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Celebrar a amizade

por oficinadepsicologia, em 22.07.11

Autor: António Norton

Psicólogo Clínico

www.oficinadepsicologia.com

 

António Norton

O que leva a amizade  a ser um factor de protecção da saúde mental? Qual é verdadeiramente a importância de termos amigos? 

 

Os amigos funcionam como catalisadores dos nossos recursos emocionais. Se não tivéssemos amigos entraríamos em estados de saturação emocional. As nossas emoções precisam de ser renovadas e essa renovação dá-se quando encontramos pessoas com quem criamos laços de afinidade, intimidade e cumplicidade, com quem vivemos várias experiências e partilhámos vários momentos. Quando vemos essas pessoas, rapidamente acedemos quase instantaneamente a esse mundo de memórias e essas memórias remetem-nos para determinados estados emocionais que renovam e reciclam outras emoções já saturadas.

 

Vou me procurar explicar de uma forma mais coerente e clara: 

Na nossa vida somos alvos de várias situações que alteram os nossos estados emocionais e conduzem a estados de ansiedade mais ou menos moderados, a estados de stress, de instabilidade emocional. 

Por vezes vivemos em relações familiares e conjugais onde existem elevados níveis de saturação, discussões contínuas que conduzem a sintomas depressivos. 

Os amigos muitas vezes são a "lufada de ar fresco" que nos permite voltar a respirar e a reencontrarmo-nos. Quando estamos com amigos revisitamos e reencontramos memórias de bons momentos passados e imediatamente entramos e mudamos o nosso estado emocional, a nossa tensão fica mais leve, o sorriso volta, as brincadeiras, a boa disposição, o humor e a energia. 

 

A amizade tem algo de absolutamente fundamental para a sensação de liberdade que promove: Um verdadeiro amigo nada nos cobra, nada exige de nós, não temos de lhe dar nada, não lhe devemos nada, não há condicionalismos. Os verdadeiros amigos não ficam chateados ou amuados se não podemos estar com eles. Os verdadeiros amigos compreendem tal e respeitam as nossas escolhas e a nossa liberdade.

 

publicado às 19:33

Dia da Amizade

por oficinadepsicologia, em 20.07.11

www.oficinadepsicologia.com

 

Ana Crespim

Amizade... poucas palavras têm a enorme responsabilidade de dizer tanto. O que há de mais precioso do que sabermos que temos amigos com quem podemos contar? Existem muitas coisas na vida que passam... passam com o tempo, passam por nós... Umas deixam marcas, outras nem tanto, mas a amizade não. Ninguém fica indiferente quando ela aparece. Quando verdadeira, vem mesmo para ficar, cria raízes, tal como uma árvore, que se solidificam com o passar do tempo. Em terapia, ela também tem uma palavra muito forte a dizer... é considerada factor protector, recurso para enfrentar os dissabores da vida e força motora para o arranque e manutenção da caminhada psicoterapêutica.

No Dia Internacional da Amizade, promova sorrisos. Ligue aos responsáveis por esta palavra fazer sentido na sua vida e verbalize o quanto eles são importantes para si.

Tenha um feliz dia da Amizade.

Ana Crespim

 

 

 

Os Provérbios da Amizade

Como todos sabemos, os provérbios são ditos, frases e expressões populares que transmitem e comunicam conhecimentos comuns relacionados

Susanne Diffley

 

com aspectos universais da vida. Sendo a amizade intemporal, universal e dotada de uma aparente simplicidade, tão dificil de descrever e definir, deixo-vos aqui alguns proverbios que no meu sentir, resumem de uma forma pragmática, directa e suscinta, o valor inestimavel e incalculavel da verdadeira amizade. 

·          Muitos conhecidos, poucos amigos”

·         “Defeitos do meu amigo, lamento mas não maldigo”

·         “Amigo diligente é melhor do que parente”

·         “Se tens um amigo vai vê-lo com frequência, pois os espinhos e as ervas daninhas invadem toda a trilha não percorrida”

·         “Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca”

·         “Censura teus amigos na intimidade e elogia-os em público”

·         “Nunca foi um bom amigo quem por pouco quebrou a amizade”

·         “A amizade é o porto da vida”

·         “A amizade não conhece o esquecimento”

·         “A inimizade do sábio é menos prejudicial do que a amizade do ignorante”

Susanne Diffley

 

 

 

Fabiana Andrade

Tendo em conta o dia internacional da amizade, decidi perguntar a alguns pacientes o significado que cada um atribui ao “ser amigo”, aqui estão algumas respostas:

. “estar presente”

. “incondicionalidade”

. “uma segunda família”

. “uma família escolhida”

. “uma relação leve, livre de cobranças”

. “segurança e diversão garantida”

Estas são apenas algumas das muitas respostas que obtive, pois o “ser amigo” ou a amizade tem diferentes significados para cada uma das pessoas. Uma opinião no entanto, é unânime: a amizade é muito boa!

Esta afirmação é provada cientificamente por vários estudos que mostram que o isolamento e a solidão são prejudiciais à saúde.

A solidão aumenta o risco de perturbações do foro depressivo, alcoolismo, obesidade e sedentarismo, perturbações cardíacas, diminuição da qualidade do sono e da capacidade cognitiva. Além disso, parece estar associada ao aumento da pressão sanguínea, das atividades do hipotálamo, da glândula pituitária e do córtex adrenal (vinculados ao hormônio do estresse, o cortisol), alterações no sistema imunológico, arteriosclerose, diabetes, inflamações e contrações nos vasos sanguíneos

Ter amigos contribui para a sensação de estar socialmente conectado, para o aumento da troca de informações, aprendizagens, partilha de experiências. Além disso, segundo alguns estudos, ter amigos contribui para uma maior longevidade. Pessoas com uma boa rede de amigos e confidentes vivem 22% mais tempo do que aqueles que se isolam.

Os amigos são grande promotores de saúde, incentivando uns aos outros a procurarem cuidado médico ou psicológico, fazer exercício, parar de beber ou fumar e procurar hábitos de vida saudáveis.

Então, como fomentar uma rede saudável de amigos?

. exponha-se, saia quando for convidado com uma atitude de abertura perante a situação e às pessoas presentes

. esteja curioso e interessado em vez de ter uma atitude de defesa ou julgamento

. participe em acções que lhe tragam preenchimento, como por exemplo, voluntariado, onde tenha oportunidade de fazer algo positivo por alguém e conhecer pessoas novas.

Bia Andrade

 

 

 

Neste dia procuramos apenas provocá-lo com alguns provérbios que o façam reflectir sobre a amizade:

Nuno Mendes Duarte

"Um amigo falso é um inimigo secreto."

"Só se confia num amigo depois de comer com ele um quilo de sal."

"Quem é amigo de todos, não o é de ninguém."

"No aperto e no perigo é que se conhece o amigo."


E o estimado leitor que amigo quer ser hoje?

As boas amizades dependem não só do outro mas também de nós.

Faça um esforço para que os falsos amigos destes provérbios não sejam um retrato de si!

Nuno Mendes Duarte

 

 

 

Isabel Policarpo

Poderiamos certamente escrever muito sobre os amigos e a importância que estes têm no nosso bem estar, no nosso ego e no colorido que emprestam à nossa vida. Mas quando penso na amizade de imediato me lembro da frase que ouvi há dias – “Os amigos são a família que escolhemos para nós” – e sinto que ela não pode ser mais verdadeira. E que este simples facto nos dá um imenso “poder”. De repente, podemos partir à procura de quem nos ama e de quem nós amamos. Podemos escolher com quem estar e de que forma estar. Podemos encontrar espaços e tempos de harmonia e paz. Podemos sentir-nos desejados e bem-vindos. E deixar simplesmente o tempo correr.

Isabel Policarpo

 

 

 

Amigos, contam-se por uma mão e não a enchem!

Oiço frequentemente esta expressão em contexto clínico, e nela vejo um misto de orgulho e de inquietação. Orgulho por se ter poucos mas bons

Helena Gomes

amigos, Inquietação pela possibilidade de não sermos queridos por todos. Desde muito novos somos incutidos com a ideia de que ter muitos amigos é sinal de pertença a um meio, de popularidade, de beleza, de alegria, de estar bem com tudo e com todos. Mas o que é isto da amizade?

Peço-vos que olhem para o trecho do livro “O Principezinho” que vos apresento, mas não se esqueçam de procurar a criança que há em vós senão correm no erro de não o compreenderem J

Raposa: Por favor…prende-me a ti!

Principezinho: Eu bem gostava, mas não tenho muito tempo. Tenho amigos para descobrir e uma data de coisas para conhecer…

Raposa: Só conhecemos as coisas que prendemos a nós. Os homens, agora, já não têm tempo para conhecer nada. Compram as coisas já feitas nos vendedores. Mas como não há vendedores de amigos, os homens já não têm amigos. Se queres um amigo, prende-me a ti!

Principezinho: E o que é preciso fazer?

Raposa: É preciso ter muita paciência. Primeiro sentas-te um bocadinho afastado de mim, assim, em cima da relva. Eu olho para ti pelo canto do olho e tu não dizes nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas todos os dias te podes sentar um bocadinho mais perto…

Como disse Saint- Exupéry neste livro de encantar, o essencial é invisível para os olhos, é o tempo que perdemos com aqueles a quem nos damos, que os tornam tão importantes para nós, é aqui que reside o poder de fazermos amigos, e é na lembrança desta verdade que reside a verdadeira amizade.

Helena Gomes

 

 

 

 

Joana Florindo

Amigo (Alexandre O'Neill, in 'No Reino da Dinamarca')

Mal nos conhecemos 
Inaugurámos a palavra «amigo». 

«Amigo» é um sorriso 
De boca em boca, 
Um olhar bem limpo, 
Uma casa, mesmo modesta, que se oferece, 
Um coração pronto a pulsar 
Na nossa mão! 

«Amigo» (recordam-se, vocês aí, Escrupulosos detritos?) 
«Amigo» é o contrário de inimigo! 

«Amigo» é o erro corrigido, 
Não o erro perseguido, explorado, 
É a verdade partilhada, praticada. 

«Amigo» é a solidão derrotada! 

«Amigo» é uma grande tarefa, 
Um trabalho sem fim, 
Um espaço útil, um tempo fértil, 
«Amigo» vai ser, é já uma grande festa! 

Alexandre O'Neill, in 'No Reino da Dinamarca'

Joana Florindo







 


publicado às 15:48

Dicas para deixar de fumar

por oficinadepsicologia, em 19.07.11

Autora: Catarina Castro

Psicóloga Clínica

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Catarina Castro

1. Assuma um compromisso

Diga em voz alta que vai deixar de fumar e partilhe com familiares e amigos a sua decisão.

 

2. Estabeleça um plano

Escreva numa folha o que vai fazer quando surgir o impulso para fumar (actividades que goste) e coloque-a num sitio bem visível (em casa ou no trabalho). Esteja completamente preparado!

 

3. Saiba quais são as suas motivações

Porque é que quer deixar de fumar? Pelos seus filhos? Pela sua saúde? Para poupar dinheiro?

Faça uma lista com os motivos que o levam a querer deixar de fumar e lembre-se deles quando surgir o impulso.

 

4. Conheça-se melhor

Perceba se é mais fácil para si deixar de fumar de repente ou se é preferível ir reduzindo o numero de cigarros que fuma.

 

5. Marque uma data

Marque no calendário o dia em que vai deixar de fumar. Nesse dia ponha todos os cigarros no lixo. É importante não ter nenhuma tentação perto de si.

 

 

 

publicado às 10:36

Dicas para falar em público

por oficinadepsicologia, em 17.07.11

Autora: Fabiana Andrade

Psicóloga Clínica

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Fabiana Andrade

Desde sempre, falar em público, apesar de ser uma das grandes ferramentas dos Homens para transmitir ideias e conhecimento, é também a situação relatada como uma das mais ansiogénicas e desagradáveis pela maioria das pessoas que passam por ela.

Muitas vezes estas situações são inevitáveis e em muitas outras vezes, quando bem aproveitadas, podem ser bastante positivas para a carreira de muitas pessoas. Por isso, ficam aqui dicas para que a tortura passe a ser diversão!

 

  • aprofunde o seu conhecimento sobre o tema que vai falar
  • pergunte a si mesmo porque este tema interessa à sua audiência
  • assuma qualquer tipo de ansiedade ou fragilidade que sinta. Utilize isso como ferramenta de ligação à audiência e desdramatize qualquer “fantasma” que possa existir. Brincar com os nossos medos transforma-os em algo mais pequeno, suportável, além de possibilitar que os outros também se identifiquem connosco caso sintam algo parecido
  • Ex: “Olá bom dia! Vou gaguejar, transpirar e engolir em seco pois falar em público para mim é uma tortura. Ao mesmo tempo, vou passar a todos os que aqui estão, a melhor informação sobre o assunto ----“
  • espere pelo silêncio da plateia antes de começar a exposição. Este silêncio permite que a plateia lhe dê a total atenção
  • escolha muito bem as primeiras frases, lembrando-se que estas são a primeira impressão que as pessoas terão de si
  • treine no espelho e fique mais consciente dos seus gestos, posturas, atitudes, expressões , tom de voz
  • escolha uma forma para a intervenção oral, indique-a ao auditório e conserve-a até ao fim (didáctica e unilateral ou debate com espaço para questões)
  • tenha em conta que o objectivo das passagens de informação públicas é levar o auditório a agir ou a pelo menos reflectir sobre a informação, por isso torne-a apelativa e pertinente do ponto de vista dos outros. Teste antes com amigos, faça perguntas e demonstrações
  • diga “não sei” quando não souber a resposta a alguma questão. Prontifique-se a ir buscar a informação e a enviá-la assim que possível. Não é obrigatório que saiba tudo!
  • respire! Utilize a respiração abdominal. Treinar esta respiração, permite sincronizar o fôlego e o pensamento, controlar a ansiedade e utilizá-la a seu favor
  • sorria! O sorriso causa imediatamente uma reacção positiva em quem o vê, desde que ele seja autêntico. Assim, divirta-se a fazer o que estiver a fazer, pois estará com mais vontade de sorrir
  • use linguagem positiva e clara – frases curtas, vocabulário adaptado ao auditório, palavras fortes e emocionais, utilização de exemplos, utilize  o “nós” de forma a envolver o público
  • evite palavras com conotação negativa: problema, não, desculpem…
  • fique de pé pois permite a mobilidade e a possibilidade de olhar para toda a plateia

publicado às 15:03

O stress nos professores

por oficinadepsicologia, em 17.07.11

Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

Existem vários sinais considerados de alerta no que diz respeito ao stress negativo, como: inquietação constante, impaciência, intolerância, insegurança pessoal, angústia, desencantamento com a profissão, fadiga excessiva, sensação de que tudo é demasiadamente difícil ou complicado, dificuldade de concentração, de atenção e de memória, palpitações, náuseas, dores musculares generalizadas ou insónia.

Poderá ainda ocorrer uma série de problemas como a ansiedade (depressão, falta de autocontrolo com profundas oscilações de humor ou mesmo explosões de agressividade), os somáticos (hipertensão, úlceras, doenças coronárias, dermatológicas, imunitárias, respiratórias) e os comportamentais (conflitos, impulsividade, abuso de fármacos, falta de pontualidade, improdutividade ou abandono da profissão).

De acordo com estudos realizados destaca-se alguns factores protectores que contribuem para o bem-estar no trabalho:

  • Possibilidade de controlo do seu próprio trabalho;
  • Oportunidade para o uso de competências previamente aprendidas;
  • Variedade nas tarefas;
  • Transparência, coerência e clareza ambiental;
  • Segurança;
  • Trabalhar em contacto com outras pessoas;
  • Reconhecimento pela actividade;
  • O salário ser satisfatório ou existirem outros incentivos.

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publicado às 11:23

Surpresas de Verão!

por oficinadepsicologia, em 15.07.11

Programa de Verão na Oficina de Psicologia - Inovador e único!

 

 

Oficina de Psicologia

 

Sabemos que este Verão é um momento privilegiado para ganhar alma nova que nos permita um re-início de ano em plena posse de todos os nossos recursos pessoais, para fazermos face aos desafios que nos esperam.

Se as suas férias, este ano, terão de ser mais caseiras do que o habitual, porque não rentabilizar o tempo para se fortificar e ganhar vantagens competitivas?

 

A pensar em si, a Oficina de Psicologia disponibiliza-lhe este Verão 5 experiências únicas, apuradas da nossa experiência clínica, e que lhe vão permitir aprender e praticar estratégias eficazes para lidar com os desafios da sua vida. Durante uma semana, ao longo de 5 dias, faça uma pausa do sol da praia durante uma hora e meia, e venha desenvolver todo o seu potencial!

 

Inscreva-se já para o mail contacto@oficinadepsicologia.com. As inscrições são limitadas aos primeiros pedidos, por isso, não espere para descobrir que a Oficina de Psicologia é a Clínica de Psicologia favorita dos portugueses :=)

 

Ah! E traga um amigo, também! Por cada amigo que trouxer oferecemos-lhe, a si, um CD áudio com exercícios de relaxamento, contenção emocional ou reforço de auto-estima, que poderá escolher entre os nossos títulos, até ao máximo de 6 (só porque não temos mais…).

 

Viver o “agora” em pleno e…ganhar o futuro! Uma experiência intensiva de mindfulness, para ficar um passo à frente do stress e ansiedade e, assim, conseguir libertar toda a sua clareza de raciocínio, capacidade de decisão e planeamento, e análise crítica. Uma óptima vantagem competitiva para o recomeço do trabalho ou estudos, certo?

Data da 1ª edição: De 25 a 29 de Julho, das 11 às 12:30

Data da 2ª edição: De 1 a 5 de Agosto, das 15 às 16:30

Coordenação: Dr Nuno Mendes Duarte

Custo: 59€/programa completo

Inscrições limitadas: máximo de 16 participantes por actividade

 

Melhores pais, melhores filhos! Porque as fricções entre pais e filhos lhe roubam tempo precioso e desgastam a estrutura emocional necessária

 

publicado às 19:35

Aprenda a gostar (mais) de si!

por oficinadepsicologia, em 14.07.11

Autora: Susanne Diffley

Hipnoterapeuta Clínica

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Susanne Diffley

 

Não faças a ti o que não gostarias de fazer aos outros…Trata mal os outros? Critica-os regularmente? Certamente que não! Então pare de o fazer a si próprio/o!

·         Cuide do seu corpo! Que tal uma alimentação mais saudável? E um passeio à beira do mar? Já pensou nos benefícios de ter um corpo saudável e sentir-se cheio/a de energia?

·         Mime-se! Qual foi a ultima vez que fez algo que realmente lhe desse prazer? Ou a ultima vez que fez absolutamente nada? Ou telefonou a um amigo?

·         Controle o seu “tagarela interior”. Ganhe consciência do que pensa (diz) a si próprio/a. O seu diálogo interior não tem que ser positivo, mas que tal se for construtivo?

·         Relaxe a mente! Bastam 5 minutos por dia para respirar fundo e deixar os pensamentos fluírem, sem os controlar, sem tomar atenção ao seu conteúdo….simplesmente deixar fluir.

·         Pense numa pessoa que gosta muito de si. Agora imagine que se a vê a si próprio/a pelos olhos dessa pessoa? Repare como é bom olhar para si com carinho, admiração e amizade…

·         Aceite-se! Claro que podemos sempre melhorar, mas não acha que dentro das circunstâncias da sua vida, tenta sempre fazer o seu melhor? Acha que alguém é perfeito?

·         Olhe-se no espelho e repare nas partes do corpo que mais gosta? Deixe lá o resto do corpo em paz, e concentre a sua atenção só naquilo que gosta…

·         Sorria interiormente! Esteja onde estiver e com quem estiver, imagine o seu rosto a sorrir. Repare como imediatamente todo o seu corpo relaxa…

·         Faça algo totalmente fora da sua rotina. Dance no meio da sala com a música a altos berros! Cante no meio da rua sem se importar que olhem para si! Faça madeixas cor-de-laranja no seu cabelo! Vista aquela mini-saia que está no armário há anos à espera de uma ocasião especial, etc.

·         Deixe-se de se preocupar com coisas que não pode controlar! Planeie e organize-se o melhor que pode, e depois viva o momento e deixe a vida acontecer…

publicado às 11:30

Quem tem medo do Lobo Mau?

por oficinadepsicologia, em 13.07.11

Autora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

Quem tem medo do lobo mau, lobo mau, lobo mau... É uma “letra” que acompanha o universo do imaginário de muitas crianças, mas também de alguns adultos. O medo é uma emoção inevitável que pode ter contornos sérios quando falamos de perturbação de pânico.

 

A perturbação de pânico é caracterizada por episódios recorrentes e inesperados de ansiedade grave (ataques de pânico), apresentando vários graus de ansiedade antecipatória entre os ataques. Entende-se por ataques de pânico períodos breves de medo ou desconforto intenso, acompanhados de vários sintomas físicos e psíquicos de ansiedade, tais como: Palpitações; Suores; Tremores; Dispneia; Sufocação; Dor no peito; Náusea ou mal-estar abdominal; Tonturas; Despersonalização (sentir-se desligado de si próprio) ou Desrealização (sensações de irrealidade); Medo de se descontrolar ou enlouquecer; Medo de morrer; Parestesias (dormências ou formigueiros); Sensação de calor ou frio.

 

O contacto com o medo pode despoletar recordações de sentimentos de desprotecção e desamparo. O medo manifesta-se perante um perigo físico imediato concreto. Pode gerar estratégias de evitamento ou de fuga que permitem evitar ou fugir de uma ameaça real.

 

Algumas vezes interiorizamos medos acerca de coisas, que não deveriam produzir em nós tal efeito. Muitos desses medos de nada servem e só atrapalham a vida. O trabalho terapêutico com os medos pode passar por o desvendar um rosto ao medo, identificá-lo, ainda que possa sentir uma vulnerabilidade indesejável ou até mesmo refém dos seus fantasmas. Um medo sem rosto tem a capacidade de nos paralisar e confundir.

 

Na presença de um terapeuta é possível redimensionar a experiência do medo, e correr o risco de entrar em contacto com esta emoção inevitável. Este trabalho implica deparar-se com algumas estratégias de sobrevivência inadequadas actualizando-as no aqui e agora da sua vida.

publicado às 09:23

Há sempre alguém que nos enerva...!

por oficinadepsicologia, em 11.07.11

Autora: Madalena Lobo

Psicóloga Clínica

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Madalena Lobo

 

 

A avaliar pelo número de clientes que me relatam fortes irritações com alguém do trabalho, diria que deve ser quase universal termos um foco de mal-estar, mais ou menos constante, com alguém com quem nos cruzamos profissionalmente. Seja um chefe (já lá estive…), um colega (também já lá estive) ou um colaborador directo (suspiro), há sempre alguém que concentra as nossas energias negativas, contra quem ruminamos nos minutos vagos e que interfere com o nosso sono e boa-disposição.

Se for esse o seu caso – e, provavelmente, é mesmo – aqui ficam algumas sugestões para conter os amargos de boca, e restante elementos contributivos para rugas e cabelos brancos.

    1. Por muito que lhe custe, lembre-se que o seu alvo de irritação não tem qualquer responsabilidade no assunto; ele ou ela apenas é quem é, e existirão muitas pessoas (ou mesmo que sejam poucas…) que aprovam e estimam o seu jeito de ser. Essa pessoa apenas tem comportamentos que tocam nalguma corda sensível sua; sua, logo sua propriedade; logo, sua responsabilidade. Não é ele(a) que é _________ (preencha o espaço em branco como for mais adequado ao seu caso), mas sim você que se irrita com isso.

publicado às 17:57

Relações e jogos de ténis...

por oficinadepsicologia, em 11.07.11

Autora: Fabiana Andrade

Psicóloga Clínica

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Fabiana Andrade

Afirmar que as relações são semelhantes a um jogo de ténis parece no mínimo pateta! A verdade é que essa metáfora tem ajudado muitas pessoas que nos visitam a entenderem melhor o que pode estar a acontecer nas suas relações, bem como a sua própria forma de estar com uma outra pessoa.

Então, como explicar a comparação?

 

Todas as relações se desenvolvem num contexto, este contexto é o “campo de ténis”, onde cada uma das pessoas circula num dos lados do campo.

Cada lado do campo corresponde ao espaço individual de cada um. Este espaço é interno e externo, assim, lá estão:  

 - todo o passado desta pessoa, todas as suas memórias, fantasias, formas de se ver a si e ao mundo, seu conjunto de crenças e valores. Também estão lá todos os amigos, a carreira profissional, os objectivos e tudo o que faça parte da sua vida.

 

O que representa a rede do campo de ténis?  A rede será o que divide o campo individual de cada um e também o local onde as duas individualidades se encontram sem se misturarem.

 

 

 

publicado às 14:38



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