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Dia Mundial da Criança

por oficinadepsicologia, em 01.06.11

www.oficinadepsicologia.com

 

Nos dias cinzentos, regados de chuva, sentas-te à porta a desenhar o sol
Nos dias solarengos, brilhantes de luz, regas as plantas para não murcharem
Contigo falam as flores e os pássaros, vês com clareza o que para nós é tão difícil de entender
Crescem-te os braços e as pernas, dia a dia, a acompanhar o teu crescente coração
A vida deveria ter sempre a pureza das tuas palavras e o perfume dos teus sonhos


Não há vida sem ti, não há começo nem fim
Criança 
Tens nos olhos as cores do universo e a tua voz é a versão acústica do infinito

Maria João Galhetas

 


Como uma criança antes de a ensinarem a ser grande,

Fui verdadeiro e leal ao que vi e ouvi.

 

Alberto Caeiro, in "Fragmentos"

Heterónimo de Fernando Pessoa

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publicado às 12:12

Dia Mundial da Criança

por oficinadepsicologia, em 01.06.11

Autora: Fátima Ferro

Psicóloga Clínica

www.oficinadepsicologia.com

 

Fátima Ferro

Quando éramos crianças, crianças de rua, corríamos com sorrisos no rosto querendo agarrar o mundo, a lua e o sol, numa bola de algodão com sabor doce. Criávamos fantasias com desejos de crescer.

 

Partilhávamos confidências com um peão na mão que rolava em círculos de ouro tentando não cair, cozinhando jantarinhos que enchiam a barriga de predicados copiados das nossas mães.

 

Com pressas e correrias aguardávamos o recreio ou o final do dia de escola.

 

De caixas fazíamos casinhas, e de bocados de madeira, carrinhos de rolamentos, que percorriam caminhos de grande alvoroço, mas procurando um final feliz.

 

Éramos príncipes e princesas, policias e ladrões, índios e cowboys viajando até onde a criatividade nos levava, e sobretudo éramos crianças, aquilo que eu e tu fomos um dia, neste mundo composto de todos nós.

 

Brincadeiras simples repletas de significados e emoções que eram guardadas em cofres de tesouros, não fossem aparecer os piratas.

E é neste dia que a Oficina de Psicologia lhe propõe que recorde com os seus filhos como brincava e que recuem no tempo, fazendo de conta, jogando ao pião, à macaca, etc.

 

E protejamos todas as nossas crianças à medida de um sol que nasce todos os dias e que ilumina os nossos dias.

 

E não resisto à tentação de vos deixar este texto publicado pelo Prof. Dr. Eduardo Sá

“Um dia, a Sofia confiou-me - entre perplexidade e magia - que se eu esticasse os meus braços e me pusesse em bicos-de-pés, talvez chegasse ao céu. Percebi , nessa altura, que à escala do universo, o meu tamanho seria, talvez milimetricamente, distinto do dela mas que, ao confiar-se à minha protecção, o céu começaria onde os meus braços a pudessem proteger.”

 

Bom Dia Mundial da Criança!

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publicado às 09:54

Dia Mundial da Fibromialgia

por oficinadepsicologia, em 13.05.11

Imagine que sente dores pelo corpo todo e que estas variam de intensidade constantemente. Que se sente constantemente cansado/a, que tem alterações do sono e do humor, e indisposição. Como isso afectaria a sua vida? Talvez a sua capacidade de funcionar no trabalho diminuísse, talvez as suas relações com amigos e familiares fossem prejudicadas, talvez tivesse menos paciência para os seus filhos e talvez se sentisse culpado por isso, sentindo que era uma pessoa pior. Talvez tudo isso lhe trouxesse sentimentos de desesperança, de tristeza fazendo com que a sua forma de olhar para si, para a sua vida e para o seu futuro fosse influenciada negativamente por todas estas questões. Isso é o que acontece à maioria das pessoas que sofrem de fibromialgia. Os sintomas referidos, são os sintomas com os quais estas pessoas e suas famílias têm de lidar todos os dias. Neste contexto, a procura de ajuda psicoterapêutica provou-se benéfica por variadas razões. Numa relação terapêutica, a pessoa que sofre de fibromialgia pode encontrar o contexto ideal para desconstruir crenças pessimistas sobre si mesmo e sobre a sua vida, criar recursos e estratégias para lidar com a situação, encontrando estados emocionais e físicos mais positivos, contribuindo mesmo para a diminuição da intensidade dos sintomas. Além disso, segundo pesquisas realizadas na área, foi encontrada em alguns casos, uma relação entre traumas emocionais e o início dos sintomas. Nestes casos, a psicoterapia pode ser uma ferramenta extremamente útil de identificação e resolução destas situações traumáticas. Assim, não hesite em procurar ajuda. Estará a dar a si mesmo a oportunidade de aumentar significativamente a sua qualidade de vida e de todos aqueles que sofrem consigo.

Bia Andrade

 

 

 

 

Na vida, as coisas não são sempre preto ou branco… e a Fibromialgia vem mostrar-nos isso mesmo. Já pensou no quanto pode ser incapacitante sofrer de uma doença que é permeável ao seu estado de humor e cansaço? Sentindo no corpo uma espécie de reflexo, efeito espelho, do que sente emocionalmente? Pior, ser uma doença que muitos encaram como mera preguiça e que, ainda por cima, é difícil de diagnosticar? É por isto e muito mais que passa quem sofre desta doença. No entanto, ela não ataca indiscriminadamente. Existem alguns factores de risco:

- Género: as mulheres são cinco a nove vezes mais afectadas do que os homens;

- Idade: inicia-se sobretudo entre os 20 e os 50 anos, embora possa também atingir crianças e jovens em idade escolar.

Existem alguns sinais de alerta a que devemos estar muito atentos:

- Dores musculares generalizadas;

- Fadiga;

- Alterações na quantidade e qualidade do sono;

- Perturbações cognitivas.

Já pensou nas limitações? E no impacto psicológico? Como será sentir que o seu corpo não consegue responder ao que tem para fazer? Que os outros o criticam porque esta dor não se vê e ainda é tão mal aceite, tão pouco compreendida?

Não é de espantar que a medicação, por si só, não seja suficiente. É preciso aprender a lidar com o impacto da doença e a minimizá-lo. Afinal, se a gravidade da mesma tem uma relação directa com o estado emocional, com o estado de humor, trabalhando esta área o que acha que acontece? Uma possível diminuição do impacto da doença, com uma redução da intensidade dos sintomas. E é aqui que a psicologia entra, de mão dada com outras especialidades médicas na luta contra as repercussões negativas que esta doença pode ter na vida de quem padece desta doença e na dos que o rodeiam.

Se sofre ou se convive com alguém que sofra de Fibromialgia, não deixe de procurar ajuda. Afinal, é da sua saúde que estamos a falar.

Ana Crespim

 

 

 

 

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publicado às 09:38

Dia da Mãe

por oficinadepsicologia, em 01.05.11

 

 

    

     Catarina Mexia

 

 

 

 

 

 Ser mãe é  viver um amor absoluto, diariamente,

numa entrega total e permanente a um outro que não eu.

É um contínuo desvendar, de um novo mundo cativante,

numa viagem ondulante de inquietação e calmaria.

É um estar sempre presente e um dar quase infinito,

capaz de transcender o racional.

É procurar compreender o incompreensível,

receber a novidade, a diferença e a estranheza.

É assumir uma dimensão imensa de aconchego,

tentando simultaneamente promover a autonomia, e deixar ir.

Ser mãe é um permanente desafio, e acima de tudo, uma dádiva eterna.

Joana Florindo

 

 

 

 

 

Ser Mãe

Será possível saber quando começa o “ser Mãe”?

…quando, em crianças, brincamos aos papás e mamãs, calçando sapatos de salto alto, pintando os lábios e cuidando dos filhos que imaginamos?

...quando desejamos e planeamos ter um filho?

…quando descobrimos que uma vida, um ser “nosso”, cresce dentro de nós?

…quando nasce efectivamente esse filho?

Será difícil saber. Mas possível sentir.

Ser Mãe, será, certamente, sempre e incondicionalmente, Amor.

Inês Marques

 

 

 

 

 

 

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publicado às 10:22

16 de Abril - Dia Mundial da Voz

por oficinadepsicologia, em 16.04.11

A utilização da voz aparece como instrumento terapêutico. A eficácia da terapia pode depender da maneira de utilizar a voz. O trabalho em torno da voz é fundamental, o modo de falar é tão importante quanto aquilo que é dito. A voz é uma das principais vias de auto-expressão e refere-se a tudo o que implica ressonância interna, ao eu interno, à consciência. Para além da função expressiva, a voz pode apresentar uma direcção e a questão de temporalidade.

Tânia Cunha

 

 

 

Xiu, Xiu!
Vamos ouvir a nossa voz, sim a voz que guarda o nosso riso de criança,
o dos nossos filhos ou o dos filhos dos outros.
Ouçamos aquilo que ela tem para nos dizer ecoando as nossas emoções,
ao pestanejar de um abrir e fechar de olhos enquanto as imagens e
recordações passam.
Demos voz ao silêncio que teima em ficar expulsando-o cá para fora
para alguém que nos consegue ouvir e dar-lhe significado, sim! Porque
as emoções têm sons, sons graves e agudos que se transformam em
melodias compostas na pauta das nossas vidas, sendo todas elas
aceitáveis pois foram as que nos fizerem sentido compor no momento.
E em pautas de Dós, Dós por nós, e Dós pelos outros, fomos e vamos
indo numa correria de todos os dias saltando entre cantatas, prelúdios
e alegros que compõem o que queremos dizer, a nossa voz.
Bom Dia da Voz.

Fátima Ferro

 

 

 

 

 

 

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publicado às 18:44

Dia Mundial da Saúde

por oficinadepsicologia, em 08.04.11

O Dia Mundial da Saúde é celebrado a 7 de Março, assinalando a data da fundação da Organização Mundial de Saúde.
Todos os anos a OMS selecciona um tema relativo a um problema chave de ordem global e organiza, quer através de eventos internacionais, quer através de eventos regionais e locais, acções de sensibilização e divulgação sobre esse mesmo tema.

O Dia Mundial da Saúde em 2011 irá focar a "Resistência antimicrobiana e a sua propagação global".
A resistência aos agentes antimicrobianos ameaça a efectividade dos vários tratamentos às doenças infecto-contagiosas assim como o avanço da medicina nesse sentido.
Para enfatizar o tema deste ano, a OMS tem feito campanhas essencialmente sobre as doenças infecto-contagiosas, como o HIV, a tuberculose e as epidemias de malária.

A OMS planeia actuar junto dos governos mundiais e das instituições financeiras por detrás deles, para que se implementem as políticas e as práticas necessárias para prevenir e conter a imergência de super-vírus altamente resistentes e ao mesmo tempo providenciar os cuidados apropriados aos infectados.

O lema deste ano: "Se não actuarmos hoje, não haverá cura amanhã"

 

Pesquisa e redacção feita por Maria João Galhetas

 

 

 

"Actuar hoje, para que não seja necessário actuar amanhã"

Todos nós sabemos que “vale mais prevenir do que remediar”. Aplicamos muitas vezes este ditado popular no nosso dia-a-dia, mas, infelizmente, poucas vezes à nossa saúde. E aqui, a saúde mental não é excepção e tende a ser a mais esquecida, como se não fosse de extrema importância e não pudesse ter repercussões físicas. Prevenir, em termos de saúde, não implica só e apenas fazer exames com regularidade, ter as vacinas em dia, marcar consultas de rotina. Implica sobretudo ouvir o nosso corpo, a nossa mente, estar atento ao que se passa em nós sem aquela velha premissa do “Isto passa! É só uma fase”. Na saúde mental prevenir é também palavra de ordem. Dela pode depender o sucesso de qualquer intervenção e a contenção de possíveis danos.

Pense nisto… e seja feliz com saúde!

Ana Crespim

 

 

O Dia Mundial da Saúde deste ano convida-nos a reflectir sobre a forma como a actuação rápida pode prevenir o agravamento, ou mesmo irreversibilidade, das limitações à nossa saúde. Quando falamos em Saúde Mental, não sei se podemos falar, em absoluto, em irreversíveis. Mas sabemos, isso sim, que muito daquilo que é o nosso sofrimento psicológico pode ser prevenido ou muito mais rapidamente diminuído se o abordarmos de forma rápida e decidida.  O exemplo mais flagrante deste princípio será o da perturbação de pânico. A investigação demonstra que, quanto mais cedo se iniciar o seu tratamento em psicoterapia, mais favorável é o seu prognóstico. Porquê, perguntar-se-á o leitor? Porque o pânico é uma manifestação de medo que se aprende. Quando nos afastamos das situações que associamos aos ataques, perdemos oportunidades de aprender que o nosso medo é infundado. Pelo contrário, reforçamos a ideia que se nos mantivermos longe das situações que evitamos nos sentimos bem. Com o passar dos anos, passamos a evitar cada vez mais as situações que possam ser remotamente assustadoras... Ao ponto de já nem sairmos de casa. Pois, aquilo que vemos é que muitas vezes só se procura ajuda ao fim de 5, 10 anos a aprender e reforçar o medo. Mais difícil desfazer 10 anos de aprendizagens que uma aprendizagem recente!

Pois, armemo-nos deste exemplo para relembrar um velho ditado: mais vale prevenir que remediar! Que é como quem diz, não deixe para amanhã o que pode resolver hoje. Que depois... paga com juros!

Francisco de Soure

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publicado às 22:38

As máscaras

por oficinadepsicologia, em 26.03.11

Dia 27 de Março - o dia do Teatro!

 

Máscaras... Todos nós usamos máscaras. Todos nós construimos imagens sociais para nos adaptarmos a determinados ambientes sociais, para responder à expectativa de certas pessoas. O perigo de usarmos máscaras é o de nos perdermos no mundo da desejabilidade social e do facilitismo das expectativas que criamos nos outros. O perigo é o de o nosso eu ficar totalmente difuso entre todos os outros que vão aparecendo na nossa vida.

Esta temática das máscaras é muito interessante, porque remete para outra questão... Desde de quando usamos máscaras? Desde quando tivemos de construir determinados eus para sermos aceites pelo outro? Provavelmente fomos construindo eus desde que nascemos... Mas então onde nos encontramos? Será que temos uma real identidade para além de todas estas máscaras com que alegremente nos vamos enfeitando todos os dias? Se tirarmos todas as máscaras, todas as construções que fizemos de nós próprios ao longo da nossa vida o que é que resta? E será que resta alguma coisa? Será que nos deparamos humildemente com o vazio de que falam as tradições contemplativas orientais? E como seria sabermos que somos vazio e que tudo o resto são jogos sociais e fantasias que fomos criando para viver no mundo da aceitação social? Penso que vale a pena pensar sobre isto!

António Norton

 

 

Máscara, aquilo que te mostro a ti, para me esconder de mim.

Helena Gomes

 

 

 

 

 

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publicado às 17:41

Dia do Pai

por oficinadepsicologia, em 17.03.11

Fala-se muito da interacção mãe-bebé nos primeiros tempos de vida como organizadora do psiquismo do bebé. O pai não tem um papel menos importante. Parece que os bebés ficam vinculados aos pais bem como às mães, mas outros indícios indicam que estas duas vinculações possuem algumas características diferentes. Estudos demonstram que é mais provável que os pais brinquem com os filhos do que as mães. Além disso, as suas brincadeiras são mais físicas e vigorosas, podem levantar e balançar os bebés ou lançá-los no ar. Ao contrário, as mães geralmente brincam de forma mais calma com os bebés e realçam mais interacções verbais do que as físicas. Em consequência, enquanto a mãe é aquela a quem é mais provável que a criança recorra para obter carinho e conforto, o pai é frequentemente o companheiro de brincadeira preferido.

 

Tânia da Cunha

 

 

 

Jamais me vou esquecer

Desse teu triste olhar

Ter dias certos para ser

Quando o único verbo é amar

 

Será que ninguém entende

Ou não querem enxergar

Que o coração não compreende

Dias marcados para estar

 

A privação da convivência

Deixa marcas no ar

Para fazer face às conveniências

De quem escolheu sem me consultar

 

Se eu quero estar contigo

E só amanhã isso terá lugar

O que faço com este castigo

A quem devo eu culpar?

 

Se somos livres de amar,

Porque é que me sinto preso,

A este desejo de te abraçar

Como conviver com este peso?

 

Que neste Dia do Pai, em que muitos de nós comemoramos uma presença diária, ao nosso alcance sempre que desejamos, não esqueçamos dos que sofrem por se verem privados de exercer a sua parentalidade, dos que são sujeitos a regras rígidas para poder usufruir de um momento com os filhos, de um momento com o pai. Ser pai não cabe num dia mundial, nem tão pouco num fim-de-semana de quinze em quinze dias, em que as horas parecem escorrer entre os dedos como areia, e a angústia do tempo marcado tantas vezes impede a vivência plena do momento presente.

Que estes dias mundiais não sirvam só e apenas como aliciantes ao consumismo desenfreado e tantas vezes vazio de conteúdo. Que sirvam também outro propósito: o de pensar sobre estes muros invisíveis que tantas vezes advêm dos divórcios, que separam pai e filho(a), que os tentam forçar a acreditar que existem dias marcados para se estar com quem se ama.

Neste como em outros temas, importa não deixar que a nossa felicidade nos cegue para a tristeza dos outros.

Pense nisto…

Ana Crespim

 

 

 

 


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publicado às 20:24

Dia da Mulher: de nós para si!

por oficinadepsicologia, em 07.03.11

 

 

"Pessoas em geral são uma coisa, homens e mulheres - outra. Sou uma mulher e dentro de mim existe um homem. Forte, astuto, atrevido, extravagante e sedutor. Fiz esta curiosa descoberta quando estava a tirar o curso de psicoterapia numa das experiências em que depois de pintar a barba e meter um pepino nas calças entrei, por instante, no território masculino. Identificando-se com este lado secreto, tomei consciência que a minha força propulsora vinha daí, que a vontade de atirar-se às experiências e a capacidade de vibrar com novos contactos se alimentam da fonte masculina – pragmática e objectiva. E apesar do prazer no contacto com ela senti que me faltava qualquer coisa e só percebi o que era quando voltei a “vestir” a minha pele feminina. Senti a falta do meu lado feminino simples, despretensioso, redondo, cuidador e com capacidade de integrar todas as conquistas “caçadas” pelo meu “homem” interno. A vivência masculina trouxe uma luz de consciência mais viva à minha feminilidade, trouxe uma sensação de maior segurança nas escolhas que quero fazer quando me apresento perante o mundo e a mim mesma.

Gosto de partilhar esta experiência com os meus clientes e convido-os criar, romper os limites no processo de autodescobrimento através destas duas polaridades poderosas."

Irina António

 

 

 

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publicado às 09:11

Algumas palavras do reino da Psicologia...

por oficinadepsicologia, em 20.02.11

A 21 de Fevereiro celebra-se o Dia Internacional da Língua Materna, uma iniciativa proclamada pela Conferência Geral da UNESCO em Novembro de 1999 que se assinala desde o ano 2000. Esta comemoração tem como objectivo promover o reconhecimento e a prática das línguas maternas no mundo, nomeadamente, a diversidade linguística e cultural e o plurilinguísmo.

 

Dicionário da Oficina de Psicologia

 

 

Ambivalência – é ter simultaneamente sentimentos contrários em relação a uma mesma pessoa, objecto, ideia ou situação. Quando nos sentimos ambivalentes é como se estivéssemos a ser puxados em duas direcções mutuamente exclusivas ou pretendêssemos alcançar objectivos opostos.

Isabel Policarpo

 

 

Alexitimia - Acentuada dificuldade em identificar e diferenciar sentimentos, bem como em expressá-los e regulá-los.

Atenção, não se trata de uma ausência de sentimentos, na qual nos é vedada a sua vivência. Trata-se sim, de não uma dificuldade extrema em perceber o que se sente, dar nome a esses sentimentos e em expressá-los verbalmente.

Sabemos que por vezes, perceber o que estamos a sentir e traduzi-lo em palavras é uma tarefa bem complicada. Face a autênticos tornados emocionais, não é nada invulgar expressarmos prontamente um “eu nem sei o que estou a sentir”, evidenciando como nos é complicado compreender e pôr em palavras tais experiências. Mas mesmo nestes casos, quando o tornado desaparece, conseguimos fazê-lo. Contudo, na Alexitima, essa dificuldade persiste e a expressão “eu nem sei o que estou a sentir” assume-se como constante no padrão normal de funcionamento.

Joana Florindo


 

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publicado às 19:49


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