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Ansiedade e depressão: que relação?

por oficinadepsicologia, em 24.02.12

Autora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

Habitualmente pensa-se ansiedade e depressão como dois problemas totalmente separados e sem qualquer tipo de relação. O que não é totalmente verdade. Muito embora sejam diferentes, efectivamente estão intimamente relacionados.

A ansiedade pode existir sozinha como pode existir a depressão. Outras vezes, a ansiedade pode levar à depressão ou a depressão pode conter elementos de ansiedade.

 

Por exemplo, se estiver ansioso então a ansiedade estará em primeiro plano. E embora não suspeite que a depressão pode contribuir, para as suas dificuldades, ela pode realmente fazer parte do seu problema. Por outro lado, se apresentar sintomatologia depressiva, suspeite que a ansiedade pode estar escondida.

 

Quer sofra de ansiedade, depressão, você está tão simplesmente a tentar sobreviver àquilo que percepciona como uma ameaça à sua segurança. A ansiedade e a depressão, mais suaves ou severas, irão sempre diminuir a qualidade da sua vida. A palavra crucial aqui é escolha. Escolha não estar deprimido ou ansioso e procure ajuda de um profissional.

 

Muito provavelmente nunca se apercebeu que pode escolher estar deprimido ou ansioso. A psicoterapia poderá ensiná-lo que tem escolha. Independentemente da maior ou menor duração dos seus hábitos de insegurança, uma vez aprendido a trocar um pensamento inseguro e confuso por um pensamento mais maduro e responsável, deixarão de poder contaminar a sua vida.

 

É importante ter uma atitude mental mais positiva, motivação e acreditar que é possível, bem como conhecer o modo como se organizam estes processos ansiosos e depressivos. A motivação é o que lhe permite suster os seus esforços e fazer a caminhada da mudança.

publicado às 10:56

A tartaruga e a vida

por oficinadepsicologia, em 08.02.12

Autora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

Vou convidá-lo que imagine uma tartaruga… o que é que lhe vem à cabeça? A carapaça, é claro! Quando a vida se torna intempestiva para as tartarugas, estas resguardam-se nas suas carapaças e aguardam pela bonança. É verdade que os seres humanos não têm carapaças, no entanto muitas vezes agem como se tivessem.


As experiências de tartaruga têm uma coisa em comum: proporcionar o afastamento de algum aspecto da vida onde sente perda de controle e uma vez na sua carapaça, sentir-se-á protegido e seguro. Assim, o comportamento de tartaruga é definido não por aquilo que está a fazer mas pela razão por que está a fazer. Ninguém constrói uma carapaça perfeita!


O comportamento de tartaruga é simplesmente qualquer comportamento que lhe permite afastar-se da vida em vez de tratar da vida. Claro que um pouco de comportamento de tartaruga pode ser perfeitamente adaptativo e necessário. Saiba que com moderação não o vai prejudicar. Torna-se preocupante só quando é utilizado como estratégia permanente na tentativa de controlar a vida.


Tome nota que o comportamento de tartaruga, além de provocar ansiedade e depressão, tem tendência a criar um hábito. Quanto mais se acostumar à sua carapaça, mais difícil se torna arriscar a sair dela.
Para considerar um comportamento como carapaça verifique se ele constitui uma tentativa de evitar algum aspecto da vida e sentir-se com mais controle. Como regra geral qualquer comportamento excessivo deve ser questionado como possível desvio ou fuga da vida.

publicado às 09:27

Pânico: quando o sonho se torna um pesadelo

por oficinadepsicologia, em 27.01.12

Autora: Cristina Sousa Ferreira

Psicóloga Clínica

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Cristina Sousa Ferreira

O mês de dezembro foi desgastante! O João teve que mobilizar todas as suas energias para se  distribuir  entre as mudanças para a casa nova e a entrega do relatório final daquele projeto à sua responsabilidade. A casa antiga tinha que ser entregue até ao final do ano e o prazo de entrega do relatório tinha que ser respeitado para não comprometer a sua empresa perante o cliente.  Os dias passaram a correr e a tal velocidade  que muitas foram as noites mal dormidas para que o João conseguisse cumprir com  estes dois objectivos. Mas conseguiu!
Merecia os últimos 4 dias do ano de férias na Costa do Alentejo com os amigos. As férias iriam ajudá-lo a recuperar os sonos, a livrar-se do cansaço e a encontrar a tranquilidade perdida.


Tudo estava a correr bem. Apesar do frio estava um sol radioso, o grupo estava animado, o primeiro dia de passeio tinha sido retemperador e à noite dormiu como um “anjinho”. No dia seguinte, último dia do ano,  estava todos inscritos para fazer aquela Caminhada pelo trilho dos pescadores.  Desde que tinham iniciado o planeamento destas férias que todos falavam desta Caminhada de sonho e o entusiasmo e expectativa eram grandes.  


O passeio começou pela manhã. Depois de um pequeno percurso de carro começaram a andar pelos carreiros dos barrancos, montes e vales e junto às arribas e falésias abruptas e recortadas.  O passeio estava a ser agradável e divertido. Num dos trilhos, no cimo de uma falésia, o João começou subitamente a sentir o coração muito acelerado e uma dor no peito, a  cabeça zonza, nauseado, com a sensação de que não estava a conseguir respirar. Achou que ía morrer!  Bloqueou, não conseguia dar mais um passo.  Estava pálido, suava em “bica”  e as suas mão estavam geladas.  Alguns dos amigos preocupados,  não sabiam como ajudar. Uma das amigas do João , Psicóloga na Oficina de Psicologia, conversou com ele numa voz pausada e traquilizante,  chamou-lhe a atenção para o que o rodeava, os amigos que estavam com ele, como se chamavam, quantos eram, o equipamento que tinham trazido, as botas de caminhada que tinham calçado, trazendo-o para o aqui e agora dos seus sentidos e enumerando objectos visíveis e as suas características: os sons, os cheiros, e aquilo que objectivamente o João podia sentir. O chão sobre os pés, o calçado adequado, e a segurança dos amigos. Tranquilamente disse-lhe para fazer a respiração abdominal e respirou com ele.
Passaram alguns minutos até o João voltar a ter a noção de que o mundo que o rodeava era mesmo real e que era, de facto, dono incontestável do seu corpo.  O João conseguiu sair da falésia e regressou pelo trilho dos barrancos até ao local de encontro.


O pânico, é uma perturbação progressiva: sem tratamento eficaz, vai piorando. O João vai iniciar o Grupo de Pânico. Aqui vai encontrar pessoas que passaram por experiências semelhantes e que viveram e conhecem este tipo de sofrimento.


Para si que se identifica com este tipo de sofrimento perante exames, apresentações em público, locais públicos ou conhece alguém que também queira retirar este “peso” da sua vida a Oficina de Psicologia tem a solução no Grupo de Pânico ou em Psicoterapia Individual.


publicado às 12:08

Sobre a ansiedade

por oficinadepsicologia, em 14.01.12

Autora: Joana Fojo Ferreira

Psicóloga Clínica

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Joana Fojo Ferreira

Go to the heart of danger for there you will find safety
[Vai ao coração/âmago do perigo, lá encontrarás segurança]
Provérbio Chinês

Proponho uma reflexão sobre o que são e de onde vêm as perturbações da ansiedade.
A ansiedade é matreira: dirige a nossa atenção para as nossas sensações corporais ou para estímulos externos percepcionados como perigosos, para esconder o significado implícito deste medo exagerado. A pessoa ansiosa como que foge de si própria, desenvolve estratégias de evitamento que se materializam nos sintomas de ansiedade e, neste esforço de evitar o contacto com as suas feridas psicológicas, vai reforçando mais e mais a sua percepção negativa de si.

Como é que se desenvolve uma perturbação da ansiedade?
Cada vez mais se reconhece que as perturbações da ansiedade têm origem em experiências de vida dolorosas: experiências traumáticas, traições por outros significativos, respostas ineficazes a acontecimentos de vida, entre outros. Estas experiências criam feridas do self, percepções negativas de si, como incapaz de lidar com os desafios da vida, e estas feridas são tão poderosas, estão tão presentes na vida das pessoas (embora de uma forma implícita, não consciente), que as tornam hipersensíveis a qualquer situação no presente que se assemelhe de alguma forma a estas memórias dolorosas, que active a ferida. No esforço de prevenir a exposição a estas feridas, desenvolvem-se estratégias de protecção desadequadas, que são os sintomas mais visíveis da ansiedade.

Como é que se quebra este ciclo de sintomatologia ansiosa?
Apesar destes comportamentos de protecção desadequados trazerem algum alívio imediato por impedirem o contacto com as feridas, tendem a agravar o sofrimento por reforçarem a perspectiva negativa de si, como incapaz, desadequado, vulnerável…
Apesar do sofrimento imediato que acarreta entrar em contacto com as nossas feridas psicológicas e com as memórias dolorosas que lhes deram origem, é este contacto, no seio de uma relação terapêutica segura e apoiante, que permitirá atender a elementos adaptativos que não foram anteriormente processados e recuperar uma imagem de si mais positiva, capaz de mobilizar recursos para lidar de forma eficaz com os desafios da vida.

A Oficina de Psicologia reabre este mês grupos terapêuticos que se têm mostrado muito eficazes no tratamento de perturbações de ansiedade, temos grupos de ansiedade generalizada, de pânico e de fobia social. Consulte a nossa página e solicite a integração no grupo que mais se adequar à sua problemática. Não adie mais o seu bem-estar.

publicado às 11:08

O quê, não me ralar? Eu?

por oficinadepsicologia, em 13.01.12

Autora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

Se se considera uma pessoa preocupada então a preocupação não lhe é estranha, e muito provavelmente reconhece frases como: “E se”. “E se eu não conseguir?”. “E se eu não fizer bem feito”. “E se ninguém perceber?”. Saiba que todos os “E se?” são uma verdadeira manobra defensiva contra coisas que correm mal ou de se perder o controlo.


Para quem é preocupado, a preocupação é tudo menos inocente. A preocupação, essencialmente a preocupação crónica, é a base sólida da ansiedade e depressão.


Se se preocupa demasiado, o seu corpo pode traduzir o stress e a tensão da preocupação em dores de cabeça, dores de estômago ou insónia. A bem da verdade, o nosso corpo detesta preocupação. Emocionalmente, a preocupação pode dificultar o sentido de equilíbrio e deixar-nos inseguros, inquietos e pessimistas.


Em suma, a preocupação é uma tentativa para contrariar aquilo de que se sente inseguro. Preocupar-se não é necessariamente preparar-se para uma apresentação na faculdade ou controlar os pneus do carro antes de uma longa viagem. A antecipação da vida não faz de si um preocupado, mas sim quando a antecipação se centra naquelas coisas que podem correr mal ou nos aspectos negativos. Despreocupe-se preocupando-se consigo próprio!

publicado às 11:32

Perturbações emocionais e vulnerabilidade

por oficinadepsicologia, em 09.12.11

Autora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

Estudos demonstram que a depressão e os estados de ansiedade constituem as duas principais perturbações baseadas nas emoções, afectando cada um cerca de um quinto das pessoas nas sociedades industrializadas ocidentais em qualquer altura das suas vidas.

Estas perturbações emocionais são geralmente causadas da mesma maneira que as emoções negativas, por acontecimentos graves. Mas as perturbações emocionais não são só emoções intensas ou duradouras. Para ficarem deprimidas geralmente as pessoas também têm de ser vulneráveis.

 

É amplamente aceite que os episódios de depressão são usualmente iniciados por qualquer evento grave na vida ou dificuldade. No entanto, nem todos os que experienciam sérias adversidades sofrem de depressão ou estados de ansiedade. O que tornará então uma pessoa mais vulnerável que outra?

 

Vários estudos apontam factores de vulnerabilidade para o aparecimento das perturbações emocionais como: a experiência precoce, a auto-estima, o pensamento baseado na apreciação, o apoio social ou até mesmo os efeitos genéticos.

No que diz respeito à experiência precoce, considera-se que a vulnerabilidade da negligência precoce pode enviesar a percepção que temos de nós próprios, como não merecedores de amor e cuidado. 

 

Relativamente à auto-estima, existem evidências científicas que pensar negativamente acerca de nós mesmos parece estar envolvido em casos sérios de depressão, bem como em casos menos sérios de fracasso nalguma tarefa.

 

As relações próximas têm um enorme efeito sobre o facto de as pessoas desenvolverem ou não uma depressão em resposta às adversidades. Parece que ter um relacionamento íntimo actua como um amortecedor. Neste sentido, o apoio social produz um pequeno efeito por si mesmo, mas amortece o impacto dos acontecimentos negativos e das dificuldades da vida quando estes ocorrem.

 

Quanto à influência dos efeitos genéticos, estudos sugerem que podemos herdar tendências que aumentem o risco de depressão e de ansiedade.

 

Ainda assim, se identificou alguns destes factores de vulnerabilidade, não desespere:

  • Não subvalorize as pequenas coisas. Aprender de novo a sentir prazer é uma forma de terapia;
  • Não queira exigir de si próprio tarefas exageradas;
  • Evite o isolamento social;
  • Não adie a procura de um apoio profissional.

publicado às 10:17

Que fazer quando a preocupação é excessiva?

por oficinadepsicologia, em 08.12.11

Autora: Isabel Policarpo

Psicóloga Clínica

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Isabel Policarpo

A preocupação é uma tentativa de resolver um problema, seja procurando maximizar os bons resultados ou minimizando o impacto dos efeitos negativos, o que permite aumentar a sensação de previsibilidade e de controle face ao desconhecido e/ou inesperado.

 

A preocupação é algo que todos sentimos, em particular quando nos confrontamos com situações de stress, há contudo pessoas que apresentam níveis excessivos de preocupação, isto é que pela sua intensidade e dificuldade de controlar, interferem com a qualidade de vida e com a sensação de satisfação perante a vida, ao mesmo tempo que têm um impacto negativo em múltiplas áreas da vida da pessoa, quer seja a nível profissional, familiar ou  pessoal.

 

É importante conhecermos os nossos stressores, isto é aquilo que nos pode fazer iniciar um ciclo de preocupação para mais facilmente e de acordo com as diversas circunstâncias do dia-a-dia sermos capazes de antecipar quando poderão surgir. O simples facto de sabermos que os mesmos vão ocorrer permite-nos encarar o que vem a seguir com uma maior sensação de controle, ao mesmo tempo que possibilita que nos prepararemos “para a maratona”. Tal como na fábula da formiga e da cigarra, em que a primeira se prepara para o inverno recolhendo alimentos para os momentos de escassez, também nós podemos criar “músculo e endurance” para os tempos difíceis, assumindo uma atitude preventiva.

 

O que podemos fazer antes dos problemas surgirem? Podemos começar por aprender a diminuir os nossos níveis de ansiedade, quer aprendendo a relaxar quer por intermédio da prática regular de exercício físico. Igualmente importante, é aprender a bem dormir para que possamos ter acesso a uma noite de sono reparadora – também o sono se prepara, mas em adultos esquecemos isso frequentemente, por exemplo é assim habitual continuarmos a envolvermo-nos em actividades e afazeres diversos até o momento de ir para a cama, como se o nosso cerebro de repente fosse capaz de desligar, como um qualquer interruptor. Também nas ocasiões que precedem o stress particular atenção deve ser dada “aos mimos” que podemos dar a nós mesmos, estamos a falar de coisas tão simples como tomar um banho de imersão ou sentar no sofá a ouvir aquela música que nos tranquiliza e transporta para um momento zen. Os mimos enchem a nossa vida de sensações poderosas de bem estar, capazes de funcionar como verdadeiros anti-stress naturais. 

 

 

 

publicado às 15:26

Quando a preocupação passa a ser excessiva

por oficinadepsicologia, em 03.12.11

Autora: Isabel Policarpo

Psicóloga Clínica

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Isabel Policarpo

Sempre que estamos com um problema, isto é com uma situação em relação à qual prevemos um desfecho potencialmente negativo, sentimos desconforto e ansiedade e uma das primeiras estratégias que utilizamos para fazer face a essa circunstância é através da preocupação.

 

A preocupação é uma actividade iminentemente cognitiva que permite identificar ameaças potenciais e activar a resolução de problemas quer através da construção de cenários, quer através do equacionar de hipóteses e/ou soluções alternativas.

 

A preocupação surge assim como uma tentativa de maximizar os bons resultados e de minimizar o impacto dos efeitos negativos, ou seja de reduzir a imprevisibilidade e simultaneamente aumentar a sensação de controle face ao desconhecido e/ou inesperado.

 

Será que toda a preocupação é útil e desejável? Quando é que a preocupação deixa de ser funcional para passar a ser disfuncional?

 

É importante ter a noção de que estamos a falar de um continuum entre o “normal” e o “patológico”  e não numa situação em que há pessoas que não se preocupam e outras que se preocupam. Todos nós temos algum nível de preocupação, a diferença está na quantidade e na capacidade de controlar a preocupação, isto é para lá de um determinado limite ela é disfuncional e perturbadora do funcionamento normal e regular da pessoa.

 

 

 

publicado às 16:15

Ansiedade social

por oficinadepsicologia, em 14.09.11
O grupo “Vencer a Ansiedade Social”, inicia a 21 de Setembro às 18h:30min, e decorre ao longo de 12 semanas.
Venha aprender como mudar a sua vida!

 

Saber mais sobre ansiedade social...

 

 

 

publicado às 15:37

Encruzilhada

por oficinadepsicologia, em 07.09.11

E-mail recebido

 

"Boa tarde,

 

Acabo de ler o artigo "Algo diferente na realização de objectivos" de Irina António e o mesmo deu-me coragem para vos escrever sobre algo que me atormenta e não sei como resolver.

 

Actualmente encontro-me a viver uma fase da minha vida muito complicada. Uma fase de grande indefinição, de insegurança e até revolta comigo mesma, pois sei que antes não era assim. Sei o que não quero mas não sei o quero. Actualmente não me sinto realizada profissionalmente e quero muito mudar de actividade mas não consigo pensar em nada como alternativa. Se hoje acordo e quero ser médica, amanhã posso acordar e afinal sentir que quero ser produtora de moda. Isto leva a que nunca saia do mesmo sítio causando-me muita ansiedade, e vá vendo o tempo e a vida a passar à espera de um milagre.

 

Será isto o quê? Falta de identidade ou autoconhecimento? Bloqueios emocionais? stress pós-traumático?

 

O que me aconselham? Existe alguma terapia para estes casos? Preciso urgentemente de me redescobrir e ver o caminho que devo seguir.

 

Gratos cumprimentos,

 

MJ"

 

 

 


publicado às 01:15


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