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Porque amanhã é dia de namorar...

por oficinadepsicologia, em 13.02.11

Instituíu-se que, a 14 de Fevereiro seria dia de amores publicitados, por isso, aqui vão as nossas lembranças de que, acima de tudo, comecemos pelo amor-próprio. Difícil gostar de si? Que tal vir desenvolver a auto-estima no nosso workshop Bem-me-Quero? Nova edição a começar ainda em Fevereiro!

 

“Ao procurar o que os outros olham em mim, vejo-me ao espelho.

Vejo-me belo e feio, Vejo-me triste e contente.

Vejo-me, mas não me vejo, Procuro-me mas não me encontro.

Perguntei então ao espelho: ”Porque não me vejo?”

E ele respondeu: “Porque não te encontras!”

Perguntei então: “Como me posso encontrar?”

E ele respondeu: “Quando a ti souberes amar!”

 

“Gosto de mim porque gosto, Gosto de mim porque sim,

Gosto de mim porque aposto que ninguém gosta de mim assim.”

Helena Gomes

 

 

 

publicado às 13:27

Hipno-Parto

por oficinadepsicologia, em 12.02.11

Autora: Susanne Diffley

Hipnoterapeuta Clínica

 

“Ser mãe é embalar nos braços

Um sonho lindo e profundo

È andar presa nos laços

Do maior amor do mundo!

 

Ser mãe é viver a amar

È sem receber tudo dar,

A tudo renunciar

È viver e recordar!...”

 

(Fernanda França)

 

 

 

Para algumas mulheres o momento do nascimento de um filho pode ser a experiência mais enriquecedora e inesquecível das suas vidas. Para outras, a experiência pode ser uma de medo, dor e desamparo. A sensação de perda de controlo, pode transformar-se numa ansiedade descontrolada, que torna o parto mais moroso, extenuante e dificulta a recuperação pós-parto.

 

Culturalmente, somos educadas a pensar que o parto tem que ser uma experiência que envolve dor, cansaço e desgaste. Desde meninas que ouvimos histórias de partos das nossas mães, tias e vizinhas. Todas as narrativas têm algo em comum – dar à luz um filho dói!

Mas será que dói mesmo?

A Hipnoterapia Clínica tem sido usada em Obstetrícia há décadas. Existe uma vasta gama de investigação científica, e os resultados são unânimes. As técnicas de hipnose clínica podem;

  • Reduzir o desconforto físico
  • Diminuir a necessidade e dosagem administrada de anestésicos durante o parto
  • Encurtar a tempo de duração do parto (redução de 2 a 4 horas)
  • Diminuir o desgaste físico e cansaço da mãe e bebé
  • Estimular os processos naturais fisiológicos
  • Promover a recuperação pós-parto
  • Reduzir o risco de depressão pós-natal
  • Lidar com o medo e consequente tensão muscular (que atrasa o trabalho de parto)
  • Aumentar a percepção de controlo da mãe
  • Diminuir a necessidade do uso de fórceps e ventosa
  • Alterar a percepção e ideias pré-concebidas acerca do parto
  • Promover pontuações mais elevadas na Escala de Apagar (frequência cardíaca, respiração, tónus muscular e cor) do recém-nascido

 

publicado às 21:30

Hipno-infertilidade

por oficinadepsicologia, em 12.02.11

Autora: Susanne Diffley

Hipnoterapeuta Clínica

 

Infertilidade

Por definição, falamos de infertilidade quando após um ano, um casal que deseja conceber um filho, tem relações sexuais regularmente sem o uso de métodos anticoncepcionais e não consegue engravidar. Se a mulher tiver mais de 35 anos de idade, o período reduz para seis meses. O termo infertilidade é igualmente aplicável no caso da existência de três ou mais Interrupções Espontâneas de Gravidez consecutivas.

Estima-se que em Portugal cerca de 500 mil casais lidam com alguma forma de infertilidade. Segundo a Organização Mundial de Saúde, entre 60 a 80 milhões de casais no mundo, são inférteis. Estatísticas europeias e americanas apontam para uma prevalência de infertilidade conjugal que ronda os 15-20% na população em idade reprodutiva. A taxa de infertilidade masculina e feminina aparenta ser similar.

Causas

Nem sempre é fácil diagnosticar as causas da infertilidade. Entre as mais comuns temos problemas hormonais que podem traduzir-se em perturbações na ovulação e na produção de progesterona (nos homens), Síndrome do Ovário Policístico, Endometriose, problemas funcionais e estruturais nas trompas do Falópio e anomalias na morfologia e contagem de espermatozóides

Adicionalmente, pensa-se que a infertilidade tem aumentado nos países industrializados devido ao adiamento da idade de concepção, à obesidade, aos hábitos sedentários, consumo excessivo de gorduras, tabaco, álcool e outras substâncias, produtos usados na produção alimentar, produtos de limpeza doméstica e poluição ambiental

publicado às 19:22

Depressão

por oficinadepsicologia, em 11.02.11

publicado às 14:18

Estamos a tornar-nos um país de "drogados"?

por oficinadepsicologia, em 11.02.11

Autor: Francisco de Soure

Psicólogo Clínico

 

 

De acordo com o relatório para a evolução dos Indicadores Nacionais do Plano nacional de Saúde, desde 2004 o consumo de medicamentos ansiolíticos, antidepressivos e sedativos aumentou mais de 25%. Este é, de resto, um dos indicadores nos quais o nosso Plano Nacional de Saúde continua claramente deficitário, revela também a Organização Mundial de Saúde. Este enquadramento parece indicar que somos um povo que, cada vez mais, depende de psicofármacos para conseguir funcionar no dia-a-dia e conseguir sobreviver com algum bem-estar. Em ano de agravamento das medidas de austeridade, de revisão do código contributivo e de flexibilização das leis de despedimento, 2011 promete ser um ano ainda mais dado a este tipo de consumos.

 

De acordo com a Oficina de Psicologia, esta tendência tem reflexo nas patologias apresentadas por quem procura ajuda psicológica. Ao longo de 2010 os pedidos de ajuda reflectiram um aumento exponencial de diagnósticos de depressão e de perturbações da ansiedade. Esta tendência, de resto, vem-se verificando desde 2008, ano que assinala o início da “crise” que vivemos actualmente. A explicação para este aumento passa, grandemente, pelo impacto que estes acontecimentos têm na nossa percepção do mundo.

 

 

publicado às 10:54

Ansiedade Social e Cannabis

por oficinadepsicologia, em 02.02.11

E-mail recebido

 

Sempre tive problemas de auto-confiança em grande parte, devido à adolescência complicada que tive por ter uma familia disfuncional e instável. Há uns 6 anos a esta parte que começei a fumar canabis e neste momento consumo todos os dias pelo menos à noite. Não sei se tem ou não, alguma ligação, isto porque anteriormente passei por situações marcantes e dificeis na minha vida, mas o que é facto é que com o passar deste tempo todo, começei a desenvolver medos, nomeadamente fobia social, tenho cada vez menos prazer de sair com outras pessoas e tenho um medo que ainda me assusta mais e que me tem acompanhado até hoje e está cada vez a ficar pior - medo de perder as pessoas que mais amo, principalmnte o meu marido. Medo que as pessoas deixem de gostar de mim e para piorar estou sempre a matutar nos mesmos assuntos que muitas das vezes nem têem a importância que deveria dar. Gostava muito de deixar de consumir canabis, mas temo que esteja um pouco viciada. O que hei-de fazer em relação a tudo isto?

 

 

Grata pela vossa atenção!

 

H

 

 

 


publicado às 11:50

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