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Saiba mais sobre Pânico e Agorafobia em http://oficinadepsicologia.com/sobre-ansiedade/panico-e-agorafobia

 

Os grupos psicoterapêuticos na Oficina de Psicologia agregam pessoas que sofrem de uma mesma perturbação. Dado que utilizamos um modelo estruturado nos grupos de intervenção psicoterapêutica, ou seja, um número pré-definido de sessões, previamente organizadas em torno de material e exercícios relevantes, estes tornam-se muito eficazes e permitem, num curto espaço de tempo, lidar com a sintomatologia mais representativa das perturbações a serem trabalhadas. O contexto de pequenos grupos (de 6 a 12 pessoas) tem vantagens muito específicas, das quais destacamos:

Não sou o único – momentos de partilha com alguém que sofre da mesma problemática, tem um efeito terapêutico significativo. De alguma forma, e a um nível profundo, é um grande passo para a normalização daquilo que sentimos e somos e para a aceitação de nós próprios;

Aceleração da mudança – técnicas de intervenção específica à problemática apresentada;

Perspectivas múltiplas – várias pessoas a observar uma mesma realidade podem obter uma riqueza de perspetivas e ângulos, impossível de conseguir em outro contexto - o que viabiliza a rapidez dos processos de reequilíbrio pessoal.

Espelhos – quem nos rodeia pode constituir-se como um espelho de nós mesmos, reflectindo a nossa imagem e expondo a nossa forma de lidar com a vida e connosco próprios. Num grupo de psicoterapia esta reflexão é incentivada num contexto seguro e terapêutico, com o objetivo de nos conduzir a opções mais úteis e geradoras de satisfação pessoal.

Custos – A psicoterapia de grupo resulta inevitavelmente mais económica.

 

É já no dia 15 de Maio que vamos dar início a mais uma edição do Grupo Terapêutico para a Perturbação de Pânico. Se sofre desta patologia, junte-se a nós numa caminhada conjunta por uma vida sem pânico. Esperamos por si!

 

Terapeuta responsável: Ana Crespim

Data: 15 de Maio

Hora: 20h00

Local: Avenida de Paris, nº4, 5º andar

Preço: 20€

publicado às 11:55

Reconhecimento

por oficinadepsicologia, em 05.05.12

Autora: Filipa Cristóvão

Psicóloga Clínica

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Filipa Cristóvão

Agradecer, (ou reconhecer como um cliente me disse um dia) coloca-nos no aqui e no agora. Essa possibilidade vai ao encontro de movimentos terapêuticos actuais que têm vindo a afirmar que a capacidade de estar no presente contribui para o aumento dos níveis de bem-estar e saúde mental.

Por outro lado, estar reconhecido, serve-nos de lembrete de todos os recursos que possuímos. E por último serve ainda de “banco de créditos”. Em tempo de crise, a capacidade de avaliar e agradecer algumas coisas que estão a funcionar pode ser da maior importância.

 

Hoje ainda comece uma nova dinâmica:

 

  • Crie um caderno onde possa anotar diariamente algo porque se sinta agradecido nesse dia. Às vezes não valorizamos o mais simples, e mesmo em dias turbulentos, pode ter acontecido a refeição mais saborosa dos últimos tempos, ou ter encontrado alguém que já não via há muito
  • Abrande o passo. Desperte os sentidos para o mundo que o rodeia. Que cores viu ao amanhecer? Que cheiros? Como é a textura do que traz vestido hoje? Que diferentes sabores distingue na sua alimentação? Esteja atento à paleta de diversidade de que se compõe a sua vida.
  • Agradeça quem é hoje, e o sítio onde está. Mesmo que ainda não seja a versão desejada, é a consciência de onde está que lhe permite a mudança.
  • Faça uma lista dos seus talentos, e agradeça. Ao longo deste ano, vá somando pequenas coisas que descobre sobre si próprio.
  • Lembre-se que, pensamentos de gratidão mantém-nos centrados nos objectivos e impelem nos no sentido da realização pessoal.
  • Quando alcançar um objectivo alegre-se e agradeça. Muitas vezes esquecemo-nos de o fazer. Contudo, esta consciência da confirmação do sonho e da determinação, serve de reforço e motiva para a continuação da caminhada.
  • Tome consciência das pessoas que o acompanham. A algumas agradecerá facilmente. A outras será mais difícil, ainda assim agradeça. As relações mais difíceis são muitas vezes aquelas onde há maior aprendizagem e que permitem maior auto-conhecimento.
  • Vá mais longe, e exprima realmente gratidão aos que a rodeiam. Aumentará a auto-estima de quem lhe está próximo e partilhará de um ambiente de maior satisfação.
  • Assuma gratidão pelo curso da vida. Este movimento ajudá-lo-à a perceber o sentido da sua vida e viver cada momento com uma sensação de satisfação e valor pessoal pelas suas contribuições.
  • Diariamente, passe também um pouco de tempo consigo mesmo em meditação. Experimente este exercício: Pense em algo e veja como o coração responde…faça-lhe perguntas; encoraje o coração evocando directamente uma imagem positiva, um sentimento de reconhecimento ou gratidão e deixe-o invadir o peito ao mesmo tempo que respira profundamente http://oficinadepsicologia.com/loja/shop/anti-stress/.

 

Esteja presente em tudo o que faz e vive, exprimindo a sua gratidão. Por isso, agora que leu este artigo, o meu profundo agradecimento!

publicado às 10:22

20 conselhos saudáveis

por oficinadepsicologia, em 03.05.12

Autora: Cristina Sousa Ferreira

Psicóloga Clínica

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Cristina Sousa Ferreira

 As Universidades de Harvard e Cambridge publicaram um compêndio com 20 conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática.

 

1º - Tomar um copo de sumo de laranja diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C.

 

 2º - Salpicar canela no café mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue.

 

 3º - Trocar o pão branco tradicional pelo pão integral que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco.

 

 4º - Ingerir regularmente vegetais e mastigá-los por mais tempo. Isto aumenta a quantidade de radicais químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar liberta sinigrina. E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm. (A sinigrina, que é um glucosinolato, é um sal potássico que se encontra nas sementes de mostarda, na raiz do rabanete, na couve-de-bruxelas e nos brócolos. Em alguns casos, os glucosinolatos parecem oferecer proteção frente a alguns tipos de cancro.)

 

 5º - Adotar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que ía ingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração. Esses 20% podem ser postos numa caderneta de poupança. Em cinco anos dá para comprar muita coisa.

 

6º - O futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de cancro de pulmão.

 

7º - Fazer refeições coloridas como o arco-íris. Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais.

 

8º - Comer pizza. Quem diria! Mas escolha as de massa fininha. O licopeno (C40H56) – um pigmento vermelho antioxidante encontrado, por exemplo, no tomate e no pimentão – pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é mais bem absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizzas. Atenção senhores: tomate faz bem para a próstata!

 

 9º - Limpar a escova de dentes e trocá-la regularmente. As escovas podem espalhar gripes, constipações e outros não-sei-quês. Assim, é recomendado lavá-las com água quente, pelo menos dia sim, dia não, aproveitando, por exemplo, o banho no chuveiro, sobretudo após doenças (quando devem ser mantidas separadas de outras escovas).

 

 

 10º - Realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam a memória. Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova. Leia um livro e memorize parágrafos. Inverta as suas rotinas. Por exemplo: se está habituado a tomar banho começando pela cabeça, de vez em quando comece pelos pés.

 

 11º - Usar fio dental e não mastigar pastilhas elásticas. Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam pastilha elástica têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose (doença degenerativa da artéria devido à destruição das fibras musculares lisas e das fibras elásticas que a constituem, levando a um endurecimento da parede arterial, geralmente produzida por hipertensão arterial de longa duração ou pelo aumento da idade), pois têm os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos à sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam os dentes e o corpo. Agora, não adianta utilizar o fio dental de meia em meia hora para viver mais. Ninguém fica para semente!

 

 12º - Rir é o melhor remédio. Uma boa gargalhada é um mini 'workout', um pequeno exercício físico. Sabia que 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida? Rir baixa o distresse e acorda as células naturais de defesa e os anticorpos.

Eustresse = baixa ansiedade. Distresse = alta ansiedade. O eustresse motiva e estimula a pessoa a lidar com a situação. Ao contrário, o distresse faz com que se intimide e fuja da situação.

 

13º - Não descascar com antecipação. Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados no momento em que forem consumidos. Isto aumenta os níveis de nutrientes contra o cancro. Melhor do que isto é não descascar o que não precisa ser descascado. Por exemplo: maçãs, pêras, figos, batatas, etc.

 

 14º - Ligar para a sua família de vez em quando. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas mantêm um laço afetivo com as pessoas de quem gostam, particularmente com a mãe, previnem a tensão arterial alta, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade precoce.

 

 15º - Desfrutar de uma chávena de chá. O chá comum contém menos níveis de antioxidantes do que o chá verde. Se beber só uma chávena por dia diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá prolonga a vida depois de ataques ao coração.

 

 16º - Ter um animal de estimação. As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de distresse e visitam o médico com mais freqüência, dizem os cientistas da Cambridge University. Os animais domésticos fazem-no sentir-se otimista, relaxado, e isto baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores animais de estimação, mas até um peixinho dourado pode causar um bom resultado.

 

 17º - Colocar tomate ou verduras frescas no sanduíche. Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School.


 18º - Reorganizar o frigorífico. As verduras, se dispostas aleatoriamente no seu frigorífico, perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides (cada uma das substâncias encontradas em certas plantas cítricas e que apresentam propriedades tônico-circulatórias). Os flavonóides, encontrados em todos os vegetais, têm também a propriedade de combater o cancro. Por isto, deve-se usar a área do frigorífico reservada para verduras, aquela caixa na parte de baixo.

 

19º - Comer como um passarinho. A semente de girassol e as sementes de sésamo incluídas nas saladas e nos cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes. 

 

20º - E, por último, um mix de pequenas dicas para prolongar a vida

a) Comer chocolate. Duas barras por semana prolongam a vida um ano. O amargo é fonte de ferro, de magnésio e de potássio.

b) Pensar positivamente. Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais do que os pessimistas, que, para além disso, apanham gripes e constipações mais facilmente.

c) Ser sociável. Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis do que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família.

d) Conhecer-se a si mesmo. Aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo.

 Uma vez incorporados, estes conselhos facilmente se tornam hábitos.

 

É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca: Escolha a melhor forma de viver; o costume a tornará agradável!

publicado às 09:55

Preocupação e ansiedade (II)

por oficinadepsicologia, em 01.05.12

Autora: Cristiana Pereira

Psicóloga Clínica

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Cristiana Pereira

A preocupação, tão presente no nosso dia-a-dia, é a forma que a nossa mente utiliza para ensaiar diferentes vias de solução perante possíveis perigos.

 

É claro que a preocupação é-nos útil, enquanto conservar uma relação lógica com as situações que vivemos. No entanto, se ela se torna em algo persistente e permanente, que aparece em situações que não apresentam qualquer perigo real, acarreta sérios problemas. Isto porque nos mantém num estado de ansiedade permanente. É uma sensação de inquietação constante, na qual está presente a ansiedade como resposta fisiológica, ou seja, é como se nos apercebêssemos de um grande risco mesmo quando não há nada no exterior que nos indique a sua existência.

Alguns de nós convive permanentemente com a angústia, o que nos impede de aproveitar até os acontecimentos mais elementares da vida, já que estamos sempre preocupados e limitados nas nossas actuações. Como é lógico, este estado não nos deixa viver outras emoções agradáveis, reconfortantes e positivas.

 

Quando a preocupação é excessiva utilizamos uma grande parte das nossas energias mentais, pois estamos constantemente a ensaiar, uma e outra vez, diferentes soluções para resolver o que nos inquieta. Assim, diante desta agitação é quase impossível concentrarmo-nos noutras coisas. Este desgaste físico e mental pode conduzir a patologias mais graves como as fobias, as compulsões ou os ataques de pânico.

 

O ciclo da preocupação

Penso que todos nós já experienciámos de alguma forma o ciclo da preocupação: começa com uma conversa interna que salta de uma ideia para outra aumentando com cada uma delas o grau de ansiedade.

 

Muitas vezes, depois de sofrer um percalço, dizemos “Agora só me faltava mais esta…” Esta frase é um exemplo do início do ciclo da preocupação. Com ela começamos a imaginar futuros e hipotéticos perigos que, muitas vezes, nada têm a ver com a situação desagradável ou perigosa que enfrentamos.

 

Sabemos à partida que o ciclo da preocupação não nos ajuda a solucionar qualquer tipo de problemas. Contudo, quando acontece entregarmo-nos a ele, sentimos que por nos preocuparmos conseguimos evitar as dificuldades. É como se o hábito funcionasse como uma espécie de talismã que nos livra de futuras desgraças.

 

No entanto, uma das vantagens que a preocupação nos pode proporcionar é o facto de notarmos com a menor intensidade a ansiedade. Uma pessoa preocupada está tão focada e centrada em solucionar os problemas, que muitas vezes não repara nos sintomas da ansiedade: taquicardia, suores, tremores, etc.

 

O primeiro alarme toca perante uma dificuldade gerada, normalmente, por um pequeno contratempo. Às vezes nem sequer percebemos o que nos causou o estado de alerta. Com este alarme, existe um moderado ataque de ansiedade que provoca mudanças fisiológicas no nosso organismo. Pode sentir-se um leve desassossego, uma inquietação. Este estado emocional, no qual há uma quantidade de hormonas a circular pela corrente sanguínea, gera um estado de tensão que, por sua vez, despoleta novas preocupações.

 

Finalmente, a nossa atenção fica totalmente centrada nas preocupações que vão sucedendo. O objectivo deste encadeamento de preocupações é diluir o alarme inicial, o qual julgamos não poder enfrentar, em vez de nos empenharmos na resolução do problema que iniciou o ciclo. E como compensação, a ansiedade diminui.

publicado às 10:07

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