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Vá para fora cá dentro... de si!

por oficinadepsicologia, em 08.08.11

Autor: Luis Gonçalves

Psicólogo Clínico

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Luis Gonçalves

Enquanto gozo o meu muito desejado período de férias de Verão, lembrei-me de lhe escrever. É que posso estar a banhos e bem longe do frenesim do consultório mas nem por isso me esqueço de si.

 

Nestes tempos difíceis que Portugal vive, muitas pessoas não têm possibilidade de ir de férias. É que a margem financeira é curta para gozarem uns dias fora. Essa impossibilidade surge então como uma fonte extra de insatisfação e de desesperança numa dura realidade, povoada de incertezas e sombras. Para imensa gente, as horas de calor passam sem que nada aconteça…seja profissional ou relacionalmente. No entanto…

Está a ser terrivelmente injusto para si próprio se concluiu que não merece férias. Tenho a certeza que tem feito um grande esforço para reorientar a sua vida: o cansaço que sente é a maior prova disso. Valorize-o e não perca a fé: as grandes conquistas na nossa vida são feitas de pequenos passos. Todos precisamos de recarregar baterias, viver é uma tarefa imensamente exigente. E se não lhe é possível estar fora fisicamente, vá para fora dentro de si. Isso é o que marca a diferença, sermos capazes de cuidar de nós internamente. Veja esta altura como uma fase de renascimento, lembre-se do movimento das marés que todos os dias renovam os locais por onde passam. Crescer, imaginar, sorrir, acreditar ou definir prioridades e planos de ação são o maior bronzeado que poderá ganhar neste Verão!

 

 

 

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publicado às 09:58

Como reagir aos amigos imaginários

por oficinadepsicologia, em 07.08.11

Autora: Maria de Fátima Ferro

Psicóloga Clínica e educacional

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Maria de Fátima Ferro

Por volta dos 3 ou 4 anos, as crianças preferem brincar em conjunto em vez de o fazerem sozinhas. A amizade começa a ser compreendida como envolvendo o partilhar dos brinquedos ou das coisas dos outros.

 

É por volta desta altura que começam a aparecer os amigos imaginários indicando que a imaginação das crianças se está a desenvolver. Os próprios diálogos que as crianças mantêm com os amigos privados são preciosos e servem muitas vezes de ensaios para as relações existentes e o iniciar de novas. São um sinal de um desenvolvimento emocional e cognitivo saudável, e os pais não precisam de se preocupar, a não ser que a criança se isole demasiado, ou que ao longo do tempo ele não desapareça.

 

A capacidade de construir um mundo imaginário e pessoas imaginárias, de dar vida a um boneco é um indício de que elas se estão a desenvolver rapidamente e a testar os limites do seu mundo. Isto torna-se uma maneira de afastar os demónios que as cercam – a zanga, o ciúme, a mentira, o egoísmo, a colocar características suas no seu amigo, algumas vezes até quando tentam fugir à responsabilidade das suas maldades. etc.  Permitem às crianças descobrirem de modo seguro o que querem ser. Elas podem dominar esses amigos, controlá-los e à custa deles, serem boas ou más com toda a segurança.

 

 

 

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publicado às 10:18

Dicas para renovar o interesse sexual

por oficinadepsicologia, em 05.08.11

Autor: António Norton

Psicólogo Clínico

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António Norton

É natural que a intensidade e o fulgor sexual tenham tendência a esmorecer à medida que a relação amorosa vai ganhando estabilidade e continuidade. A paixão sexual muitas vezes dá quase lugar à hibernação. Passamos do estádio de tensão sexual para o de desinteresse. O corpo, o cheiro, o toque, a magia e a excitação iniciais deixam de ter a intensidade que tinham e passam a ser mais banalizadas e secundarizadas.

 

O que fazer para manter viva a chama sexual? Aqui ficam algumas dicas:

 

  • Procure manter o contacto sexual e não o restrinja apenas ao quarto

No inicio da paixão é comum os amantes não se conseguirem despegar um do outro. É natural esta necessidade quase inevitável de fusão. Cada vez que passam um pelo outro existe um beijo, um toque, um olhar sedutor, um sorriso diferente, uma carícia mais erótica. Quando a relação atinge uma certa habituação passa quase a haver uma separação entre a área sexual, propriamente dita, e as tarefas domésticas/familiares. O que é importante é manter alguma erotização no contacto com o seu parceiro/parceira. Relembrando-lhe que sexo não é apenas confinado a um determinado espaço ou tempo. As brincadeiras sexuais furtivas e inocentes permitem criar e aumentar o desejo sexual. Muitas vezes essas brincadeiras não conduzirão a um envolvimento sexual, mas terão o condão de despertar e aumentar o desejo sexual.

 

 

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publicado às 08:52

Está cansado e não se pode dar ao luxo de férias?

por oficinadepsicologia, em 04.08.11

Autora: Madalena Lobo

Psicóloga Clínica

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Madalena Lobo

 

Acontece-nos a todos, talvez mais agora, em tempos de contenção. Por isso vamos falar de uma tendência humana para raciocinar em termos de extremos: ou tudo ou nada, ou preto ou branco, num claro daltonismo para os tons de cinza.

Ter férias é bom, claro! Quanto mais, melhor! Mas, se não for possível, também não será por isso que não teremos um merecido descanso. O nosso cérebro, curiosamente, não precisa de grandes blocos compactos de “dolce fare niente” para repousar e reiniciar a máquina. Por isso, aqui vão algumas sugestões, que permitem ser encaixadas no dia-a-dia, em fins-de-tarde, horas de almoço ou fins-de-semana, e que cumprem com o que a nossa fisiologia requer para obter um estado de repouso.

  • Faça coisas diferentes, nos momentos que pode. Porque não o jantar hoje ser de pique-nique num jardim próximo? Que tal um passeio por um dos (infelizmente poucos) parques públicos? Se fosse turista em Portugal, na sua cidade, o que teria a tentação de visitar? Porque não combinar almoçar com um amigo que também não tenha ainda rumado para o Algarve e experimentar uma cozinha internacional que não conheçam? Já foi ver o espectáculo de golfinhos do Zoo? E um curso de jardinagem ao final da tarde? Surf, já aprendeu? E os espectáculos de jazz que agitam Agosto?
  • Planifique os tempos livres – Agosto liberta tempo, em trânsito, em tarefas profissionais, que, se não tivermos pensado em alternativas de ocupação, se arrisca a ser absorvido sem grande préstimo. Aproveite qualquer pausa que tenha a meio do dia para a transformar em momentos de qualidade, absorvendo com intensidade esse momento presente.
  • Imagine que tem uma ou duas horas de férias por dia: o que lhe apetece fazer, e que seja próprio de um tempo de férias? Sair com amigos? Visitar um sítio próximo do seu local de residência, mas onde não vá há algum tempo ou a propósito do qual tem curiosidade e acabou por nunca visitar? Ler um livro? Dar um mergulho na praia?
  • Procure actividades que lhe sejam motivadoras e interessantes – o descanso (também) se obtém com uma ocupação de tempo gratificante.
  • Agora que há menos trânsito, durma até mais tarde. E aproveite o sol até quase às 9 da noite. E a animação das noites de Verão… já que vai dormir até mais tarde :=)

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publicado às 10:11

Saiba como ajudar um familiar ou amigo com depressão

por oficinadepsicologia, em 03.08.11

Auora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

A família e os amigos são muitas vezes um pilar fundamental para quem sofre de depressão.

  • Escute atentamente – tente escutar com cuidado, sem ter expectativas de que tem a responsabilidade de resolver ou modificar os problemas;
  • Postura empática – coloque-se no lugar do outro e dê-se conta o que sentiria se o mesmo lhe estivesse a acontecer a si. Isto pode possibilitar uma melhor compreensão daquilo que se passa com o seu familiar ou amigo;
  • Informe-se - a depressão é uma doença e não um estado meramente de tristeza; quanto mais souber sobre o assunto, mais poderá ser eficaz na ajuda que presta
  • Seja disponível – dedique algum tempo encorajando-o não só a falar como também a optar por actividades saudáveis, como por exemplo exercício físico moderado;
  • Valorize-o – fale-lhe sobre as características que particularmente lhe agradam;
  • Esclareça as suas dúvidas – se tiver dúvidas sobre o tipo de tratamento prescrito, não hesite em esclarecer-se junto do profissional de saúde que acompanha o seu familiar;
  • Participe em actividades de auto-ajuda: ofereça a sua ajuda, mas cuide também de si.
  • Insista em que a pessoa procure ajuda especializada - esse será o melhor favor que lhe poderá fazer!

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publicado às 16:16

Filhos problemáticos

por oficinadepsicologia, em 02.08.11

Um vídeo com a participação da Oficina de Psicologia.

 

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publicado às 18:51

Para maior consciência do momento presente

por oficinadepsicologia, em 02.08.11

Autor: Nuno Mendes Duarte

Psicólogo Clínico

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Nuno Mendes Duarte

Mal acorde de manhã antes de sair da cama, traga a sua atenção para a sua respiração (pelo menos cinco respirações completas), deixando que a respiração se faça por si mesma.

 
·         Note a sua postura corporal durante o dia. Esteja consciente de como a sua mente e o seu corpo se sentem quando se movimente da posição deitado para posição em pé ou enquanto caminha. Note sempre que mudar de uma postura para a seguinte.
  • Quando ouvir um telemóvel tocar, um pássaro a cantar, o barulho de um carro que passa, um riso, uma buzina, uma porta a fechar ou qualquer outro som use-os para se lembrar de estar completamente no aqui-e-agora. Realmente escutando, estando presente e acordado.
  •   Durante o dia, tire alguns momentos para trazer a sua atenção para a sua respiração pelo menos cinco respirações completas.
  • Quando come ou bebe algo, tire um minuto e respire. Traga a sua atenção para o ver a sua comida, cheirar a sua comida, saborear a sua comida, mastigar a sua comida e engolir a sua comida.
  •      Foque atenção nas suas actividades diárias – lavar os dentes, secar o cabelo, tomar banho, vestir-se, etc… Utilize o mindfulness para cada actividade.
  •    Antes de ir dormir, tire alguns instantes e traga a sua atenção para a respiração (pelo menos cinco respirações)
·         Repare no seu corpo enquanto caminha ou está simplesmente de pé. Tire uns instantes para notar a sua postura. Tome atenção ao contacto do chão por baixo dos seus pés. Sinta o ar na sua face, pernas ou braços enquanto caminha. Está a acelerar para chegar ao próximo momento? Mesmo quando está com pressa, esteja com esse movimento apressado.
 
Quando vir que está à espera numa fila, use este tempo para notar a sua respiração e a sua postura. Traga a atenção à dilatação e contracção do seu abdómen enquanto respira. Estará a sentir-se impaciente?

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publicado às 07:59

Viajar com crianças

por oficinadepsicologia, em 01.08.11

Autora: Iolanda Maria

Psicóloga Clínica

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Iolanda Maria

 

Tempo de férias é para muitos sinónimo de viagens, de alegria e de diversão.

 
Mas para que a euforia da partida não se transforme em stress comprometedor do prazer e bem estar de toda a família, prepare e planei com antecedência a viagem, sobretudo se optou por usar o avião e se vai acompanhado por crianças.
 
Para o ajudar nesse sentido, aqui vão algumas dicas práticas:
    -  Segundo os especialistas, atendendo a que uma ligeira constipação pode ampliar a dor nos ouvidos das crianças
       quando o avião pousa, certifique-se junto de um pediatra de que tudo está bem com a saúde dos pequenos, dias
       antes de embarcar; Não se esqueça que na criança, quando doente, a impaciência e o choro aumentam
       exponencialmente...;
    -  Mediante as caracteristicas da criança, fale com o pediatra, sobre a sua opinião quanto ao administrar um descongestionante
       nasal à criança, algumas horas antes do voo e depois do mesmo;
    -  As viagens de avião, não são recomendadas a crianças com menos de 7 dias;
    -  Certifique-se que leva toda a documentação da criança, assim como a que lhe é exigida, no pais de destino;
    -  Se tiver seguros de saúde e de acidentes pessoais para si e a familia, informe-se junto da sua companhia de seguros, se
       as coberturas se poderão alargar a alguma eventualidade ocorrida no paise de destino e se assim for, leve consigo os
       documentos e os contactos necessários, para a activação perante alguma emergência;
    -  Informe-se junto da agencia de viagens e da companhia de aviação sobre as facilidades existentes para quem
       viaja com crianças, uma vez que estas se podem relacionar com a deslocação até ao avião, a comida especial
       e as acomodações fornecidos, que muita vez não são muito divulgadas e têm que ser solicitadas com alguns
       dias de antecedência;  
   

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publicado às 12:12

A importância da mastigação

por oficinadepsicologia, em 30.07.11

Autora: Fabiana Andrade

Psicóloga Clínica

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Fabiana Andrade

Diariamente ouço relatos de clientes carregados de expressões tais como: “devia”, “é suposto”, “tenho de”, ou então, “sou fraco/a”, “sou medroso/a”, “sou incompetente”, “sou tímido/a” etc.

 

Quando começamos a “descascar a cebola”, ou seja, a explorar a origem de tais crenças, na maioria das vezes vamos encontrar uma quantidade de informação que foi absorvida sem ser digerida.

 

Desde pequenos que “papamos” uma quantidade enorme de informações e ideias sobre nós, sobre os outros e sobre o mundo. Estas informações nos são transmitidas pelos pais, pela família, pela sociedade, pela cultura, por tudo a nossa volta e contribuem para a nossa aprendizagem e para a construção da nossa própria identidade. No entanto, quando somos crianças, ainda não temos “dentes”, e por isso, “papamos” aquilo que nos é dado sem mastigar!

 

O perigo aqui é o facto de nem toda esta informação ser útil e positiva. Há uma parte que também é “engolida” e que é negativa e nos prejudica. Esta é a informação que traz ideias pessimistas, ideias que nos tornam mais rígidos e fechados e por consequência, têm um impacto negativo na auto-estima e na nossa forma de estar connosco e com o mundo.

 

 

 

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publicado às 21:35

Controlar as compras impulsivas

por oficinadepsicologia, em 29.07.11

Autor: Luis Gonçalves

Psicólogo Clínico

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Dicas para não comprar impulsivamente

 

  • Luís Gonçalves
    Desconfie das promoções: lá porque um artigo custa metade do que custava não quer dizer que tenha um preço acessível!
  • Evite passar por lojas com artigos que lhe interessam após receber o ordenado, a sensação de “ter mais” levará à necessidade de “comprar mais”
  • O marketing actual é de tal forma poderoso que cria necessidades nas pessoas que, de facto, não têm. Proceda com cuidado!
  • Antes de sair de casa, defina um valor máximo que poderá racionalmente gastar. É que com os artigos mesmo à sua frente, a tentação é mais que muita
  • Eventos como casamentos, batizados ou nascimentos são o terror das finanças familiares, pesquise bem antes de comprar e relembre que, na maior parte das vezes, os seus amigos preferem a sua boa disposição a receberem uma prenda cara!
  • Aprenda a registar as situações que provocam a vontade em gastar: dessa forma, passará ter o controlo sobre gastos que antes o controlavam
  • A sabedoria popular é uma grande amiga nossa, lembre-se que o barato sai caro!
  • Olhe para as suas relações significativas e reflita sobre elas: as lacunas emocionais têm tendência a transformar-se em rombos financeiros!
  • Tire do armário artigos que não tem usado e ponha-os à vista. É que a sua presença aumenta a nossa consciência sobre aquilo que realmente precisamos e cria hábitos de reutilização
  • Acompanhe semanalmente o plafon do seu visa. Ele precisa tanto da sua atenção que, quando não a tem, o faz passar maus bocados!
  • Utilize formas visuais de planear o orçamento familiar usando post-its, aplicativos de computador, folhas de Excel e até gadgets dos sempre úteis smartphones

·         Dê a si próprio recompensas sempre que não realizar compras por impulso. Quem sabe se um abraço apaixonado do seu companheiro não é tudo o que precisa?!

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publicado às 11:12


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