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Abrace alguém hoje!

por oficinadepsicologia, em 21.01.11

Dia Mundial do Abraço - 21 de Janeiro

 

“Pelo abraço trocamos emoções, damos carinho, recebemos afecto. Mas não só:
Um estudo da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, publicado na Revista Pychossomatic Medicine, mostrou que o contacto físico como aquele proporcionado pelo abraço pode aumentar a qualidade de vida. As descobertas sugerem que uma relação forte e duradoura pode diminuir o risco de doenças cardiovasculares, pois o contacto proporcionado pelo abraço diminui a tensão arterial e os batimentos cardíacos. Por outro lado sabemos que, abraçar o outro fazendo uma pequena fricção na zona das omoplatas liberta hormonas relacionadas com o prazer tornando este movimento extremamente calmante.
Pela sua saúde dê um abraço!”
Catarina Mexia


"Por vezes um abraço vale mais do que mil palavras"
"Não há palavras para descrever tudo o que se diz no silêncio de um abraço"
António Norton


"Se penso em abraçar penso em conter. Conter a dor, conter a emoção, conter quando falta chão. Em psicoterapia conseguimos abraçar com palavras de contenção."
Nuno Mendes Duarte


 

"Lá fora, por vezes sufocam-me com esse abraço
Outras gostava tanto que me envolvessem com o toque e ficam distantes.
Aqui o abraço é bom, não demasiado apertado, não demasiado solto, e sinto-me.
Daqui apetece-me abraçar o mundo".
Hugo de Oliveira Santos


“Se existem gestos que contêm o valor de mil palavras, o abraço é um deles…. Mas o que é abraçar? Tem de ser físico? Quantas vezes não sentimos em consulta um abraço, sem sequer nos levantarmos da cadeira? Muitas… é mútuo, sentido, genuíno, apoiante.
E no seu dia-a-dia? Quantas vezes quis abraçar alguém, sentiu que essa pessoa precisava do seu abraço , mas não o fez pelas mais variadas razões. Porque não? Nada se perde num abraço… é uma partilha de algo, com palavras caladas, que dá conforto, ancora.
E você? Já abraçou alguém hoje? “
Ana Crespim


“Em contexto terapêutico pode surgir a necessidade que o terapeuta abrace o paciente. Este abraço não contem o sentimento da mãe por um filho ou o sentimento de dois amantes, mas contem o afecto de uma pessoa que não tem medo de tocar e de sentir empatia por outro ser humano.”
Tânia Cunha


“Tal como o Hugo, já abracei e fui abraçado. Foram momentos em que as palavras não tinham lugar, valeram muito mais que isso. É que para mim, abraçar em terapia é festejar a humanidade.”
Luís Gonçalves


“Quantas vezes o abraço num contexto de segurança emocional, num estou aqui e num agora para que me possa receber com tudo o que trago, e para que me possa devolver neste setting o que sempre me faltou ao longo dos anos.
Esse vazio que se sente e que aqui durante este tempo se preenche numa linguagem não verbal, num gesto de contenção emocional, num toque que se torna desnecessário.”
Fátima Ferro


“Dar, receber, amparar, conter.
Muitas vezes, sem palavras, só com o poder de um gesto, podemos abraçar quando queremos transmitir um gosto de ti, um amo-te, um desejo-te ou um preciso de ti. Podemos dá-lo num perdoou-te, na saudade de um reencontro ou na intimidade de anos e anos de amizade. No espaço da consulta, com ou sem palavras, um abraço pode surgir para exprimir um estou aqui, oiço-te, amparo-te e compreendo-te.”
Joana Florindo


“No abraço o teu Tu se torna menos infinito e incompreensível, o meu Eu perde a necessidade de controlo e as circunstâncias da vida ficam condimentadas com uma sensação de suavidade e de integridade.”
Irina António


“Procurei em cada regaço um conforto,
Em cada peito um ninho.
Exigi-te colo e embalo, pedi os teus braços em torno de mim,
Bebi de ti, sôfrego e
Esgotei o teu amor sem preencher o meu vazio.
Na desolação da minha nudez,
Em frente ao espelho, percebo...
O abraço que preciso é o meu!”
Francisco de Soure

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publicado às 20:34



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