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O controlo é apenas uma ilusão de segurança

por oficinadepsicologia, em 02.04.12

Autora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

É habitual e pode ser saudável querer ter controlo sobre a vida. Em algumas situações como por exemplo a antecipar perigos. De um ponto de vista da evolução, o desejo de manter controle parece ter significado adaptativo. Queremos dizer com isto que, o desejo de uma vida menos vulnerável e mais controlada não constitui um problema. O mesmo não poderemos dizer quando a insegurança, a dúvida, a desconfiança ou o medo nos leva a ver perigos em lugares seguros ou a antecipar só o que é errado na vida.

 

Ao vivenciar o controle como forma de combater a sua insegurança, tenderá a criar os seus dias num tormento. E em vez de viver plenamente momento a momento, torna-se atafulhado com pensamentos que possibilitam a construção de um mundo distorcido por percepções de insegurança.

 

Se a necessidade de controlo já se tornou demasiado importante para si, provavelmente será mais susceptível a determinadas armadilhas: afirmações do dever ser, “e se...”, visão de túnel, leitura da mente, “tem que”, pensamento a preto e branco e chamar nomes.

  • Afirmações do dever ser: “Devo ter mais sucesso”; “Devo seu um filho exemplar”. Estas afirmações evocam um sentimento de culpa e de falhanço. A alternativa saudável é evitar este tipo de afirmações substituindo-as por afirmações como “Quero ter mais sucesso”; “Seria boa ideia estar mais atento aos meus pais”.
  • “E Se...”: “E se eu não conseguir o emprego?”. Trata-se de uma antecipação do problema antes de acontecer. A alternativa saudável é compreender que os “E se...” minam a sua autoconfiança perseverando a ideia de que só pode estar seguro se conseguir antecipar a vida antes de acontecer.
  • Visão de Túnel: ou afunilamento do campo perceptivo. “Não consigo fazer nada certo”. Em vez de ver o quadro total, vêm-se apenas aspectos escolhidos da situação. A alternativa é compreender que a vida é raramente limitada a um ponto de vista, uma opção ou uma solução.
  • Ler a mente: “As pessoas pensam que eu sou um chato”. Ler a mente é uma tentativa de interpretar as acções das outras pessoas como se soubesse o que elas estão a pensar. Como alternativa insista na verdade objectiva. Faça perguntas em vez de se pôr a adivinhar.
  • Ter que: “Tenho que ter sucesso”; “Não tenho escolha”. O “ter que” é semelhante à visão de túnel na medida em que o seu campo perceptivo se estreita até aquilo que sente que deve fazer. Enquanto a visão de túnel limita as suas escolhas perceptivas, o pensamento “ter que” elimina as suas escolhas. Compreenda que “ter que” é uma débil tentativa para adquirir controle e domínio sobre um mundo perigoso.
  • Pensar a Preto e Branco: “Nunca mais serei feliz”. Aprenda a tolerar alguma ambiguidade na sua vida, a reconhecer que uma decisão impulsiva, se errada, apenas cria mais problemas.
  • Chamar Nomes: “Sou estúpido”; “Sou demasiado gordo”. A alternativa saudável é ser duro e dizer a si próprio que chamar nomes não é permitido. Pare de se torturar. Não compensa.

publicado às 14:57

O dilema da escolha

por oficinadepsicologia, em 29.03.12

Autora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

De um modo geral, todos nós numa ou noutra situação deparámo-nos com a dificuldade em tomar uma decisão. Podemos ir hesitando ou mesmo procrastinando, “deixando para amanhã o que poderíamos fazer hoje”. 

 

No contexto da psicoterapia o dilema da escolha surge com alguma frequência. Uma possível explicação para a dificuldade de tomar decisões ocorre do facto de alguns de nós pensarmos a priori que há uma “boa” e uma “má” solução para o problema que temos de enfrentar. E neste sentido, tentar optar pela boa a todo o custo, sob pena de consequências graves e definitivas.

 

A grande maioria das opções com as quais nos vamos deparando na vida têm soluções que apresentam vantagens e desvantagens, por outras palavras, são opções em que nada está determinado previamente. É muitas vezes a maneira como nos comprometemos que torna a escolha boa ou má a posteriori.

 

Para facilitar a tomada de decisão experimente o seguinte exercício: Faça uma longa lista de coisas que tem que fazer e inicie as frases com as palavras "Eu tenho que...". Depois volte às frases que escreveu e substitua "Eu tenho que..." por "Eu escolho...". Gostaria que se desse conta de que, de facto, tem o poder de fazer uma escolha.

publicado às 15:30

Não nasceu inseguro: aprendeu!

por oficinadepsicologia, em 10.03.12

Autora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

O crescimento humano implica crescer com algum grau de insegurança. É inevitável. Ainda assim, e numa primeira instância, podemos afirmar que quer a ansiedade quer a depressão são sementes que crescem no solo fértil da insegurança. Se permitir que a insegurança conduza a sua vida então não espere ter a sua própria vida, pois a falta de segurança vulnerabiliza o modo como agimos no contacto com o mundo.

 

Compreendo que, confiar em si próprio para conseguir aquilo que necessita pode parecer à primeira vista aterrador, essencialmente se estiver deprimido. Lembre-se que a ansiedade e a depressão resistem ao movimento. No sentido de fazer face a este marasmo, é necessário o encorajamento adequado, motivação e orientação, e desta forma a inércia pode e deve originar movimento.

 

Se se sente enredado nesta temática da insegurança, seria útil compreender que os pensamentos precedem os sentimentos, por exemplo: muitas pessoas que se sentem ansiosas e deprimidas encaram-se como vítimas. As vítimas sentem que não têm escolha, alguém ou alguma coisa fá-las sentir em descontrolo, desassossegadas, perturbadas ou tristes. Assim, compreender que os pensamentos precedem os sentimentos permite-lhe compreender que não é impotente. Existe sempre alguma coisa que pode fazer. Pode mudar o modo como está a pensar e descobrir simultaneamente que está a sentir-se melhor.


Os pensamentos negativos e sentimentos de tristeza tendem a atrair a sua atenção para as coisas que não gosta, em vez de se enredar neles, experimente:

  • Concentrar-se nos acontecimentos que o rodeiam, por exemplo outras conversas, qualquer coisa que atraia a sua atenção e que lhe desperte interesse;
  • Realize qualquer actividade mental absorvente, como fazer cálculos mentais, jogos e puzzles, palavras cruzadas, leitura – especialmente que lhe agrade;
  • Pratique qualquer actividade física que o mantenha ocupado (por exemplo, uma caminhada).

publicado às 12:00

Ansiedade e depressão: que relação?

por oficinadepsicologia, em 24.02.12

Autora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

Habitualmente pensa-se ansiedade e depressão como dois problemas totalmente separados e sem qualquer tipo de relação. O que não é totalmente verdade. Muito embora sejam diferentes, efectivamente estão intimamente relacionados.

A ansiedade pode existir sozinha como pode existir a depressão. Outras vezes, a ansiedade pode levar à depressão ou a depressão pode conter elementos de ansiedade.

 

Por exemplo, se estiver ansioso então a ansiedade estará em primeiro plano. E embora não suspeite que a depressão pode contribuir, para as suas dificuldades, ela pode realmente fazer parte do seu problema. Por outro lado, se apresentar sintomatologia depressiva, suspeite que a ansiedade pode estar escondida.

 

Quer sofra de ansiedade, depressão, você está tão simplesmente a tentar sobreviver àquilo que percepciona como uma ameaça à sua segurança. A ansiedade e a depressão, mais suaves ou severas, irão sempre diminuir a qualidade da sua vida. A palavra crucial aqui é escolha. Escolha não estar deprimido ou ansioso e procure ajuda de um profissional.

 

Muito provavelmente nunca se apercebeu que pode escolher estar deprimido ou ansioso. A psicoterapia poderá ensiná-lo que tem escolha. Independentemente da maior ou menor duração dos seus hábitos de insegurança, uma vez aprendido a trocar um pensamento inseguro e confuso por um pensamento mais maduro e responsável, deixarão de poder contaminar a sua vida.

 

É importante ter uma atitude mental mais positiva, motivação e acreditar que é possível, bem como conhecer o modo como se organizam estes processos ansiosos e depressivos. A motivação é o que lhe permite suster os seus esforços e fazer a caminhada da mudança.

publicado às 10:56

A tartaruga e a vida

por oficinadepsicologia, em 08.02.12

Autora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

Vou convidá-lo que imagine uma tartaruga… o que é que lhe vem à cabeça? A carapaça, é claro! Quando a vida se torna intempestiva para as tartarugas, estas resguardam-se nas suas carapaças e aguardam pela bonança. É verdade que os seres humanos não têm carapaças, no entanto muitas vezes agem como se tivessem.


As experiências de tartaruga têm uma coisa em comum: proporcionar o afastamento de algum aspecto da vida onde sente perda de controle e uma vez na sua carapaça, sentir-se-á protegido e seguro. Assim, o comportamento de tartaruga é definido não por aquilo que está a fazer mas pela razão por que está a fazer. Ninguém constrói uma carapaça perfeita!


O comportamento de tartaruga é simplesmente qualquer comportamento que lhe permite afastar-se da vida em vez de tratar da vida. Claro que um pouco de comportamento de tartaruga pode ser perfeitamente adaptativo e necessário. Saiba que com moderação não o vai prejudicar. Torna-se preocupante só quando é utilizado como estratégia permanente na tentativa de controlar a vida.


Tome nota que o comportamento de tartaruga, além de provocar ansiedade e depressão, tem tendência a criar um hábito. Quanto mais se acostumar à sua carapaça, mais difícil se torna arriscar a sair dela.
Para considerar um comportamento como carapaça verifique se ele constitui uma tentativa de evitar algum aspecto da vida e sentir-se com mais controle. Como regra geral qualquer comportamento excessivo deve ser questionado como possível desvio ou fuga da vida.

publicado às 09:27

Eu, mediano? Nunca!

por oficinadepsicologia, em 04.02.12

Autora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

O perfeccionismo é uma tarefa de tempo inteiro que exige empenho completo. Os perfeccionistas são definidos por padrões excessivamente altos e por esforços incontestáveis.
Não há complacência, deve ser o melhor, o primeiro, o impecável. Se quiser ver os perfeccionistas aninhar-se de medo, chame-lhes medianos. Para os perfeccionistas vencer não é tudo, é a única coisa.

Os perfeccionistas podem chegar a parecer pessoas perfeitas, seres super-humanos. Qualquer pessoa ao seu lado se sente preguiçoso e ineficiente. Mas não se deixe enredar por este modo de funcionamento. O perfeccionismo não luta pela perfeição, mas sim evita a imperfeição, que lhe gera intensa tensão e ansiedade.

Os perfeccionistas tendem a ter bastante sucesso e ser alvo de admiração e/ou inveja.
Pode tornar-se num mundo assustador em que um passo em falso, o deixa deprimido e ansioso. Não é saudável viver com tanta exigência. Em vez de se focalizar em ser perfeito, pergunte a si próprio porque necessita de ser perfeito. Se ser imperfeito lhe provoca ansiedade, suspeite.

Se suspeita que está integrado num estilo de vida perfeccionista, aprenda a distinguir entre “Quero que” e “Tenho que”:

o    “Quero que” é conduzido por um desejo de auto-satisfação, não por qualquer motivo subsequente dirigido pelo controlo;

o    “Tenho que” é dirigido pela insegurança. É uma tentativa compulsiva e rígida de utilizar o que se está a fazer para se sentir com controlo.            

publicado às 14:03

O quê, não me ralar? Eu?

por oficinadepsicologia, em 13.01.12

Autora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

Se se considera uma pessoa preocupada então a preocupação não lhe é estranha, e muito provavelmente reconhece frases como: “E se”. “E se eu não conseguir?”. “E se eu não fizer bem feito”. “E se ninguém perceber?”. Saiba que todos os “E se?” são uma verdadeira manobra defensiva contra coisas que correm mal ou de se perder o controlo.


Para quem é preocupado, a preocupação é tudo menos inocente. A preocupação, essencialmente a preocupação crónica, é a base sólida da ansiedade e depressão.


Se se preocupa demasiado, o seu corpo pode traduzir o stress e a tensão da preocupação em dores de cabeça, dores de estômago ou insónia. A bem da verdade, o nosso corpo detesta preocupação. Emocionalmente, a preocupação pode dificultar o sentido de equilíbrio e deixar-nos inseguros, inquietos e pessimistas.


Em suma, a preocupação é uma tentativa para contrariar aquilo de que se sente inseguro. Preocupar-se não é necessariamente preparar-se para uma apresentação na faculdade ou controlar os pneus do carro antes de uma longa viagem. A antecipação da vida não faz de si um preocupado, mas sim quando a antecipação se centra naquelas coisas que podem correr mal ou nos aspectos negativos. Despreocupe-se preocupando-se consigo próprio!

publicado às 11:32

E quando as crianças deprimem...

por oficinadepsicologia, em 27.12.11

Autora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

As depressões não se manifestam unicamente nos adultos. As crianças também podem sofrer desses sintomas e esses casos são mais frequentes do que geralmente se pensa. O problema é que muitas vezes a sintomatologia depressiva nas crianças é desvalorizada.

 

Durante muito tempo a depressão em crianças e adolescentes passou despercebida, não sendo alvo de muita atenção ou preocupação. Estima-se que cerca de dois por cento do total de crianças em idade escolar e aproximadamente cinco por cento dos adolescentes sofrem de depressão. No entanto, muitas vezes torna-se difícil fazer o diagnóstico, precisamente porque nestas idades é frequente que a depressão se manifeste simultaneamente com outras doenças.

 

Para além de uma predisposição genética, há outros factores que facilitam o aparecimento de uma depressão durante a infância. Um desses factores é a mudança natural do jardim infantil para a escola primária. O meio envolvente da criança age pois como uma influência directa.

Outro factor verifica-se quando os pais têm frequentemente discussões violentas e o ambiente em casa nada tem de afectuoso e de acolhedor para a criança.

 

Os primeiros sintomas de uma perturbação na primeira infância começam a manifestar-se quando a criança é ainda bebé. Uma das causas possíveis será o facto de separar da mãe uma criança de tenra idade, não lhe proporcionando uma relação estável com uma outra pessoa que a substitua. O sofrimento pode sobressair de diversas formas, desde o choro constante até à falta de apetite.

 

As crianças em idade pré-escolar expressam esse sofrimento mais através da mímica, da expressão do rosto, do que por palavras. Também pela observação da postura corporal se podem detectar sinais do seu estado anímico.

 

Quanto às crianças já em idade escolar, é importante dar atenção ao que elas nos dizem. Se lhes fizermos perguntas para explorar o seu estado de espírito, ou se estivermos atentos àquilo que pretendem transmitir pelas suas atitudes, saberemos que não se sentem suficientemente amadas.   

 

Existem determinados aspectos, como a expressão de uma tristeza profunda, que nos podem indicar sintomas depressivos numa criança. Simultaneamente a este estado psíquico e de uma diminuição da auto-estima, pode também manifestar-se um comportamento agressivo. Muitas crianças começam nesta fase a mentir cada vez mais, ou a evidenciar a prática de furtos. De modo geral, estas crianças tornam-se inseguras e revelam problemas de relacionamento. Tem se verificado que existem dificuldades no comportamento em grupo e que reagem pelo isolamento social.

 

No final da adolescência pode manifestar-se uma atitude triste e deprimida. A ausência de esperança e o medo do futuro podem até dar origem a uma fuga à realidade, através do consumo de drogas.

 

É inquietante o facto de as queixas depressivas de uma criança ficarem muitas vezes sem tratamento até à idade adulta. Lembre-se que o diagnóstico precoce e uma intervenção adequada são factores decisivos.

publicado às 18:45

Crenças irracionais

por oficinadepsicologia, em 11.12.11

 

publicado às 13:24

Perturbações emocionais e vulnerabilidade

por oficinadepsicologia, em 09.12.11

Autora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

Estudos demonstram que a depressão e os estados de ansiedade constituem as duas principais perturbações baseadas nas emoções, afectando cada um cerca de um quinto das pessoas nas sociedades industrializadas ocidentais em qualquer altura das suas vidas.

Estas perturbações emocionais são geralmente causadas da mesma maneira que as emoções negativas, por acontecimentos graves. Mas as perturbações emocionais não são só emoções intensas ou duradouras. Para ficarem deprimidas geralmente as pessoas também têm de ser vulneráveis.

 

É amplamente aceite que os episódios de depressão são usualmente iniciados por qualquer evento grave na vida ou dificuldade. No entanto, nem todos os que experienciam sérias adversidades sofrem de depressão ou estados de ansiedade. O que tornará então uma pessoa mais vulnerável que outra?

 

Vários estudos apontam factores de vulnerabilidade para o aparecimento das perturbações emocionais como: a experiência precoce, a auto-estima, o pensamento baseado na apreciação, o apoio social ou até mesmo os efeitos genéticos.

No que diz respeito à experiência precoce, considera-se que a vulnerabilidade da negligência precoce pode enviesar a percepção que temos de nós próprios, como não merecedores de amor e cuidado. 

 

Relativamente à auto-estima, existem evidências científicas que pensar negativamente acerca de nós mesmos parece estar envolvido em casos sérios de depressão, bem como em casos menos sérios de fracasso nalguma tarefa.

 

As relações próximas têm um enorme efeito sobre o facto de as pessoas desenvolverem ou não uma depressão em resposta às adversidades. Parece que ter um relacionamento íntimo actua como um amortecedor. Neste sentido, o apoio social produz um pequeno efeito por si mesmo, mas amortece o impacto dos acontecimentos negativos e das dificuldades da vida quando estes ocorrem.

 

Quanto à influência dos efeitos genéticos, estudos sugerem que podemos herdar tendências que aumentem o risco de depressão e de ansiedade.

 

Ainda assim, se identificou alguns destes factores de vulnerabilidade, não desespere:

  • Não subvalorize as pequenas coisas. Aprender de novo a sentir prazer é uma forma de terapia;
  • Não queira exigir de si próprio tarefas exageradas;
  • Evite o isolamento social;
  • Não adie a procura de um apoio profissional.

publicado às 10:17


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