, só queremos poder prometer a nós próprios que, no ano que vem, vamos ser felizes... Para muitos, 2010 foi um ano assim. A crise que se anuncia e desmente há anos começa a deixar mossa no nosso ânimo, na nossa esperança, no sentido de humor que nos caracteriza. E 2011, tudo o indica, será um ano igualmente difícil. Os aumentos nas taxas de desemprego e impostos, no acesso ao crédito, nos combustíveis,  nas rendas de casa e afins fez-se acompanhar de uma paralização na carreira de muitos, na queda do poder de compra, na redução na confiança na economia e instituições. 2010 foi um ano que trouxe momentos muito duros e, para muitos de nós, que deixou marcas, e 2011 não promete ser melhor.

Não quer isto dizer que seja altura de baixar os braços e ir abaixo. Bem pelo contrário! Na Oficina de Psicologia acreditamos, de facto, que Ano Novo pode e deve implicar vida nova! Especialmente para aqueles que, durante o ano que cessa, se debateram com a desesperança que tão frequentemente resulta em situações de depressão. E sabemos que, para cada vez mais pessoas, esta é uma realidade muito dura que acresce àquelas que a situação do país nos traz.

É exactamente a pensar nestas pessoas que vou iniciar no próximo dia 20 de Janeiro, pelas 19h30, o Grupo Terapêutico de Depressão. Neste grupo, vamos trabalhar no sentido de desenvolver estratégias para retomar o nível de actividade que frequentemente se perde quando nos deprimimos, e recuperar o prazer na realização destas tarefas. Partindo daqui, desenvolveremos estratégias para gerir os pensamentos negativos que nos invadem quando estamos deprimidos, e para lidar com a tristeza, frustração e zanga connosco próprios que também caracterizam a depressão. Sempre apontando a prevenir que a queda na depressão se repita.  Se sente que o ano que passou resultou em, ou contribuiu para, o agravamento de uma situação de depressão, contacte-nos!

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publicado às 17:55

Depressão

por oficinadepsicologia, em 04.01.11

E-mail recebido

 

Tenho 27 anos e casei em Agosto.

Tudo corria bem no meu casamento, até ao dia de ontem em que me desfez num choro incontrolável sem nenhuma razão aparente.

No mês em que casei deixei de tomar a fluoxetina, neste momento tomo apenas 1 comprimido de olcadil 2mg ao deitar e a Pílula.

Julgava ter deixado de vez o comprimido que me dava alegria à vida, julguei ter encontrado a minha alegria de viver… mas, pelos vistos enganei-me, cai num abismo, a minha cabeça pesa-me imenso, a minha barriga dói-me, tenho vómitos constantes e não sei como consegui levantar-me esta manhã para trabalhar. Só penso em voltar para a cama e chorar! Ajudem-me...

 

 

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publicado às 17:49

Eu sou eu, tu és tu...

por oficinadepsicologia, em 04.01.11

Autora: Irina António

Psicóloga Clínica

 

 

Falar sobre dependência emocional é falar sobre histórias de alguém que com surpresa para si próprio começou a emprestar dinheiro, a comprar compulsivamente, a contar coisas que ficariam melhor se estivessem preservadas, ou de alguém que está a sentir desamparado e infeliz porque não recebeu parabéns de um amigo, um telefonema do namorado, um “sim” do filho ou até porque ganhou poucos comentários na sua pÁgina do facebook.

 

 

“All you need is love” cantam os Beatles; todos necessitamos de atenção e aceitação de quem gostamos e com quem convivemos para nos sentirmos seguros e estáveis emocionalmente, dizem os psicólogos. O que acontece é que na expectativa de conquistar o amor, alguns de nós ficam reféns das fantasias acerca das expectativas dos outros e deixam de viver suas próprias vidas e realizar seus próprios sonhos. A dificuldade em conviver com o vazio interno e medo da solidão leva-os estabelecer a relação com a emoção dos outros pelo mesmo modelo que caracteriza a relação com drogas.

 

O facto de cada adulto ter guardado dentro de si uma história da “criança interior” pode ajudar a compreender o medo de ser abandonado, necessidade de carinho, de segurança, do “colo”, assim como a procura eterna de alguém quem nos diga “tu és fantástico, és o melhor”.

 

No movimento de ambivalência que marca o convívio com outras pessoas, todos tentamos procurar o equilíbrio possível: estar aberto e flexível com os outros e preservar a sua independência e originalidade.

A sensação de estabilidade interior não aparece vinda de fora, é uma experiência que só é possível ser adquirida na batalha no campo interno sobre o lema: “vive a sua própria vida”. Nesta batalha as perguntas: “como estou?”, “o que necessito?”, “o que é bom / mau para mim?”, “o que faço é para responder à minha necessidade ou para o outro gostar de mim?”, podem ajudar a definir estratégias e ajustar tácticas. Princípios e gostos pessoais, actividades e coisas que dão prazer são um sustento importante para dar força e ganhar.

 

Cada um de nós enfrenta suas próprias batalhas, sendo que:

“Eu faço as minhas coisas, tu fazes as tuas,

Não estou neste mundo para viver de acordo com tuas perspectivas

E tu não estás neste mundo para viver de acordo com as minhas

Tu és tu, eu sou eu,

Se por acaso nos encontramos, é lindo,

Se não, não há nada a fazer…” (oração do fundador da Terapia Gestalt, Fritz Perls)

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publicado às 10:03

Rat race!

por oficinadepsicologia, em 03.01.11

Autora: Susanne Diffley

Hipnoterapeuta Clínica

 

 

“O estudo, que em Portugal decorreu entre 16 e 29 de Novembro e envolveu 500 pessoas, com idades entre 25 e 65 anos, revela também que sete em cada 10 portugueses (74%) afirmam não ter tempo para fazerem aquilo que mais gostariam”
Agência Lusa, 20 Dezembro, 2010

 

Conhece a expressão rat race?

Aquela luta constante, inútil e desgastante que parece caracterizar a vida quotidiana das sociedades modernas. A expressão rat race é inspirada na imagem, um pouco desanimadora, dos ratinhos de laboratório nas suas gaiolas a correr desalmadamente nas suas rodas.

 

Correr tanto para quê se não saem do mesmo lugar?

Correr tanto porquê?

Nunca se sentiu um pouco como os ratinhos de laboratório?

 

Acabamos por aderir à correria do rat race porque temos que pagar as contas no fim do mês, a mensalidade do ginásio (que frequentámos duas vezes no ultimo ano), levar a filha à natação, aulas de viola e ballet, levar o filho ao Karaté, ir ao supermercado……..

 

Já se está a sentir cansado?

Não está sozinho! Segundo o mesmo estudo, 47% da população portuguesa afirma sentir-se cansada, com falta de energia.

 

E o rat race mental? As preocupações, o pensamento a um ritmo desenfreado? Que ainda por cima é contagioso. Se o colega do lado anda todo stressado, ou se na rua correm todos para apanhar o autocarro, quando você dá por si, está com o coração a 120 ppm e sem fôlego!

Para quê?

 

 

 

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publicado às 12:21



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