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De psicólogo e de louco, todos temos um pouco?

por oficinadepsicologia, em 16.09.11

Autora: Filipa Cristóvão

Psicóloga Clínica

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Filipa Cristóvão

Muito frequentemente ouve-se nos mais variados sítios, de cabeleireiros a lojas, de grupos de amigos a conversas de café, “ah eu também sou um pouco psicólogo”.

 

Apesar da familiaridade da frase, penso que é importante fazer algumas considerações.

 

Obviamente que a rede social de suporte de cada um de nós é uma peça importante na nossa saúde e equilíbrio. Estar integrado num grupo de amigos ou família, onde existe confiança, e com o qual se partilham preocupações, mas também alegrias, constitui um recurso inegável.

 

Por outro lado, conceitos como escuta activa, e empatia devem estar presentes nos mais variados contextos, sejam eles formais ou informais, para bem de uma comunicação eficaz, interessada e de respeito para com o outro.

 

Contudo, não se deve confundir estas componentes de relações humanas saudáveis com um processo terapêutico.

 

A psicoterapia é um processo de transformação, perante o sofrimento, auto-conhecimento ou crescimento pessoal. No espaço terapêutico encontra-se uma relação íntima, aceitante, disponível, segura, de confidencialidade, focada em objectivos e sustentada por profissionalismo e investigação científica.

 

Este confundir de papéis, muitas vezes traduzido em discursos como “ah eu vou contando a minha história aqui e ali e vou me sentindo assim assim” constitui recorrentemente uma maneira de aliviar mágoas, entrando em círculos, sem a garantia de um ambiente apoiante, e nem sempre tendo como resultado uma verdadeira mudança que conduza a maior satisfação interior.

 

Assim sendo, não deve afectar a decisão de investir na psicoterapia se o momento for considerado oportuno.

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publicado às 17:09

Diga não à fadiga e esgotamento

por oficinadepsicologia, em 15.09.11

Autora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

Todos nós estamos sujeitos, no nosso dia-a-dia, a preocupações, inquietações e stress em maior ou menor grau. Mas o que será que acontece quando já não temos forças para reagir às exigências que se colocam? Podemos sentirmo-nos cansados e esgotados. E deste modo, pode despoletar uma depressão reactiva por fadiga.

Há diversos motivos que justificam uma depressão por fadiga. A predisposição genética é uma explicação provável para o facto de as pessoas reagirem de modos diferentes a situações de grande tensão.

 

As pessoas são tão diferentes entre si como são diferentes os recursos internos que têm para lidar com idênticas situações de tensão. Na esfera profissional há quem chegue mesmo a adoecer psiquicamente devido ao stress que está submetido. Ainda assim, não só a sobrecarga de trabalho pode causar sofrimento, também a inactividade permanente pode ser tão penosa que acaba por dar origem a grande descontentamento e tensão.

 

A estrutura da personalidade das pessoas que sofrem de uma depressão por fadiga é amplamente conhecida no meio científico. De modo geral são muito eficazes no seu trabalho e têm tendência para querer assumir cargos de grande responsabilidade. Procuram continuamente afirmar-se perante os outros e gostam de ultrapassar os seus objectivos profissionais. O medo de falhar, a pressão da concorrência e ao mesmo tempo o alto nível de exigência que se impõem podem conduzir a uma situação de permanente tensão interior.

 

Alguns conseguem conviver com o stress durante determinados períodos de tempo, mas acabam por ser vencidos. O cansaço e o esgotamento instalam-se e podem dar origem a uma quebra acentuada da capacidade de trabalho.

Como quebrar o ciclo? O primeiro passo que se impõe consiste em alterar a situação de tensão.

  • A nível profissional, uma conversa com o superior poderá eventualmente ajudar a resolver o problema.
  • No que respeita à psicoterapia deverá ser feita uma avaliação das características da personalidade que estão realmente subjacentes ao conflito, com vista a uma aprendizagem de novos comportamentos.
  • Também se têm demonstrado eficazes as actividades desportivas e diversas técnicas de relaxamento, como por exemplo a prática de ioga, e os exercícios de autocontrolo.

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publicado às 09:42

Ansiedade social

por oficinadepsicologia, em 14.09.11
O grupo “Vencer a Ansiedade Social”, inicia a 21 de Setembro às 18h:30min, e decorre ao longo de 12 semanas.
Venha aprender como mudar a sua vida!

 

Saber mais sobre ansiedade social...

 

 

 

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publicado às 15:37

Quando a lógica dos cuidados se inverte

por oficinadepsicologia, em 13.09.11

Autora: Filipa Jardim Silva

Psicóloga Clínica

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Filipa Jardim Silva

Imagine-se uma criança com um repertório de problemas de saúde realmente dramático mas que apesar disso, apresenta sintomas muito vagos ou que não se agravam sem razão aparente. Imagine agora a mãe desta criança, muito preocupada e atenciosa, que passa dia e noite no hospital, a pressionar constantemente os médicos para sujeitar o seu filho aos exames mais rigorosos, a todos os procedimentos cirúrgicos necessários e a pressioná-los a prescreverem medicamentos, revelando já um grande conhecimento da terminologia médica. Permanentemente insatisfeita pelos diagnósticos inconclusivos, esta mãe leva o seu filho a diferentes profissionais e unidades de saúde, registando-se frequentes hospitalizações.

 

Nada lhe desperta a atenção? Esta mãe pode sofrer de síndrome de Munchausen por procuração, uma doença mental rara mas grave, reconhecida há séculos mas que permanece um mistério, difícil de diagnosticar e de tratar. Esta síndrome ocorre quando um cuidador, geralmente a mãe (85 a 95%), provoca deliberadamente problemas de saúde na criança ou convence os outros de que o seu filho está muito doente, fingindo ou induzindo sintomas, constituindo uma forma de abuso infantil. Os médicos acabam por pedir análises, realizar exames, receitar medicamentos e até hospitalizar a criança. Este comportamento do progenitor prolonga-se no tempo, envolvendo a fabricação dos sintomas (inventando-os ou causando-os) e a manipulação do tratamento (para adiar a “cura”).

 

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publicado às 18:21

Eu sou Mindful!

por oficinadepsicologia, em 12.09.11

No dia Mundial de Mindfulness, a Oficina de Psicologia, um dos principais dinamizadores em Portugal desta ferramenta terapêutica científica de última geração, não poderia deixar de assinalar a data de uma forma inovadora e contemporânea. Deixamos-lhe um pequeno vídeo da Flashmob que organizámos no Chiado.

 

 

 

Se não conseguir ver, clique aqui.

 

E, entretanto, quer vir aprender? Saiba tudo em Eu sou Mindful!

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publicado às 10:37

O sentido de humor ajuda-o a manter-se saudável

por oficinadepsicologia, em 11.09.11

Autora: Isabel Policarpo

Psicóloga Clínica

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Isabel Policarpo

De acordo com um estudo publicado no International Journal of Psychiatry in Medicine, há razões para acreditar que o sentido de humor  tem um efeito positivo na saúde mental e na vida social, mesmo depois das pessoas se reformarem, embora o efeito positivo na esperança de vida não possa ser demonstrado após os 75 anos, idade a partir da qual os factores genéticos e biológicos do envelhecimento passam a ser determinantes.

 

O estudo foi composto pela análise de 53.500 registos compostos de histórias de saúde e de análises clínicas de indivíduos que foram seguidos ao longo de 7 anos. Os autores avaliaram  ainda o sentido de humor através de um conjunto de questões retiradas de um teste para avaliar o humor. Essas questões revelam a capacidade da pessoa para compreender o humor e pensar de  forma humoristica e não têm a ver com a facilidade de rir.

 

O humor tem a ver com a forma de pensar e frequentemente ocorre num processo ou num dialogo com os outros. Não precisa de ser externalizado. O que a pessoa pensa é divertido, e isso é que conta. Há muitos mitos e mal entendidos acerca do humor, por exemplo  é comum pensar-se que as pessoas alegres têm um melhor sentido de humor, que as pessoas que são mais sérias. Mas  de facto não basta rir. As pessoas com o mesmo sentido de humor gostam de estar juntas e conseguem comunicar humor sem grande alarido. Um brilho nos olhos pode ser mais do que suficiente.

 

Para terem a certeza que os seus resultados eram verdadeiros os autores estudaram os efeitos do sentido de humor em dois grupos separados - um grupo era composto por pessoas que acreditavam que eram saudáveis, enquanto o outro era composto por pessoas que achavam que tinham uma saúde fragilizada. Contudo,  os autores descobriram que o impacto de um bom sentido de humor era o mesmo nos dois grupos.

 

Verificou-se assim que independentemente dos indivíduos se acharem com mais ou menos saúde, as pessoas que tinham mais sentido de humor tinham duas vezes mais hipóteses de sobreviver ao período de sete anos de follow-up, do que aquelas que tinham uma pontuação mais baixa. O sentido de humor tem pois um efeito real na saúde das pessoas pelo menos até aos 70 anos.

 

O sentido de humor pode ser aprendido e melhorado com a prática, porque não começar já?

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publicado às 13:46

Dia Mundial da Prevenção do Suicídio

por oficinadepsicologia, em 10.09.11

Autor: Francisco de Soure

Psicólogo Clínico

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Francisco de Soure

O suicídio constitui-se, actualmente, como uma causa de morte de dimensão significativa a nível mundial. A OMS estima que, a cada dia, cerca de 3000 pessoas terminem com a sua vida de forma voluntária e que, para cada uma que concretiza o acto, outras 20 o tentem. É assustador pensar que, a cada dia, qualquer coisa como 60000 pessoas procurem para si a morte. Só em Portugal, serão cerca de 1200 pessoas por ano. E mais assustador se torna se considerarmos as graves repercussões que uma morte por suicídio tem nas famílias e pessoas chegadas de quem o comete.

 

Quem nunca considerou o suicídio como um cenário possível costuma ter dificuldade em compreendê-lo. O mais básico dos nossos instintos é o da auto-preservação. Assim sendo, como explicar a nós próprios um acto que da forma mais gritante contraria este instinto? Compreender o suicídio é compreender o desespero. Injustamente apelidado de “uma chamada de atenção”, o atentado à própria vida é visto por quem o comete como a única saída possível para uma situação intolerável, a única forma de acabar com a dor, ou uma oportunidade quase mágica de começar de novo. O suicídio aparece, frequentemente, associado a quadros de depressão. De facto, a investigação aponta para que cerca de 15% das pessoas que tentam ou cometem suicídio estarão clinicamente deprimidas. E as estatísticas da OMS apontam, também, para que a depressão continue a aumentar de forma galopante, particularmente nos países ocidentais.

 

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publicado às 11:08

Culpa ou responsabilidade?

por oficinadepsicologia, em 09.09.11

Autora: Fabiana Andrade

Psicóloga Clínica

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“Sei que foi culpa minha, não lhe dei atenção estes anos todos, é natural que ela tenha se apaixonado por outra pessoa”;

 “O meu pai está sempre zangado, todos os dias, a culpa é minha pois sou uma fonte de preocupações”;

“Ele disse que precisava de outras experiências, que estava numa fase pouco disponível, isso parece-me mentira, sei que a culpa é minha, já não é a primeira vez que alguém me deixa”;

“Ele diz que sou uma má mãe, acho que tem razão, a culpa é minha do meu filho fazer tantas birras”;

“As agressões são constantes, a culpa é minha de o deixar tão zangado”;

“Se eu estivesse lá o acidente não teria acontecido, a culpa é minha!”

Estas frases parecem-lhe familiares? Para mim sim, pois são referidas diariamente no consultório por pessoas que assumem a culpa de tudo na sua vida.

Há pelo menos duas impressões imediatas que saltam à vista nestes exemplos. Uma implícita: a presença única do EU. Repararam que tudo passa a ser sobre a própria pessoa quando ela se assume culpada de algo?

Eu, eu, eu, como se elas tivessem todo o poder de controlar tudo e todos e fosse tudo sempre sobre si, o outro praticamente não existe na relação, nada é sobre o percurso do outro, tudo vem parar sempre na noção de que aquilo que aconteceu se deve antes de mais a alguma característica ou acção da própria pessoa. A questão é que elas não se sentem grandes e nem percebem que este mecanismo tem muito de omnipotência. Continuam a sentir-se as pessoas mais pequenas do mundo. Oscilam entre a própria culpa ou então são vítimas e a culpa é do outro, mas em qualquer um dos casos sentem-se sempre fracos e sem poder de mudar a situação.

A segunda impressão, esta mais óbvia, é mesmo a noção de culpa. É sobre esta noção que hoje decidi “viajar” um pouco, pois noto a sua capacidade limitadora e estagnante. Observo diariamente que pessoas “culpadas” não fazem uma interpretação de si mesmas, dos outros e das situações de uma forma saudável.

Quando exploro com estes clientes o que é da sua responsabilidade e o que é dos outros, sentem-se muito desconfortáveis e utilizam a palavra CULPA. Muitas vezes acreditam que culpa e responsabilidade são sinónimos, mas na verdade não são!

Na culpa o que surge é essencialmente um sentimento depreciativo de si mesmo que deriva de uma crítica acusatória, já a responsabilidade é uma habilidade, uma capacidade de responder e agir perante algo. Com ela, surge a noção de liberdade e força para lidar com circunstâncias que criamos ou ajudamos a criar. A culpa nos tira força e nos deixa numa posição de vítima de nós mesmos. Ela pede punição e dor, mas não oferece criatividade para reparar o que ficou mal resolvido.

Muitos autores sugerem que o conceito de culpa como um sentimento auto punitivo surge com a Bíblia. Sabemos que segundo o livro sagrado, Deus criou o Homem à sua imagem e semelhança mas não lhe concedeu o discernimento do bem e do mal, capacidade que só Deus possuía.

No entanto, o homem ambicionando ser igual a Deus, conhecedor do bem e do mal, desobedeceu ao seu criador comendo do fruto que lhe tinha sido proibido. Após comerem do fruto proibido o homem e a mulher tomam consciência da sua condição imperfeita e do sentimento de culpa pelo seu acto. É portanto, deste episódio que nasce a culpa e a necessidade de um castigo como forma de expiação da mesma culpa.

A palavra Culpa vem do Latim culpa e designa não só uma falta para com a lei, seja ela religiosa ou civil, mas também a consciência dessa falta por quem a cometeu. Assim, o conceito de culpa serve há anos para punirmos quem transgride leis e normas, serve para a organização da sociedade. Está presente no âmbito jurídico e penal, no âmbito social e surge sempre que alguém se desvia da norma.

No entanto, quando saímos da dimensão social e passamos para a dimensão individual, a culpa torna-se redutora, estagnante, na medida em que retira liberdade e força da pessoa para resolver a situação. Leva a sentimentos de auto-punição que cada vez mais danificam a auto-estima, impossibilitando uma vida feliz e saudável.

Juntamente com a noção de culpa, aparece a noção de que não se pode errar. No entanto, sabemos que a aprendizagem, a evolução, vem do erro e da lição que aprendemos com este erro. A culpa impede uma interpretação construtiva do erro, impossibilitando o desenvolvimento.

A culpa é o sentimento de não ser digno, de ser mau e traz remorso e censura. É um movimento de raiva virado contra o próprio que muitas vezes só diminui com a punição. Por vezes, a punição nunca é suficiente para reduzir a sensação de culpa e a pessoa vive num ciclo constante de depreciação própria.

Características comuns em quem sente culpa:

- Preocupação excessiva com a opinião dos outros;
- Desconforto quando recebe prendas ou elogios. Não se consideram dignos;
- Raiva reprimida;
- Dificuldade em assumir responsabilidade pelos próprios actos;
- Sentimento de rejeição e vitimização, não se sentem suficientemente fortes;
- Atreitos à doenças, ou acidentes frequentes
- Dificuldade em expressar os reais sentimentos e em dizer não;
- Necessidade em agradar;
- Agem para os outros e não para si mesmos

Consequências da culpa:

- Auto-punição;
- Medo;
- Sofrimento;
- Remorso;
- Estagnação;
- Doença;
- Tristeza/depressão;
- Submissão;
- Prisão emocional;
- Solidão;
- Dificuldade em impor limites, dizer não;
- Fuga através do álcool, drogas;
- Compulsão alimentar;
- Conflitos internos e nas relações ;
- Dificuldade em sentir prazer;
- Destruição da auto-estima e amor-próprio

Então o que fazer se identificarmos em nós mesmos esta tendência?

Em primeiro lugar entender que culpa é diferente de responsabilidade. A culpa pressupõe um vilão e uma vítima, a responsabilidade é partilhada entre dois iguais. Assim, nos relacionamentos, há sempre responsabilidades dos dois lados, observe qual é a sua e lembre-se de entender qual é do outro.

Lembre-se que nem tudo é sobre si. Você não tem poder sobre a decisão dos outros, elas devem-se ao processo do outro e não ao seu, não tem poder de impedir catástrofes, doenças e acidentes, tem apenas poder de decidir sobre a sua própria vida e buscar caminhos para a sua felicidade. Com certeza eles não passam por continuar a sentir-se culpado de tudo!

Responsabilidade é força, é liberdade para modificar o que não está bem, com o foco no futuro. É assumir e aprender com as consequências dos nossos erros e olhar para eles como oportunidades de aprendizagem. É uma postura adulta e saudável perante a vida.

O processo terapêutico é entre outras coisas, o processo que permite a consciência da responsabilidade. Permite a mudança de um padrão de culpa para outro mais consciente, saudável e livre. Está a espera de quê para começar?

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publicado às 09:28

Separação

por oficinadepsicologia, em 08.09.11

E-mail recebido

 

"Gostaria apenas que alguém me desse um Conselho. É a 1ª vez que eu e meu marido vamos sair 2 dias sem os nossos filhos.

Não sei bem como lhe hei-de dizer pois eles vão querer ir também. A minha filha só consegue adormecer com o pai. Na 1ª noite acho que ainda dá para arranjar a desculpa que fomos buscá-los mas que estavam a dormir, e na 2ª? É mais complicado.

Por outro lado não sei se lhes devo mentir ou dizer a verdade mesmo que fiquem a chorar. Tenho muito medo que fiquem com medo e com algum trauma.

Como devo fazer?

 

Grata pela atenção

 

 

EC"

 

 

 



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publicado às 20:02

Autora: Joana Florindo

Psicóloga Clínica

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Joana Florindo

 

Nos dias de hoje, a anorexia, a bulimia, e particularmente a ingestão compulsiva, assumem-se como realidades cada vez mais frequentes e assustadoramente próximas. Parece ser cada vez mais provável, conhecermos alguém que sofre de uma destas perturbações alimentares, podendo mesmo, tratar-se de um dos nossos familiares ou amigos.

 

Contudo, nem sempre é fácil reconhecermos tais problemas em quem nos rodeia, quer devido à sua expressão tipicamente silenciosa e envergonhada, quer devido ao nosso desconhecimento dos seus indícios, e, na maioria das vezes, acabam por ser detectados ou evidenciados em estados mais avançados, quando a saúde física e emocional já se encontram muito comprometidas.

 

Sabemos que uma sociedade informada é uma sociedade mais atenta e consciente, com maior poder de prevenção e intervenção, e porque nos encontramos perante perturbações que acarretam graves consequências de saúde, muitas vezes irreversíveis, e em que em alguns casos podem mesmo conduzir à morte, conhecer e identificar os seus sinais de alerta, revela-se de extrema importância, permitindo uma resposta ao problema mais rápida e precoce, e tendencialmente mais eficaz.

 

Nesse sentido, encontram-se de seguida alguns dos sinais de alerta mais comummente associados a estas perturbações, mas quero salientar, desde já, que embora se revelem úteis indicadores, não se podem assumir, por si só, como garantias de diagnóstico de uma perturbação do comportamento alimentar:

 

 

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publicado às 11:20



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