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Ansiedade

por oficinadepsicologia, em 06.07.11

E-mail recebido

 

"Boa tarde,
Precisava da vossa ajuda, pois tenho sentido alguns sintomas como tremores, dor no peito, ansiedade, palpitações, sensação de desmaio..
 
já fiz análises e estava tudo bem, fui a 2 médicos que dizem que estou com uma depressão. O que acontece é que eu sinto-me realmente em baixo, triste por não estar bem de saúde.
Receitaram-me alprazolam e procoralam, mas o 2º medico receitou-me paroxetina 1x ao deitar.
Não sei que fazer...sinto-me confusa.
 
Atentamente,

J."

 

 

 

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publicado às 15:18

Adaptação ao infantário

por oficinadepsicologia, em 10.05.11

E-mail recebido

 

"Não sei se estou a escolher o canal de contacto ideal mas este artigo caiu-me que nem uma luva. Tenho uma bebé de 18 meses que era super risonha e dada mas desde que foi para o infantário (aos 11 meses, até lá esteve com a avó) que manifesta um sofrimento imenso cada vez que eu me afasto, de tal forma que não quer mais ninguém, nem mesmo o pai ,e para além disso regrediu imenso no seu desenvolvimento. Já dizia umas palavrinhas e desde que foi para o infantário deixou de dizer, e ainda não anda sem ajuda.

Já fomos a uma consulta de neurologia pediátrica e segundo opinião médica a nível neurológico esta tudo bem.

Mas para mim, como mãe está a ser cada vez mais difícil saber como lidar com esta situação, até porque a minha filha mais velha(8anos) também já se está a ressentir pois a bebé não me deixa tempo nem espaço nenhum para mais nada. Além disto tudo de cada vez que estamos com mais pessoas ela fica super nervosa e nem deixa ninguém aproximar-se.

Não sei mais o que fazer, será que me podiam dar alguma conselho ou sugestão para menorizar esta situação?

Obrigada"

 

 


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publicado às 22:52

Depressão

por oficinadepsicologia, em 07.04.11

E-mail recebido

 

"Bom dia,

 

Gostaria de obter ajuda...

 

Não sei o que se passa comigo mas sinto-me muito cansada, não consigo dormir de noite (já há mais de um mês que não durma uma noite inteira), não tenho motivação para nada, o meu marido já começa a reclamar porque só quero ficar em casa, não tenho apetite para nada, o meu humor esta sempre a mudar (ora estou triste ora estou irritada). 

Não gosto do meu trabalho... Odeio o que faço e não consigo arranjar emprego em mais lado nenhum por isso tenho de aqui ficar.Trabalho com uma pessoa que me desgasta, que me faz sentir mal perante tudo e todos.

Todos os dias tenho dores de cabeça horríveis. Sinto me farta de tudo! 

Perdi a vontade de fazer as coisas que mais gosto.

Podem ajudar me?

 

Obrigada

C"

 

 

 

 

 


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publicado às 15:02

Ansiedade Social

por oficinadepsicologia, em 12.01.11

E-mail recebido

 

"Boa tarde,

Tenho 16 anos e sou estudante, encontrei o vosso site recentemente e fiquei surpreendida ao ler sobre Fobia Social, pois foi como ler uma descrição detalhada sobre mim mesma.
Não sei se terei mesmo uma fobia social, mas que algo tenho isso eu sei.
Na escola não consigo inserir-me em grupos de amigos, manter ou iniciar uma conversa, falo apenas com duas ou três raparigas mais próximas e é só. Qualquer outra pessoa que coloque conversa eu não consigo falar e faço de tudo para evitar. Espanto-me comigo mesma, pois invento o que for preciso para não estar com pessoas. Até apanhar o autocarro tenho de esperar mais de 1 hora, como não gosto de esperar na paragem porque podem aparecer pessoas que falem comigo ou simplesmente olham, eu vou para um café pouco frequentado e lá fico a fazer tempo até à hora. Se entrar no café e estiver pessoas conhecidas ou da minha idade compro uma pastilha e saio, mesmo que tenha ido com intenção de lanchar.
Estou farta de constantemente mudar a minha vida por este receio parvo, eu detesto ser o centro de atenções, detesto apresentar trabalhos, se me atrasar para uma aula já não tenho coragem de bater e entrar. Pois isso implica ser o centro de atenções por momentos, por isso nunca chego atrasada. Não tenho coragem para bater à porta de pessoas, pedir informações ou mesmo telefonar. Não saio nem vou a festas porque nunca sei como me comportar e acabo por me sentir completamente humilhada, invento desculpas e não vou. Digo sempre que os meus pais não me deixam, mas na realidade nem lhes pergunto. Mas ultimamente os poucos amigos também se afastam mais. Nas férias limito-me a ficar fechada no quarto a ver filmes e séries. No entanto sou boa aluna e tenho boas notas, acho que pela simples razão de não querer decepcionar os meus pais nem ser chamada à atenção na escola.
O que posso fazer? Não quero procurar psiquiatras ou psicólogos porque isso implica falar disto com alguém (o que nunca fiz) e por isso peço ajuda a vocês, o que me aconselham? Eu realmente quero melhorar, quero andar na rua de cabeça erguida e sem medo de olhar na cara das pessoas, sem medo do que pensam ou dizem de mim, quero namorar como todos os outros, sentir-me acarinhada e amada, mas como se não consigo chegar perto das pessoas? Continuo a dizer a mim mesma que quando for para a Universidade, e provavelmente morar com gente da minha idade, que tudo irá mudar. Que encontrarei um namorado, que irei ter amigos e ir a festas. Mas na realidade o que sou agora não vai mudar de um dia para o outro, verdade? Ajudem-me por favor."

 

 

 

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publicado às 15:11

Depressão (II)

por oficinadepsicologia, em 12.01.11

E-mail recebido

 

"Boa tarde.
este fim de semana resolvi tomar uma atitude, relativamente ao estado em que tenho andado e dei por mim a vaguear pela net a tentar encontrar respostas e encontrei este blog. Vou contar o que se passa na esperança de me poderem dar "uma luz".
Tenho 31 anos, sou casada há 10 anos e tenho 2 filhos, um rapaz de 8 anos e uma menina de 3 anos.
Não sei precisar há quanto tempo isto vem acontecendo, mas sei que há muito tempo (acho que há uns 3 anos) tenho sentido que ando com falta de energia e muitas alterações de humor.
Passo periodos em que ando muito feliz e outros muito em baixo.
O meu apetite aumentou muito e acho que era capaz de passar o dia a comer. Quando não me controlo como imenso e engordo e depois fico ainda pior, com sentimentos de culpa e chego até a tomar medicamentos para emagrecer (coisas naturais).
O meu desejo sexual simplesmente desapareceu. Gradualmente dei por mim a desejar que o meu marido nao se "lembre" de me procurar.
Falamos sobre isto, ele compreende, mas assim não é vida para ninguem. Fazemos amor de vez em quando e eu fico feliz e satisfeita, mas começar é um sacrificio e sinto-me mal por isso.
Agora ando cada vez mais irritada e nervosa. No trabalho ando desmotivada e sem vontade de fazer o que sempre gostei de fazer.
Contudo, é no trabalho onde me sinto melhor, não me enervo tanto. Mas por vezes não faço o serviço que havia de fazer, porque estou sem vontade.

Quando chego a casa, fico numa pilha, tudo me enerva e aborrece. O jantar, as arrumações, tudo. Mesmo que o meu marido me ajude, parece que nunca é sufiente.
A minha filha mais nova é muito birrenta e chorona e dou por mim a gritar com ela e acabo por me sentir mal com isso e a chorar nao raras vezes.
Por vezes desejo que seja dia de trabalho para nao ter de estar em casa. Quando estou no trabalho, apetece-me estar em casa.
Outras vezes estou bem, como se nada disto se passasse.
tentei resumir mais ou menos o que se passa comigo, na esperança de me poderem dar "uma luz".
Ouço falar em depressão, mas nunca liguei muito, sempre associei àquelas pessoas que têm muitos problemas e que estão sempre tristes e eu não sou assim! Mas será que poderei estar com depressão?
O que hei-de fazer?
Tentei marcar consulta com a minha medica de familia, mas já não é possivel este ano.
Obrigada pela vossa ajuda e compreensão."

 

 

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publicado às 11:04

Depressão

por oficinadepsicologia, em 04.01.11

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Tenho 27 anos e casei em Agosto.

Tudo corria bem no meu casamento, até ao dia de ontem em que me desfez num choro incontrolável sem nenhuma razão aparente.

No mês em que casei deixei de tomar a fluoxetina, neste momento tomo apenas 1 comprimido de olcadil 2mg ao deitar e a Pílula.

Julgava ter deixado de vez o comprimido que me dava alegria à vida, julguei ter encontrado a minha alegria de viver… mas, pelos vistos enganei-me, cai num abismo, a minha cabeça pesa-me imenso, a minha barriga dói-me, tenho vómitos constantes e não sei como consegui levantar-me esta manhã para trabalhar. Só penso em voltar para a cama e chorar! Ajudem-me...

 

 

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publicado às 17:49

Hipocondria

por oficinadepsicologia, em 07.12.10

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Doutora, queria falar um pouco consigo sobre uma coisa que me atormenta e que não sei como ver resolvida.

Desde muito novo que eu tenho pavor a doenças. Seja de que tipo for.

Se eu tiver uma mínima dor começo logo a imaginar o pior. Ando constantemente a pesquisar na Internet os sintomas de várias doenças, para ver se alguma corresponde aquilo que sinto. Eu não sei o que fazer, pois isto deixa-me completamente transtornado. Não paro de pensar que posso estar gravemente doente. O que posso fazer? Obrigado.

 

 

 

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publicado às 00:09

Assunto sensível

por oficinadepsicologia, em 07.11.10

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Boa Tarde,

Li um artigo seu e gostei muito, quando fazia uma pesquiza sobre conselhos acerca de varias questoes com que me tenho deparado na minha vida.
Uma delas e a qual não encontro nada escrito é sobre como lidar com a seguinte situação:

Sou divorciada e tenho 2 filhos.
Este verão por intermedio de um amigo conheci um homem. Faziamos em grupo programas divertidos tais como jantar fora e sair á noite.
Entretanto começou a surgir a vontade de estreitarmos o conhecimento e envolvemo-nos. Haviam alguns comportamentos algo estranhos nele e entretanto confessou que era casado, no entanto tinha muito tempo disponivel e dava-me atenção. Pensei que estaria a divorciar-se.
Dois meses depois, quando a situação já me estava a incomodar, decidimos conversar seriamente na proxima vez que estivessemos juntos. Dois dias depois recebo a noticia do meu amigo que nos apresentou que a mulher do homem com quem eu me estava a relacionar tinha morrido. Estava internada com cancro já ha varios meses e faleceu.
Passaram outros dois meses e continuamos envolvidos, sei muito pouco pois é uma pessoa fechada e fala pouco. Eu estou a lidar algo mal com a situação pois sinto que não é possivel ele estar bem e realmente se envolver comigo tendo em conta toda esta situação. Ele tem uma filho de 11 meses o que torna tudo ainda mais dramatico.
Não posso deixa-lo neste momento, mas custa-me muito não ser a mulher em quem ele pensa á noite e de quem tem saudades!
O que posso fazer?
Não me parece que seja caso para recorrer a um psicologo, pois não acho ter problemas, mas gostaria que me aconselhasse.
Obrigada

 

 

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publicado às 17:58

É difícil conviver com quem não está bem!

por oficinadepsicologia, em 07.11.10

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Boa tarde.
Estive a ver vosso artigo e não consegui deixar de vos contactar.
Meu namorado está com uma depressão há mais de um ano. Está a ser seguido, mas apenas com medicação
O trabalho dele é muito stressante (e ainda trabalha em dois locais), apesar de não se sentir bem, nunca deixou de trabalhar, nem sequer umas férias tira.
Todo este tempo, compreendi que não estivesse bem e apoiei em tudo o que pude. Ultimamente até o fiz ver que há alguém que merece que se esforçe e lute. O filho. Pois notei que estava distante.
Há um mês, terminou comigo. Disse que estava confuso, que não se sentia preparado para uma relação a dois.
Será que o terminar da relação, é melhor? Tenho mesmo de o deixar em Paz?
Sinto-me muito mal. Sinto que deveria ter feito algo.
Por mais que o queira ajudar, agora não posso. Agora, já não dá.
A familia só soube que ele não estava bem, porque eu alertei um dos irmãos.
Mas dá-me a sensação que ele consegue fingir perante eles.
Ele fecha-se muito quando tem problemas e não fala.
Comigo, no inicio falava, mas depois também se fechou e só falava porque conhecia-o bem e puxava por ele.
Receio que o tenha prejudicado ainda mais.
Agora, quando fala comigo é só de trabalho e tenta manter sempre a distancia (um dos locais, é onde eu trabalho, só que em departamentos diferentes).
Sinto-me triste. Sinto-me desorientada. Sinto culpa.
Sem outro assunto
Obrigada

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publicado às 16:14

Pensamentos obsessivos

por oficinadepsicologia, em 07.11.10

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Boa tarde. Desde criança que sempre tive maus pensamentos. Só que nao eram pensamentos propositados. Eram palavras, imagens ou acçoes que surgiam repetidamnente na minha mente. Era capaz de imaginar que matava alguem e que a qq momento poderia fazer isso. O  mais estranho é que isso sucedia em relaçao a pessoas de quem gostava muito e sobre as quais eu sei que se algo lhes acontecesse de mal, eu sofreria imenso.
Mas esses pensamentos sempre acabaram por passar. Durante uns tempos pensava neles e ficava angustiada e depois passava. Nunca percebi o que se passava comigo. Nunca percebi o porquê. Lembro-me da angustia sentida e do que chorei qd ao pegar numa faca pensei que algum impulso me pudesse levar a  fazer mal à minha propria mae. Nao teria mais de 10 anos. Cheguei mesmo a encostar-me à porta do quarto da minha mae com a faca e a chorar. Era como se a minha mente me quisesse fazer sofrer, como se eu propria me quisesse convencer que tinha coragem de fazer algo que me faria sofrer horrores. Da mesma forma recordo da alegria que senti qd percebi que nunca teria coragem de o fazer.
Para alem destes pensamentos tb tive outros. Por ex, imaginar algo mau e pensar que isso aconteceria. E tb ja fiz aquilo a que chamam de rituais magicos.
Nunca deixei de ter estes pensamentos obsessivos embora estes de pensar que tenho coragem de fazer mal a alguem tenham sucedido mais raramente. Normalmente os maus pensamentos que tenho com maior frequencia sao aqueles em que imagino que algo de mal sucede a alguem. Só que agora voltei a ter o pensamento que posso fazer mal a uma pessoa que adoro. Sei que nao era capaz e confio que dentro de pouco tempo o pensamento vai acabar por passar. Mas sinto-me triste por cismar tanto nestes pensamentos. Como se eu fosse um monstro.
Apesar de tudo noto que hoje tenho mais força para ultrapasar estes pensamentos.
Venho pedir a vossa opiniao. 
Desde já agradeço imenso

 

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publicado às 15:28


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