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Romeu e Julieta - a história que se repete

por oficinadepsicologia, em 19.05.11

Autora: Ana Crespim

Psicóloga Clínica

 

Ana Crespim

 

 “Penso logo existo”… Será? Parece que por vezes a nossa mente nos atraiçoa-a… Porque não, então, “Sinto logo existo”? Se pararmos para pensar nisto, os nossos sentimentos, por vezes, determinam mais as nossas acções, escolhas e estados de espírito, do que propriamente o que pensamos… Aliás, quantos e quantas vezes o que pensamos não é fruto do que sentimos?

 

Será? Infelizmente, para os mais românticos, os sentimentos não vêm do coração. Também vêm da mente. Tudo começa por aqui e da relação entre racional e emocional, ou da disputa, sim, porque apesar de produto da nossa brilhante mente, nem sempre é clara a relação entre ambos – e por vezes temos a parte mais racional à bulha com a emocional - temos como resultado as nossas acções, comportamentos.

Pois é, no amor encontramos estes dois pólos… O que pensamos, por um lado, e o que sentimos, por outro. E estes dois aspectos, nem sempre conseguem atingir a tão esperada harmonia que o ser humano persegue com tanta insistência.

 

 

 

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publicado às 12:07

Como fazer para que um "não" seja um "não"!

por oficinadepsicologia, em 18.05.11

Autora: Inês Mota

Psicóloga Clínica

 

 

Inês Mota

 

Se por vezes fica com a sensação de que quando diz “Não”, não é ouvido ou percebido ficando a sentir-se ignorado ou desrespeitado, aqui fica o convite para experimentar uma fórmula normalmente eficaz.

Primeiro que tudo tente perceber se por vezes se sente inibido em afirmar o seu “Não”. Se sim, tente perceber quais as razões que o levam a ficar em dúvida e anote-as num papel. 

De facto, acontece por vezes que a nossa mente fabrica justificações como: “vou ser rejeitado”, “vou magoar o outro”, “vou pôr o outro em causa”, “sou egoísta”, quanto pensamos em exprimir o que pensamos, o que sentimos, como quando, por exemplo, pretendemos recusar um pedido indesejado ou expressar o desagrado relativamente à atitude de alguém.

Várias são as razões que nos levam a pensar automaticamente desta forma, de entre as quais, a nossa educação, mas sobretudo, mantenha-se firme e não se deixe cair nestas rasteiras, pois:

-Todos nós temos direito a pensar e a sentir de diferentes formas e a expressar o que sentimos e pensamos.

-Todos nós temos o direito de expressar a nossa liberdade de pensamento e afirmação ao mesmo tempo que respeitamos a liberdade, perspectiva, convicções e crenças daquele com o qual interagimos.

Vamos agora treinar:

Imagine uma situação em que se tenha sentido desrespeitado e experimente comunicar o seu desagrado:

Passo 1 )

Quando…  (descreva objectivamente o comportamento do outro), ex: quando me interrompes quando estou a trabalhar.

Passo 2)

Os efeitos são… ( descreva como é que o comportamento do outro afecta concretamente a sua vida ou sentimentos), ex: eu desconcentro-me, interrompo a minha tarefa e acabo por ser menos produtivo.

Passo 3)  

Eu preferia que …(descreva o que pretende), ex: me perguntasses primeiro se posso falar contigo naquele momento.

Pode também introduzir um passo intermédio “ Eu sinto…”, que clarifica para nós e para os outros quais são os nossos sentimentos e pode reduzir mal-entendidos acerca da natureza dos nossos sentimentos. Mas, descrever os nossos sentimentos pode ser inapropriado em determinadas situações (i.e. uma reunião de negócios).
Pode treinar primeiro com várias situações pelas quais tem passado, escrevendo num bloco as alternativas. Pode também treinar com um amigo. E depois aventure-se e afirme os seus nãos, respeitando-se a si e aos outros. 
Venha experimentar ao vivo esta e outras fórmulas eficazes no grupo Vencer a Ansiedade Social www.oficinadepsicologia.com.
Novo grupo psicoterapêutico a começar hoje, dia 18, às 19:30 - encontros semanais, 12 sessões.

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publicado às 10:35

Recriar o futuro com Hipnose Clínica

por oficinadepsicologia, em 17.05.11

Autora: Susanne Diffley

Hipnoterapeuta Clínica

 

 

Susanne Diffley

“Como seria viver a minha vida sem este tipo de problema”? Perguntou-me a cliente, já naquela fase de desespero, de quem está a chegar ao limite da frustração. “Não sei”. Respondi eu. “Mas….será que podemos criar um novo modo de sentir a vida?”. Perante o olhar indignado da cliente, sugeri um pequeno exercício de Hipnose Clínica denominado Pseudo-Orientação no Futuro. Após a indução hipnótica, foi pedido à cliente que fizesse uma “viagem no tempo” a um lugar ou situação no futuro, em que sentisse como seria vivenciar e sentir a vida sem o problema que tanto a limitava. “Como seria a sua postura corporal? As roupas que vestiria? O cabelo? A expressão facial? O tom da voz? As emoções?”

 

Como seria viver a vida no futuro sem este problema? (…) Agora, você está nesse futuro! “.

 

Criámos em sessão um ambiente emocional de mudança e curiosidade. Demos o primeiro passo para um futuro diferente. Terminámos a sessão com o treino do exercício em auto-hipnose. Deste modo, iniciámos o processo de familiarização com uma nova realidade de viver e sentir a vida e – literalmente – abrir novos “percursos” neuronais, que vão impulsionar a mudança, e quebrar progressivamente a rotina de velhos hábitos de ser e estar.

 

E você, já imaginou como poderá “recriar” o seu futuro?

 

 

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publicado às 11:55

Reduzir o volume das conversas entre pais e adolescentes

por oficinadepsicologia, em 16.05.11

Autora: Inês Mota

Psicóloga Clínica

 

 

Inês Mota

Se é pai ou mãe de filhos adolescentes, é natural que os conflitos se evidenciem e que tragam com eles as discussões, mas se tem como objectivo reduzir o volume estridente normalmente presente nas conversas em Alta Voz com os seus filhos adolescentes, mantenha presente os seguintes tópicos:

 

- Lembre-se que pertencem a gerações diferentes (com diferentes ideais e por isso diferentes ideias). Lembre-se que as gerações dependem umas das outras. Converse com o seu filho sobre essa continuidade e sobre as mudanças, criando assim mais pontes e não aumentando o fosso entre gerações.

-Ouça o que os media comunicam sobre a adolescência, preocupe-se q.b.  mas não generalize: Quando falar com o seu filho mantenha presente a sua “ fotografia”  real e não a imagem da “marca adolescência”.

- Aproxime-se do seu filho com disponibilidade genuína para ouvir as suas histórias, os seus pensamentos e sentimentos muito provavelmente confusos.

- Esteja com ele na procura de uma maior coerência para os seus pensamentos e sentimentos, e resista à tentação de impor, julgar ou recriminar pois isso conduzirá ao afastamento do seu filho e perderá assim a oportunidade de o ajudar a ver com maior nitidez “o caminho”.

- Tente encontrar formas alternativas de educar, sempre mais adaptadas às situações, não repita a forma como o educaram se não estiver a funcionar com o seu filho.

- Tente perceber se têm discussões repetidas: se sim e se já sabe como começam e acabam, e a solução passa então por fazer diferente, ex: se costumam discutir antes do jantar experimentem após o jantar, se costumam discutir na cozinha experimentem na sala, se normalmente é a sós, falem com a família reunida…

- Tente clarificar regras e limites, procure que sejam percebidas e cumpridas mas esteja disponível para negociar.

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publicado às 11:05

Sorria! Está em terapia!

por oficinadepsicologia, em 15.05.11

Autor: Luís Gonçalves

Psicólogo Clínico

 

 

Luis Gonçalves

A influência positiva do humor em psicoterapia está bem fundamentada pela investigação, assentando na capacidade do terapeuta em criar um ambiente seguro em que qualquer emoção tem o seu espaço legítimo. A título de exemplo, e independentemente de ser tristeza, vergonha ou alegria que sente, o cliente deve sentir que a relação terapêutica o aceita e acolhe incondicionalmente. É que a capacidade de o cliente conseguir, a certa altura do processo, brincar com a sua própria experiência é um óptimo indicador de melhoria e mudança. Não defendo aqui um positivismo descolado do sentimento humano mas sim o uso do humor como ferramenta de trabalho nos caminhos empoeirados da vida.

 

 

Relembre agora uma altura em que esteve mais em baixo. Isso, deixe que o acontecimento surja espontaneamente e se imponha…. Parece que via a sua vida a preto e branco, sem cor nem esperança. Qualquer acontecimento negativo, por mais pequeno que fosse, tinha um impacto enorme em si. Como se apenas reparasse, automaticamente, em sinais que confirmavam o seu estado depressivo e “ignorasse” dados positivos e de melhoria. É como se estivesse a observar um quadro com uma bela paisagem mas desse apenas importância a um defeito na moldura.

 

A certa altura do processo terapêutico, algo irresistível começa a acontecer. Relembro um início de sessão em que o cliente vinha irritado devido a uma multa de estacionamento. Aquele evento tornou-se mais uma confirmação para o cliente de que “tudo lhe corria mal na vida”, sendo que aquela semana parecia já estragada. Alguns meses depois, foi imensamente curioso verificar a reacção diferente do cliente perante o mesmo evento. É que, infelizmente, este foi multado outra vez mas o modo como relativizou e brincou com a situação foi até contagiante!

 

É que o terapeuta é fundamental na orientação desta mudança de perspectiva, conduzindo o cliente a procurar o que de positivo terá uma situação difícil. O cliente torna-se “resiliente”, cultivando uma nova atitude que o ajudará a viver a beleza da paisagem ou a presença da tal imperfeição. Neste novo caminho que se inicia, transformar um detalhe de vida numa bela piada reduz a ansiedade e fomenta o bem-estar do corpo e mente.

 

O próprio terapeuta deve ter essa capacidade, dentro e forma do consultório. Também ele precisa de rir com momentos menos felizes. E despeço-me agora, antes que o jantar queime e tenha de usar o humor para com os meus dotes de cozinha!

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publicado às 11:18

Autora: Inês Mota

Psicóloga Clínica

 

 

Inês Mota

Lembre-se:

 

“Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão. (Artigo 19, Carta Universal dos Direitos Humanos)

 
Sugestões de auto afirmações de direitos: Corte, cole e adapte e faça você mesmo:

- Eu tenho o direito de ser respeitado e tratado de igual para igual, qualquer que seja o papel que desempenho ou o meu estatuto social

- Eu tenho o direito de manter os meus próprios valores, desde que eles respeitem os direitos dos outros

- Eu tenho o direito de expressar os meus sentimentos e opiniões

- Eu tenho o direito de expressar as minhas necessidades e de pedir o que quero

- Eu tenho o direito de dizer não sem me sentir culpado por isso

- Eu tenho o direito de pedir ajuda e de escolher se quero prestar ajuda a alguém

- Eu tenho o direito de me sentir bem comigo próprio sem sentir necessidade de me justificar perante os outros

- Eu tenho o direito de mudar de opinião

- Eu tenho o direito de pensar antes de agir ou de tomar uma decisão

- Eu tenho o direito de dizer «eu não estou a perceber» e pedir que me esclareçam ou ajudem

- Eu tenho o direito de cometer erros sem me sentir culpado

- Eu tenho o direito de fixar os meus próprios objectivos de vida e lutar para que as minhas expectativas sejam realizadas, desde que respeite os direitos dos outros

- Eu tenho o direito de ser quem sou

- Eu tenho o direito…. (complete o espaço em branco - Corte e cole e faça você mesmo)

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publicado às 15:23

Dia Mundial da Fibromialgia

por oficinadepsicologia, em 13.05.11

Imagine que sente dores pelo corpo todo e que estas variam de intensidade constantemente. Que se sente constantemente cansado/a, que tem alterações do sono e do humor, e indisposição. Como isso afectaria a sua vida? Talvez a sua capacidade de funcionar no trabalho diminuísse, talvez as suas relações com amigos e familiares fossem prejudicadas, talvez tivesse menos paciência para os seus filhos e talvez se sentisse culpado por isso, sentindo que era uma pessoa pior. Talvez tudo isso lhe trouxesse sentimentos de desesperança, de tristeza fazendo com que a sua forma de olhar para si, para a sua vida e para o seu futuro fosse influenciada negativamente por todas estas questões. Isso é o que acontece à maioria das pessoas que sofrem de fibromialgia. Os sintomas referidos, são os sintomas com os quais estas pessoas e suas famílias têm de lidar todos os dias. Neste contexto, a procura de ajuda psicoterapêutica provou-se benéfica por variadas razões. Numa relação terapêutica, a pessoa que sofre de fibromialgia pode encontrar o contexto ideal para desconstruir crenças pessimistas sobre si mesmo e sobre a sua vida, criar recursos e estratégias para lidar com a situação, encontrando estados emocionais e físicos mais positivos, contribuindo mesmo para a diminuição da intensidade dos sintomas. Além disso, segundo pesquisas realizadas na área, foi encontrada em alguns casos, uma relação entre traumas emocionais e o início dos sintomas. Nestes casos, a psicoterapia pode ser uma ferramenta extremamente útil de identificação e resolução destas situações traumáticas. Assim, não hesite em procurar ajuda. Estará a dar a si mesmo a oportunidade de aumentar significativamente a sua qualidade de vida e de todos aqueles que sofrem consigo.

Bia Andrade

 

 

 

 

Na vida, as coisas não são sempre preto ou branco… e a Fibromialgia vem mostrar-nos isso mesmo. Já pensou no quanto pode ser incapacitante sofrer de uma doença que é permeável ao seu estado de humor e cansaço? Sentindo no corpo uma espécie de reflexo, efeito espelho, do que sente emocionalmente? Pior, ser uma doença que muitos encaram como mera preguiça e que, ainda por cima, é difícil de diagnosticar? É por isto e muito mais que passa quem sofre desta doença. No entanto, ela não ataca indiscriminadamente. Existem alguns factores de risco:

- Género: as mulheres são cinco a nove vezes mais afectadas do que os homens;

- Idade: inicia-se sobretudo entre os 20 e os 50 anos, embora possa também atingir crianças e jovens em idade escolar.

Existem alguns sinais de alerta a que devemos estar muito atentos:

- Dores musculares generalizadas;

- Fadiga;

- Alterações na quantidade e qualidade do sono;

- Perturbações cognitivas.

Já pensou nas limitações? E no impacto psicológico? Como será sentir que o seu corpo não consegue responder ao que tem para fazer? Que os outros o criticam porque esta dor não se vê e ainda é tão mal aceite, tão pouco compreendida?

Não é de espantar que a medicação, por si só, não seja suficiente. É preciso aprender a lidar com o impacto da doença e a minimizá-lo. Afinal, se a gravidade da mesma tem uma relação directa com o estado emocional, com o estado de humor, trabalhando esta área o que acha que acontece? Uma possível diminuição do impacto da doença, com uma redução da intensidade dos sintomas. E é aqui que a psicologia entra, de mão dada com outras especialidades médicas na luta contra as repercussões negativas que esta doença pode ter na vida de quem padece desta doença e na dos que o rodeiam.

Se sofre ou se convive com alguém que sofra de Fibromialgia, não deixe de procurar ajuda. Afinal, é da sua saúde que estamos a falar.

Ana Crespim

 

 

 

 

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publicado às 09:38

Psico-somatização

por oficinadepsicologia, em 11.05.11

E-mail recebido

 

"Olá
Sou o P, sou de A actualmente a residir fora do país. Nunca tive nenhuma crise de ansiedade ate há dois anos atrás. Fui ao psiquiatra e ele logo me receitou fluoxetina e um outro medicamento para acalmar. Fiz tratamento durante dois anos e agora em Março voltei a ter uma crise bem forte. Durante este tempo sempre sinto que tenho algo na minha garganta tipo uma. O médico há dois anos disse-me que não tinha nada. Tenho feito analises também esta tudo normal, fiz uma endoscopia há duas semanas e deu tudo certo também, na sexta passada passei a noite acordado em desespero , mesmo em desespero sem saber o que fazer só pensando que tenho cancro e um sentimento tão desesperante que não sei o que fazer . Fui medico na sexta com a minha esposa , cheguei lá chorei mas chorei de desespero e não é fácil um homem de 35 anos chorar assim mas é o desespero de ter sempre na cabeça o pensamento que posso ter uma doença e sempre a pensar no cancro e na morte sei lá o que mais ... No meu trabalho passo 12 horas sozinho, sou segurança e tenho acesso à Internet, pelo que passo o tempo buscando sinais, sintomas, sei lá .... meus amigos, é desesperante! O médico acabou por me receitar fluoxetina 20 mg , e diazepam 2mg. Comecei a tomar sexta mas so agora e que parece que esta a começar a fazer efeito, tenho dormido mais .... apesar da minha esposa me dar todo o apoio, não consigo lidar com esta situacao .... "

 

 

 

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publicado às 00:26

Fobia Social

por oficinadepsicologia, em 10.05.11

E-mail recebido

 

"Boa Tarde,

 

O meu marido tem vindo a sofrer de uma fobia social, que se tem vindo a agravar. 

 

Tendo uma profissão bastante exigente em termos de relacionamento interpessoal e exposição perante terceiros, que nunca lhe causou qualquer tipo de nervosismo ou ansiedade, 

tem agora ataques de ansiedade no momento das refeições (por vezes, até com grupo de amigos). 

 

Continua a fazer reuniões e apresentações publicas sem quaisquer problemas ou ansiedade. 

Porém, sempre que tem um almoço de negócios/ trabalho ou um evento (casamentos, festas, etc.) sofre de ansiedade, tremem-lhe as mãos e imagina ter todos a olhar para ele e para o que faz. 

 

Ciente do problema, que se tem vindo a agravar, chegou a fazer algumas consultas com um psicólogo, mas que em nada resultaram. Imagino que este tipo de fobia requeira um tratamento especifico e especializado. 

 

Gostaria de me indicassem qual o tipo de tratamento (psicoterapia individual? Hipsone? …?)  que consideram adequado a esta situação e qual a frequência e duração estimada para o mesmo. 

 

Obrigada"

 

 

gia


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publicado às 23:08

Adaptação ao infantário

por oficinadepsicologia, em 10.05.11

E-mail recebido

 

"Não sei se estou a escolher o canal de contacto ideal mas este artigo caiu-me que nem uma luva. Tenho uma bebé de 18 meses que era super risonha e dada mas desde que foi para o infantário (aos 11 meses, até lá esteve com a avó) que manifesta um sofrimento imenso cada vez que eu me afasto, de tal forma que não quer mais ninguém, nem mesmo o pai ,e para além disso regrediu imenso no seu desenvolvimento. Já dizia umas palavrinhas e desde que foi para o infantário deixou de dizer, e ainda não anda sem ajuda.

Já fomos a uma consulta de neurologia pediátrica e segundo opinião médica a nível neurológico esta tudo bem.

Mas para mim, como mãe está a ser cada vez mais difícil saber como lidar com esta situação, até porque a minha filha mais velha(8anos) também já se está a ressentir pois a bebé não me deixa tempo nem espaço nenhum para mais nada. Além disto tudo de cada vez que estamos com mais pessoas ela fica super nervosa e nem deixa ninguém aproximar-se.

Não sei mais o que fazer, será que me podiam dar alguma conselho ou sugestão para menorizar esta situação?

Obrigada"

 

 


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publicado às 22:52



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