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Tem pouca diferença?

por oficinadepsicologia, em 07.02.10

Autora: Madalena Lobo

Psicóloga Clínica

 

Tem Pouca Diferença

Gal Costa

 

Que diferença da mulher o homem tem?
Espera aí que eu vou dizer, meu bem
É que o homem tem cabelo no peito
Tem o queixo cabeludo
E a mulher não tem
No paraíso um dia de manhã
Adão comeu maçã, Eva também comeu
Então ficou Adão sem nada, Eva sem nada
Se Adão deu mancada, Eva também deu
Mulher tem duas pernas, tem dois braços, duas coxas
Um nariz e uma boca e tem muita inteligência
O bicho homem também tem do mesmo jeito
Se for reparar direito tem pouquinha diferença

 

Contrariamente à canção da Gal Costa, existem diferenças no funcionamento cerebral entre homens e mulheres, e que apenas agora se começam a apurar. No que diz respeito à reacção e sensibilidade ao stress, muito particularmente, as diferenças podem estar relacionadas com os papeis distintos que homens e mulheres desempenhavam no princípio dos tempos.

 

publicado às 16:04

Sou apenas mais uma

por oficinadepsicologia, em 05.02.10

Email recebido

 

boa noite!

sou apenas mais uma.
Uma mulher carente,deprimida e frustrada e ignorante.
Estou a utilizar este espaço como forma de desabafo,com esperança de um qualquer feedback de carinho e compreenção.
Estou falida.Falhei .
Nada de nada foi concretizado na minha vida.
Fui um desastre como filha,depois como esposa,a seguir como Mãe e como Ser Humano tornei-me um ser mesquinho,idiota e com a mania do sabe tudo(ou melhor ...nao sabe é nada)
Odeio-me !
tanto que tenho lido,tentando aprender a controlar a minha ansiedade e impulsividade e nada.
Tudo o que faço ,vai terminar num problema, e parece que nada faço para que isso aconteça.
Penso ás vezes no Suicidio.depois penso que isso é ser egoista com a minha filha.que isso é um acto por um lado de coragem por outro de covardia.
Agarro.me a Deus e penso ajude-me Meu deus a sair deste sufoco.

E seja o que Deus quiser ,se morrer...acabou-se o sofrimento. chega.

 

 

 

publicado às 13:07

Será da medicação?

por oficinadepsicologia, em 05.02.10

E-mail recebido

Bom dia

Há cerca de um ano comecei a ter sérios problemas de saúde, que me levaram ao hospital várias vezes. Numa ocasião, o INEM foi-me buscar a casa e diagnosticaram-me de imediato um enfarte, o que felizmente não se confirmou. Os sintomas eram comuns às várias situações por que passei, e consistiam numa súbida brusca de tensões, dores no corpo, dormência nos membros, tonturas fortes, coração acelerado, falta de ar, etc... Enfim , só coisas boas.
Depois de ter feito todos os exames que o médico me aconselhou (coração, rins, etc...) nada foi descoberto o que apontava para um problema psicológico.
O médico a quem recorri no inicio do problema receitou-me então Paroxetina (1 comprimido de manhã), Sedoxil (1/2 comprimido à noite) e Victan (em SOS).
Lá fui fazendo a medicação e aqueles "ataques" diminuiram de frequência e de intensidade, mas não me sentia bem. Dormia mal, andava irritado e sem paciência. Foram meses a fio. Recorri então a um psicólogo, e ainda fiz meia dúzia de consultas, mas acabei por desistir devido à falta de tempo e aos custos envolvidos.
Comecei há cerca de 2 meses a fazer o desmame da medicação, pensando que iria melhorar e actualmente estou a tomar 1 quarto de Paroxetina de manhã, dia sim, dia não e o Sedoxil deixei por completo. Tenho tomado o Victan com alguma frequência (tipo 2 a 3 vezes por semana) pois acho que estou a piorar. Não sei se serão sintomas de privação...
Durmo cerca de 4 horas por noite, acordando várias vezes com o coração acelerado, tonturas, fortes dores no topo da cabeça e grande ansiedade. Fico bastante tempo acordado com estes sintomas, acabando por adormecer para mais um curto e agitado sono seguido dos mesmos sintomas... isto dura há quase duas semanas, estou a chegar ao limite. Durante o dia por vezes surgem-me as mesmas complicações que tento disfarçar e lutar contra, mas não é fácil...
Acham que estes últimos sintomas serão próprios do desmame? Como os posso atenuar? Ou por outro lado, devo retomar a medicação?

Fico na expectativa dos V/ comentários e da V/ ajuda.


Obrigado.

 

publicado às 11:01

Verificações compulsivas

por oficinadepsicologia, em 27.01.10

O meu filho tem 23 anos e acabou de abandonar a Universidade porque já não conseguia sair de casa a tempo para chegar às aulas e sentia-se muito mal quando lá estava. Está acompanhado com um psiquiatra, a tomar medicação para a perturbação obsessivo-compulsiva, mas eu estou muito preocupada porque não o vejo a conseguir retomar uma rotina normal, apesar de estar um pouco mais calmo. O problema é que ele antes de sair de casa gasta 2 e 3 horas a verificar várias coisas, a tomar banho e a vestir-se (chega a vestir a camisola 15 vezes seguidas até sentir que a vestiu correctamente) e à noite tem de verificar várias vezes o gás, as luzes, os aquecimentos, as fichas nas tomadas, as torneiras... Com isto, acaba por se deitar muito tarde, o que ainda complica mais para conseguir ir às aulas porque, depois, não se consegue levantar  horas de manhã. Por favor, digam-nos o que podemos fazer mais, além da medicação - ele está a ir-se completamente abaixo porque sempre foi muito bom aluno e, agora, corre o risco de perder um ano por faltas.

Obrigada.

I.

 

publicado às 12:41

Hiperventilação - sintoma ansioso

por oficinadepsicologia, em 24.01.10

 

Autora: Madalena Lobo

Psicóloga Clínica

 

A hiperventilação corresponde a respirar mais depressa e mais superficialmente do que aquilo que o corpo precisa. Os efeitos deste acto são, habitualmente, desagradáveis – talvez uma forma de a Natureza nos dizer para voltarmos a repor o equilíbrio.

 

 

A hiperventilação pode ser crónica ou pontual; no primeiro caso é mais difícil de detectar e o padrão de respiração exige mais paciência para ser modificado. Quando é pontual, as consequências, ou seja, os sintomas, tornam-se subitamente mais visíveis para o próprio e, portanto, resultam mais assustadores.

 

 

 

 

publicado às 21:41

Talvez sistema nervoso?

por oficinadepsicologia, em 24.01.10

Bom dia:
Pensei que me poderiam ajudar. O meu nome é I. e tenho 28 anos. Em Dezembro de 2008 deu-me uma dor de cabeça que nao aguentava, fui ao médico e ele disse-me que era uma enxaqueca, tomei medicação e passou a dor de cabeça. Passados uns meses andei com dor de costas e só estava bem deitada de barriga para cima, depois passou a dor de costas e começou-me uma dor do lado esquerdo do peito mais para o lado da cova de braço, fui novamente ao médico e ele disse-me que era dor muscular só que essa dor não passou com a medicação que me dava; será que esta dor teve a ver com a dor de costas ja que apareceu logo a seguir? Fui as urgencias tinha o coração alterado, e a tensão alta, melhorei com a medicação que me deram, só que essa dor nunca mais passou e voltei ao médico de família ele disse-me que é do sistema nervoso. As vezes é como que sinto um nó na garganta. Fiz um electrocardiograma para ver se essa dor era do coração mas estava tudo bem. e caroços no peito nao tenho. Nao sei o que fazer... pois a dor aumenta mais quando faço algum esforço ou quando estou mais nervosa. 
Estive a ler um artigo sobre o esgotamento nervoso e queria que que explicassem quais são as causas, os sintomas.
O que me aconselham a fazer? Será que deva procurar novamente o médico de família para fazer exames? Ou devo procurar outro médico e qual médico devo procurar.

Obrigada
I.

 

publicado às 09:44

Pânico

por oficinadepsicologia, em 15.01.10

Tenho 34 anos e, por diversas vezes, já tive de me deslocar às urgências hospitalares, com um mal-estar muito grande, uma sensação de que estava a ter um ataque de coração. Isto já dura há 7 ou 8 anos e penso que já fiz todos os exames médicos possíveis e tudo indica que eu não tenho nada. Ultimamente, os médicos têm-me dito que eu tenho ansiedade, que está tudo na minha cabeça e que devia procurar um psicólogo, porque são ataques de pânico. Há alguns anos que a minha vida tem sido um inferno: para além de me sentir mal, sem conseguir perceber porquê e sem conseguir prever, fui gradualmente optando por não andar de metro, por não ir a centros comerciais com muita gente, evito filas no supermercado, sinto-me mal em auto-estradas e começo a ter medo, mesmo, de conduzir em qualquer circunstância porque não sei o que posso acontecer quando tenho um destes ataques - tenho medo de desmaiar ou de me descontrolar completamente.
O que mais me baralha é dizerem-me que são coisas da minha cabeça, quando o que sinto é muito real e, por mais que me esforce e que tente lutar contra isto, não passa. Tenho uma profissão exigente, sou casada com dois filhos pequenos e começo a sentir que estou a limitar toda a minha vida.
É mesmo um psicólogo que tenho de procurar? Isto cura-se? E como é que se cura a falar, se o que sinto é físico?

 

publicado às 19:27

Feixe de luz

por oficinadepsicologia, em 15.01.10

Adaptado por: Madalena Lobo

Psicóloga Clínica

 

 

Vamos começar por nos focarmos nas reacções corporais que o perturbam. Se este for um momento de bem-estar, traga à memória as sensações físicas desagradáveis de ansiedade, depressão ou dor. Assim que conseguir activar a memória corporal destas sensações, responda mentalmente às seguintes questões:

 

 

publicado às 10:13

Demasiado sensível?

por oficinadepsicologia, em 15.01.10

Autora: Madalena Lobo

Psicóloga Clínica

 

 

De acordo com alguns autores (nomeadamente Elaine Aron), de 15 a 20% da população pode ser classificada como sendo de elevada sensibilidade, ou seja, correspondem a pessoas com um sistema nervoso especialmente sensível. Se dominar a língua inglesa e quiser verificar os seus resultados neste domínio, sugerimos o seguinte link: http://www.hsperson.com/pages/test.htm.

 

Alguns aspectos que podem indiciar uma forte sensibilidade:

 

publicado às 10:11

Ensaios mentais

por oficinadepsicologia, em 15.01.10

Autora: Madalena Lobo

Psicóloga Clínica

 

 

 

Muitas vezes, o nosso mal-estar advém do facto de sabermos que precisamos de fazer algo proximamente e que representa uma fonte de insegurança ou ansiedade para nós.

 

Neste caso, é uma boa ideia fazer um ensaio mental, enquanto se garante a manutenção de um estado relaxado – um pouco como se estivéssemos a dizer ao organismo: “Vês? Aquilo que vai acontecer é tranquilo. Está tudo bem!”. Ao mesmo tempo, permite-nos “percorrer o filme” daquilo que antecipamos e detectar potenciais situações que requeiram a nossa atenção prévia e, mesmo, a opção por algum plano de contingência.

 

O exercício em si próprio é muito simples. Vamos a isso!

 

 

 

 

publicado às 10:02


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