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Dicas para falar sobre as suas expectativas

por oficinadepsicologia, em 03.06.11

Autora: Irina António

Psicóloga Clínica

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Irina António

Sabia que muitos dos problemas relacionais se alimentam com energia das expectativas não realizadas de um ou de ambos os parceiros. Expectativas não expressas, ou expressas de uma maneira ilegível para outra pessoa, ou ainda declaradas em forma de sermões e obrigações. As mesmas despertam o sentimento de frustração, sendo que todos queremos experienciar o momento de transformação da expectativa em realidade.   

 

Saber falar das suas expectativas é uma competência relacional importante. A pessoa que está do outro lado precisa de saber o que esperamos dela, o que ajuda a trilhar caminho mais seguro para uma relação “transparente”: o outro sabe do seu desejo e pode manifestar se está ou não está disponível para o realizar. Vamos explorar os passos desta comunicação.

 

    1. Coloque a sua expectativa numa frase, evitando formulações negativas do género “não quero que tu”, mas “eu gostaria que tu…”
    2. Faça uma avaliação da sua expectativa:

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publicado às 10:57

Dicas para aumentar a auto-estima da criança

por oficinadepsicologia, em 02.06.11

Autora: Inês Afonso Marques

Psicóloga Clínica

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Inês Afonso Marques

Muitos pais questionam-se sobre a melhor forma de ajudar os filhos a construírem uma imagem positiva sobre si próprios. Não havendo “melhores formas” na educação, aqui ficam algumas dicas para ajudar a criança a valorizar-se.

 

- Encoraje a assertividade. Ensine a criança a expressar as suas necessidades aos adultos e a exprimir os seus pontos de vista junto dos seus pares. Se o seu filho se queixa que algum colega na escola o trata com maus modos, encoraje-o a dizer “Não gosto da forma como estas a falar comigo.”

 

- Ao elogiar, seja específico. Dizer “És tão inteligente” é bastante diferente de “Bem, tens mesmo uma memória impressionante” ou “Jogas realmente bem à bola”. Opte por elogiar características ou comportamentos específicos.

 

-

 

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publicado às 10:16

Reis e Raínhas

por oficinadepsicologia, em 01.06.11

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Ateliê “Reis e Rainhas”

Crianças dos (6-10 anos de idade) e respectivos Pais

Dia 4 de Junho 2011 (17h30 às 19h00) – Av. Paris, nº 4, 5º andar - Lisboa

 

Muitas vezes os pais no dia-a-dia, não têm tempo para estarem e brincarem com a criança. Encaram a brincadeira com um carácter desvalorizativo como se fosse algo improdutivo e trivial. No entanto é necessário encararmos a brincadeira de outra forma, porque brincar é benéfico para a criança pois proporciona-lhe a oportunidade para aprenderem quem são, o que podem fazer e como se podem relacionar com o mundo que as rodeia.

 

 

 

 

A brincadeira contribui para criarem uma relação mais próxima e laços afectivos mais fortes com a família, promovendo um aumento da sua auto-estima, permitindo explorar a criatividade, ensina-as a falar sobre os seus sentimentos, pensamentos, etc. Por outro lado, ajuda-as nas competências sociais, ensinando-as a saberem esperar pela sua vez, a partilharem, e a serem sensíveis aos sentimentos dos outros.

 

Neste ateliê oferecemos algumas sugestões aos pais sobre como brincarem com os seus filhos, evitando algumas tendências comuns para dominarem a brincadeira e de fazerem com que a criança se aborreça. Utilizaremos formas para estimular as competências cognitivas, e criativas e sociais da criança através do brincar.

 

Será realizado um jogo num tapete mágico, onde se pede a cada uma das crianças e respectivos pais, que lancem um dado gigante. De acordo com os números obtidos cada criança avança o número de casas assinalado. Se calharem nos quadrados marcados terão que desempenhar determinadas tarefas de interacção pré-definidas.

 

Será um espaço de partilha para ambos, onde irão levar sugestões para casa.

 

Data Limite de Inscrições – 3 de Junho 2011 – contacto@oficinadepsicologia.com

Custo: 20€ por agregado familiar

Número de Inscrições Limitado

 


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publicado às 14:52

Dia Mundial da Criança

por oficinadepsicologia, em 01.06.11

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Nos dias cinzentos, regados de chuva, sentas-te à porta a desenhar o sol
Nos dias solarengos, brilhantes de luz, regas as plantas para não murcharem
Contigo falam as flores e os pássaros, vês com clareza o que para nós é tão difícil de entender
Crescem-te os braços e as pernas, dia a dia, a acompanhar o teu crescente coração
A vida deveria ter sempre a pureza das tuas palavras e o perfume dos teus sonhos


Não há vida sem ti, não há começo nem fim
Criança 
Tens nos olhos as cores do universo e a tua voz é a versão acústica do infinito

Maria João Galhetas

 


Como uma criança antes de a ensinarem a ser grande,

Fui verdadeiro e leal ao que vi e ouvi.

 

Alberto Caeiro, in "Fragmentos"

Heterónimo de Fernando Pessoa

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publicado às 12:12

Dia Mundial da Criança

por oficinadepsicologia, em 01.06.11

Autora: Fátima Ferro

Psicóloga Clínica

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Fátima Ferro

Quando éramos crianças, crianças de rua, corríamos com sorrisos no rosto querendo agarrar o mundo, a lua e o sol, numa bola de algodão com sabor doce. Criávamos fantasias com desejos de crescer.

 

Partilhávamos confidências com um peão na mão que rolava em círculos de ouro tentando não cair, cozinhando jantarinhos que enchiam a barriga de predicados copiados das nossas mães.

 

Com pressas e correrias aguardávamos o recreio ou o final do dia de escola.

 

De caixas fazíamos casinhas, e de bocados de madeira, carrinhos de rolamentos, que percorriam caminhos de grande alvoroço, mas procurando um final feliz.

 

Éramos príncipes e princesas, policias e ladrões, índios e cowboys viajando até onde a criatividade nos levava, e sobretudo éramos crianças, aquilo que eu e tu fomos um dia, neste mundo composto de todos nós.

 

Brincadeiras simples repletas de significados e emoções que eram guardadas em cofres de tesouros, não fossem aparecer os piratas.

E é neste dia que a Oficina de Psicologia lhe propõe que recorde com os seus filhos como brincava e que recuem no tempo, fazendo de conta, jogando ao pião, à macaca, etc.

 

E protejamos todas as nossas crianças à medida de um sol que nasce todos os dias e que ilumina os nossos dias.

 

E não resisto à tentação de vos deixar este texto publicado pelo Prof. Dr. Eduardo Sá

“Um dia, a Sofia confiou-me - entre perplexidade e magia - que se eu esticasse os meus braços e me pusesse em bicos-de-pés, talvez chegasse ao céu. Percebi , nessa altura, que à escala do universo, o meu tamanho seria, talvez milimetricamente, distinto do dela mas que, ao confiar-se à minha protecção, o céu começaria onde os meus braços a pudessem proteger.”

 

Bom Dia Mundial da Criança!

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publicado às 09:54

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