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Filhos altruístas?

por oficinadepsicologia, em 20.08.11

Autora: Fátima Ferro

Psicóloga Clínica e educacional

www.oficinadepsicologia.com

 

Fátima Ferro

Algumas ideias para que os seus filhos sejam mais generosos e altruístas com os outros:

 

1 – Em primeiro lugar é importante que eles tenham um clima familiar estável, caloroso e com explicações claras;

2 – Explicar porque é que devem  existir regras sociais e quais as consequências que os seus comportamentos podem ter nos outros;

Ex: “Se bateres na Susana irás magoá-la”.

3 – Apresentar regras ou orientações de forma positiva ;

Ex: “É importante e bom ajudarmos as outras pessoas” ou “Devemos partilhar aquilo que temos com as outras pessoas”.

4- A crianças de 7 ou 8 anos proporcionar-lhe atribuições pro-sociais.

Atribuir a ação de disponibilidade ou de altruísmo ao carácter do seu filho (a);

Ex: “Tu és uma criança disponível para os teus amigos”, “Tu fazes coisas boas aos outros”

5 – Leve os seus filhos a ajudarem os outros. Podem começar por ajudar os pais em casa nas tarefas ao seu alcance, como por exp: tomar conta de animais de estimação, fazer brinquedos para oferecer, ajudar os irmãos ou outras crianças mais pequenas nas tarefas escolares, etc.;

Mas tenha cuidado, não exerça uma coerção demasiado forte, porque se assim for, ela poderá criar a noção de que “a mãe ou o pai é que a obrigou a fazer isto”

6 – Sirva como modelo para os seus filhos.

 

 

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publicado às 19:38

Conflitos interpessoais

por oficinadepsicologia, em 20.08.11

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publicado às 14:57

Um mimo para si

por oficinadepsicologia, em 20.08.11
 
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publicado às 14:25

Quando o "eu" se perde por entre as máscaras

por oficinadepsicologia, em 18.08.11

Autora: Filipa Jardim da Silva

Psicóloga Clínica

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Filipa Jardim da Silva

Todos nós vivemos em sociedade, desempenhando diferentes papéis em contextos diversos. É nessa diversidade de cenários que surge a necessidade de adoptarmos diferentes atitudes sociais, guiões adaptados a cada público-alvo; a esta estratégia de adaptação social dá-se o nome de máscara social. É por isso que nos vestimos de forma diferente consoante estamos em casa, no trabalho, na praia ou numa festa, usamos um tipo de linguagem mais ou menos formal dependendo se estamos a falar numa reunião de trabalho ou num jantar entre amigos, adoptamos uma postura mais ou menos contida variando em função do grau de familiaridade que temos com as pessoas à nossa volta.

Já em 1926 Bertolt Brecht, dramaturgo, poeta e encenador alemão do séxulo XX, utilizou a palavra “gestus” para se referir às atitudes sociais nas inter-relações dos personagens, defendendo que o “gesto social” que abarca o tom de voz, a gestualidade, as atitudes e a vestimenta , é o que permite construir em pleno um personagem pelo actor que o representa.

 

Mas aquilo que é um recurso útil e que nos possibilita adequar a cada ambiente e integrarmo-nos socialmente, muitas vezes se multiplica em excesso cedendo à pressão das expectativas dos que nos rodeiam e das exigências dos meios onde circulamos. Por outro lado, cedo se percebe que uma máscara social pode constituir uma muralha entre o nosso Eu e os outros, uma muralha que absorve os golpes e as tentativas de ataque, para que no fim do dia o Eu esteja intacto. Mas sendo no contacto com o outro e na vivência de cada experiência de vida que nos construimos, o adormecimento constante do Eu pode levar-nos a questionar: quem somos afinal?

 

Vivemos assim num jogo de máscaras, entre o que somos, o que achamos que devíamos ser, o que queríamos ser e o que os outros esperam que sejamos. A determinada altura pode tornar-se uma tarefa difícil sentir a nossa pele por entre as várias camadas de verniz de polimento numa tentativa de aperfeiçoamento ou defesa do “Eu” verdadeiro.

É esta necessidade de auto-conhecimento e reencontro com o Eu profundo e real que leva muitas pessoas a iniciar um processo psicoterapêutico, no qual o papel de cada máscara é pensado e compreendido, cada camada de polimento é desmontada deixando cair rótulos e juízos de valor, e é trabalhado o Eu-ideal a par do Eu-real, que pode ser reforçado com as competências necessárias sem com isso perder autenticidade e valor.

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publicado às 17:46

Ritmos e paradoxos

por oficinadepsicologia, em 17.08.11

Autora: Fabiana Andrade

Psicóloga Clínica

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Fabiana Andrade

Joseph Zinker escreveu “Há um momento para tudo e um tempo para todo propósito abaixo do céu. Tempo de nascer e tempo de morrer. Tempo de plantar e tempo de arrancar a planta. Tempo de matar e tempo de curar. Tempo de destruir e tempo de construir. Tempo de chorar e tempo de rir. Tempo de gemer e tempo de bailar. Tempo de atirar pedras e tempo de recolher pedras. Tempo de abraçar e tempo de separar. Tempo de buscar e tempo de perder. Tempo de guardar e tempo de deitar fora. Tempo de rasgar e tempo de costurar. Tempo de calar e tempo de falar. Tempo de amar e tempo de odiar. Tempo de guerra e tempo de paz.”

 

Ele refere-se à variedade de ritmos que existem na vida e cuja falta de consciência e/ou aceitação nos dificultam a tarefa de sermos felizes.

 

Não são raras as situações em que meus clientes referem sensações de estagnação, de estarem presos, bloqueados, da sua vida não andar para frente. Quando exploro com eles o assunto, muitas vezes deparo-me com uma não-aceitação dos diferentes ritmos da vida e dos paradoxos inerentes a estes mesmos ritmos:

- não entendo como ele pode magoar-me se me ama

- tenho medo de morrer

- quero estar próxima mas sinto que me anulo na relação

- sinto um vazio quando não estou com ninguém

 

 

 

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publicado às 13:36

Fome emocional vs fome real

por oficinadepsicologia, em 16.08.11

Autora: Filipa Jardim da Silva

Psicóloga Clínica

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Filipa Jardim da Silva

 

Quantos de nós já devorámos um pacote de bolachas enquanto aguardamos por um telefonema importante, parámos na pastelaria a caminho de casa em busca de consolo por um dia mau ou oferecemos a caixa de biscoitos favoritos para animar a sobrinha triste? A comida conforta, e este efeito reconfortante está presente em quase todas as fases da vida ou culturas. A fome começa então a surgir quando determinada situação se apresenta e o que comanda o comportamento de ingestão alimentar são as emoções e não as necessidades nutricionais.

 

Este tipo de padrões alimentares enquadra-se dentro da designada fome emocional, a chamada fome sem fome, uma fome que não tem ligação com a sustentação da vida, que não surge por sinais fisiológicos (fome real), pelo contrário ignora-os, e que se relaciona fortemente a factores psicológicos podendo constituir uma estratégia para lidar com o cansaço e stress, uma forma de ataque ao próprio corpo ou um mecanismo de compensação face a emoções negativas.

 

O problema principal advém da repetição destes episódios de ingestão alimentar, sendo que o prazer e bem-estar associado aos alimentos aquando da ingestão inicial, rapidamente dá lugar a sentimentos de culpa, perda de controlo e arrependimento, tendendo a repetir-se o mesmo padrão numa situação futura de tristeza e ansiedade, iniciando-se assim um ciclo vicioso de crises de gula.

 

 

 

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publicado às 15:00

Motivação: boi ou carroça?

por oficinadepsicologia, em 15.08.11

Autora: Madalena Lobo

Psicóloga Clínica

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Madalena Lobo

Vezes sem conta me deparo com pessoas que justificam a sua inacção por se encontrarem à espera de serem atingidas por esse raio mágico chamado motivação, que se irá ser responsável pelas tarefas que urgem ser feitas, sem esforço, nem obstáculos.

E, vezes sem conta, me vejo perante a necessidade ingrata de ter de explicar que isto não é motivação, mas sim pós de pirili-pim-pim… E que a fada Sininho tem andado desaparecida…

 

A vida está pejada de obrigações, rotinas aborrecidas e, genericamente, tarefas que não nos apetecem – se alguém lhe contou algo em contrário foi, seguramente, no contexto de um qualquer conto de fadas. Por isso, de uma forma ou de outra, temos de encontrar processos que nos facilitem iniciar as acções que temos de cumprir – obrigarmo-nos a agir, portanto. Felizmente, existem estudos que demonstram que basta vencer a resistência inicial a uma acção para que a sua execução se torne mais facilitada. Como diz um ditado antigo: “comer e coçar, o pior é começar”.

 

E como fazer isto? Bem,… Obrigando-se, claro! Vamos tentar com um cenário que é familiar à maioria de nós: um dia de sol tórrido, uma piscina de azul convidativamente refrescante; uns optam por uma abordagem cautelosa e vão arrefecendo os pés e pernas, salpicando os braços, um passinho de cada vez, entrando devagarinho, numa habituação progressiva à temperatura mais baixa. Outros tomam balanço, ensaiam uns passos de corrida, apertam o nariz e atiram-se. E outros, ainda, mais incautos, lá se decidem depois de levar um duche dos amigos que se atiraram com tanta resolução :=). As 3 estratégias funcionam – a que não funciona é ficar imóvel numa espreguiçadeira lá longe da acção; a não ser que não queira mesmo ir dar umas braçadas bem-dispostas e aproveitar o que o Verão tem para lhe oferecer, claro!

 

 

 

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publicado às 15:05

A Psicologia na hora do bébé nascer

por oficinadepsicologia, em 14.08.11

Autora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

Parece que os factores psicológicos podem ter um papel decisivo no trabalho de parto e a sua influência pode ser prevista durante a gravidez.

 

Investigadores afirmam que os aspectos de sofrimento psicológico, como a ansiedade durante a gravidez, são preditivos da forma como o trabalho de parto decorrerá, e a redução daquela poderá ser um objectivo da intervenção terapêutica.

 

Sabe-se que elevados níveis de ansiedade são em parte, responsáveis por perturbações e complicações do parto, como aumento da mortalidade e morbilidade da mãe, devido ao prolongamento e grande variabilidade do trabalho de parto. Por outro lado, um nível elevado de ansiedade, medida no período pré-natal, tende a aumentar o risco de complicações perinatais. Assim, os medos, a ansiedade e a dependência aparecem como melhores preditores das complicações do parto.

 

A forma como a gravidez é vivida parece influenciar a hora do nascimento, com mais ou menos perturbações obstétricas e pediátricas, com mais ou menos dor e com mais ou menos satisfação. O nível de ansiedade parece um factor decisivo.

 

 

 

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publicado às 16:36

O nosso carinho por quem vive o mundo à esquerda!

por oficinadepsicologia, em 13.08.11

 

Fabiana Andrade

Ayrton Senna, Pelé, Romário, Benjamin Franklin, Benjamin Netanyahu, John D. Rockefeller, Cole Porter, George Michael, Jimi Hendrix, Judy Garland, Seal, Bruce Willis, Cary Grant, Charlie Chaplin,  Christian Slater, Diane Keaton, Julia Roberts, são pessoas que partilham pelo menos uma característica: SER CANHOTO!

 

 Isto significa que o seu hemisfério cerebral direito predomina sobre o esquerdo. O hemisfério direito é responsável pelo controle de todos os movimentos do lado esquerdo do corpo. O seu predomínio faz com que todos os gestos da mão esquerda e do pé esquerdo, tenham uma maior precisão.

Os canhotos representam de 5 a 15 % da população mundial, são uma “grande” minoria num mundo de destros. Como qualquer minoria, enfrentam as dificuldades diárias num mundo que não é pensado para eles.

 

Durante muito tempo e mesmo nos dias de hoje, os canhotos muitas vezes são conotados de desajeitados ou desastrados. As crianças eram corrigidas pelos pais e pela escola, no sentido de deixarem de ser canhotas, dificultando a evolução das suas potencialidades e auto-estima.

Hoje em dia, já há estudos que mostram que os canhotos pensam mais rápido que os destros na realização de algumas actividades, têm uma maior capacidade na percepção tridimensional do pensamento e de processar informações simultâneas, têm uma visão diferente do mundo e por vezes são susceptíveis a alguns problemas de saúde como por exemplo a epilepsia. Mostram ainda que esta é uma população que se destaca em alguns desportos, como a natação ou o ténis.

 

Dia 13 de Agosto foi designado o Dia Internacional do Canhoto. Sabemos que os dias nacionais e internacionais surgem para nos lembrar de algo que na verdade devíamos lembrar todos os dias, neste caso, o canhoto é uma pessoa! Como tal, é um igual, um par, um ser humano, que merece que o mundo também seja pensado para si, que merece não ser discriminado, não ver o seu caminho dificultado ou a sua auto-estima diminuída. Vamos todos começar a levantar da cama com o pé esquerdo e com um grande sorriso nos lábios?!

Bia Andrade

 

 

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publicado às 15:03

Aquecer a relação com a chama da paixão

por oficinadepsicologia, em 13.08.11

Autora: Joana Florindo

Psicóloga Clínica

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Joana Florindo

Do amor apaixonado, já Camões nos dizia que “é fogo que arde sem se ver”, num sentir interno, intenso e ardente, que nos permite viver numa constante chama de paixão, fascínio e fantasia. Mas, de efemeridade evidente, sabemos que com o passar do tempo, a intensidade dessa chama tende a enfraquecer. E aos poucos, sentimos a novidade ser transformada em rotina, o fascínio em normalidade, e o amor paixão em amor companheiro, amigo e cúmplice.

Sabendo à partida, que fisiologicamente, a nossa resistência não nos permitiria viver continuadamente em tal estado de paixão, conseguimos entender o processo de transição do amor apaixonado para o amor companheiro, como algo natural, e até  saudável, que nos protege da exaustão e degradação física e psicológica. Mas desenganem-se os que pensam que neste estado de amor, não há lugar a paixão. Acreditando que ela se consumiu, para sempre. O segredo de poder experimenta-la ao longo do amor companheiro é continuar a investir na relação, nutrindo-a e cuidando-a diariamente, e com alguma criatividade, promover momentos a dois, reacendendo o fogo dessa chama.

 

Aqui ficam algumas dicas que vos podem ser úteis, mas deixo à vossa imaginação, a sua passagem à prática:

 

. Saiam da rotina e encontrem algo diferente para fazer, a dois. Experimentem agir como namorados, e determinem um dia por semana para poderem sair sozinhos, e ir ao cinema ou jantar naquele restaurante que tanto querem conhecer. Ou vão além disso, e inscrevam-se em conjunto numas aulas de Italiano, de mergulho, de ténis, ou de dança, conciliando neste último caso, a possibilidade de aprenderem a dois uns passos sensuais, fazerem exercício físico e aliviarem os stresses diários;

 

 

 

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publicado às 11:50



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