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Estratégias para melhorar a auto-confiança

por oficinadepsicologia, em 19.08.12

Autora: Cláudia Almeida

Psicóloga Clínica (OP Nacional - Porto)

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Cláudia Almeida

Sente-se confiante no seu trabalho? Qual o grau de confiança que tem em si mesmo? Quando está com os seus amigos sente confiança em si? E quando está com a sua família? E com o seu namorado/companheiro? E em relação às diferentes atividades, como apresentar trabalhos, conversar com um desconhecido, ou falar em publico? Sente-se confiante na maior parte destas situações? Sente-se confiante independentemente das situações?

Quando falamos em autoconfiança referimo-nos à segurança que cada um sente independentemente da situação em que se encontra. Apesar de sermos bons, termos competências ou capacidade para um bom desempenho num determinado domínio, não sabemos tudo. É a forma como encaramos as nossas dificuldades que nos ajuda a desenvolver/ou não a nossa autoconfiança.

 

Posso não saber algo, mas sentir-me confiante para aprender!

 

A autoconfiança estabelece uma intenção face algo e a probabilidade de ser capaz de conseguir encontrar uma forma de ter êxito.

 

Como é alguém com baixa autoconfiança?

  • Desvalorizam a sua capacidade sobre o que são capazes de fazer, sendo excessivamente críticos;
  • Assumem uma postura secundaria, tímida e reservada face aos outros;
  • Ruminam situações com possíveis resultados negativos que aconteceram no passado;
  • Tendem a fazer tudo o que podem para agradar os outros:
  • Assumem uma culpa que muitas vezes não existe.

 

Assim, podemos dizer que a falta de autoconfiança é incapacitante e limita-nos nas oportunidades que vão surgindo ao longo da vida, pondo em risco as nossas possibilidades de conseguir ter sucesso. Isto é, quando estamos constantemente a pensar que o nosso resultado não vai ser o pretendido, isto leva a direcionarmos o nosso foco de atenção para fora do nosso objetivo. Por outro lado, se formos autoconfiantes as possibilidades de obtermos sucesso são mais e favoráveis. Quando temos confiança que é possível obter sucesso, faremos tudo o que é necessário para que tal aconteça.

Se não temos conhecimento, vamos aprender.

Se não temos competência, vamos tentar adquiri-las.

Se algo de inesperado acontece, vamos tentar encontrar uma solução.

 

                O ponto de partida é o mesmo para todas as pessoas, mas é o desenvolvimento da nossa autoconfiança que irá permitir que possamos chegar mais além do que alguém que n ão a tem.


A autoconfiança elevada é claramente um trunfo.

 

Como aumentar a autoconfiança?

  • Implementar o sentido de auto-crença positivo. A forma como comunicamos connosco mesmos tem um peso importante na construção da nossa autoconfiança;
  • Criar um pensamento positivo e visualizar os resultados positivos, focando os pontos fortes e não os fracos;
  • Verbalizar para nós próprios frases e afirmações motivadoras, orientadas para a solução da situação.
  • Dizer frases e palavras de incentivo para nós próprios;
  • Ouvir musica animada, ler e ver programas inspiradores.
  • Trabalhar as lacunas que fazem com que sintamos uma baixa autoconfiança.
  • A confiança não é uma garantia de sucesso, mas um padrão de pensamento que irá melhorar a probabilidade de sucesso, a busca insistente de formas de fazer com que as coisas funcionem. A competência em qualquer coisa ou área pode ser desenvolvida através da prática, preparação e experiência. A chave para o desenvolvimento de competências, é através do envolvimento na aquisição de conhecimento, aplicando-o várias vezes até que se torne eficaz. Baseando-nos nas experiências treinadas e trabalhadas, iremos paulatinamente sentirmo-nos mais preparados, o que nos conduzirá a uma sensação naturalmente mais autoconfiança.

 

Quando nos encontramos perante uma situação em que não nos sentimos autoconfiantes, é importante perguntarmo-nos: Porque não me estou a sentir auto-confiante? De onde é que esta incerteza vem? Ao que é que estou a associar a minha auto-estima?

Quando nos apercebemos ao que associamos o nosso valor pessoal, começamos a diminuir e a destruir a nossa crença negativa que é limitante. Só nos podemos sentir dignos ou confiantes face a determinados pré-requisitos. Quando fizermos isto, vamos encontrar-nos preenchidos por uma forma de pensar em que a autoestima está sempre presente, independentemente do que possa acontecer.

 

E porque não começar já hoje a aumentar a sua auto-confiança, sem esforço, apenas usando o poder da hipnoterapia sugestiva? Vá até à nossa loja e descarregue já o programa!

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publicado às 11:15

Não nasceu inseguro: aprendeu!

por oficinadepsicologia, em 10.03.12

Autora: Tânia da Cunha

Psicóloga Clínica

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Tânia da Cunha

O crescimento humano implica crescer com algum grau de insegurança. É inevitável. Ainda assim, e numa primeira instância, podemos afirmar que quer a ansiedade quer a depressão são sementes que crescem no solo fértil da insegurança. Se permitir que a insegurança conduza a sua vida então não espere ter a sua própria vida, pois a falta de segurança vulnerabiliza o modo como agimos no contacto com o mundo.

 

Compreendo que, confiar em si próprio para conseguir aquilo que necessita pode parecer à primeira vista aterrador, essencialmente se estiver deprimido. Lembre-se que a ansiedade e a depressão resistem ao movimento. No sentido de fazer face a este marasmo, é necessário o encorajamento adequado, motivação e orientação, e desta forma a inércia pode e deve originar movimento.

 

Se se sente enredado nesta temática da insegurança, seria útil compreender que os pensamentos precedem os sentimentos, por exemplo: muitas pessoas que se sentem ansiosas e deprimidas encaram-se como vítimas. As vítimas sentem que não têm escolha, alguém ou alguma coisa fá-las sentir em descontrolo, desassossegadas, perturbadas ou tristes. Assim, compreender que os pensamentos precedem os sentimentos permite-lhe compreender que não é impotente. Existe sempre alguma coisa que pode fazer. Pode mudar o modo como está a pensar e descobrir simultaneamente que está a sentir-se melhor.


Os pensamentos negativos e sentimentos de tristeza tendem a atrair a sua atenção para as coisas que não gosta, em vez de se enredar neles, experimente:

  • Concentrar-se nos acontecimentos que o rodeiam, por exemplo outras conversas, qualquer coisa que atraia a sua atenção e que lhe desperte interesse;
  • Realize qualquer actividade mental absorvente, como fazer cálculos mentais, jogos e puzzles, palavras cruzadas, leitura – especialmente que lhe agrade;
  • Pratique qualquer actividade física que o mantenha ocupado (por exemplo, uma caminhada).

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publicado às 12:00

Preparar, iniciar e acelerar rumo à auto-confiança

por oficinadepsicologia, em 05.09.11

Autora: Filipa Jardim da Silva

Psicóloga Clínica

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Filipa Jardim Silva

Se tivesse um baú de recursos e competências à sua disposição e lhe pedisse para eleger aquele que considera que lhe seria mais útil nas mais diversas situações de vida, provavelmente escolheria a auto-confiança. Não é por acaso que pessoas com uma postura activa, segura e decidida atraem confiança e admiração dos pares, enquanto alguém constantemente nervoso, atrapalhado e inseguro sente-se mais facilimente criticado e sozinho. Muitos sentem-se perdidos na aventura em busca da auto-confiança, podendo ficar emaranhados num ciclo de auto-desvalorização, desesperança, incapacidade de lidar com obstáculos e dificuldades e mais inferioridade.

A boa notícia é que existem mapas para esta aventura e que a auto-confiança pode realmente ser aprendida e construída. Como? – perguntará. Não se constrói por magia nem em poucos minutos. Constrói-se numa viagem, que implica preparação, fazer-se à estrada e por fim acelerar em direcção ao sucesso. Como para qualquer viagem, é necessário assegurar-se que leva todos os mantimentos e utensílios necessários.

 

Preparação da Viagem

Primeiro prepare a sua mochila com a substituição do guião do seu diálogo interno, de incapacitante e sabotador para positivo e encorajador; os pensamentos positivos pesam menos e incentivam a ir mais longe. Depois registe os feitos já alcançados, o que lhe permitirá reconhecer com mais facilidade o sucesso e bem-estar quando surgirem na sua viagem. Pense nos seus pontos fracos e fortes e nas oportunidades e obstáculos do seu caminho, e isso permitirá gerir os seus recursos optimizando as competências e encontrando soluções para as dificuldades. Segue-se a definição de metas: onde quer chegar no final desta viagem e quais as paragens que necessita fazer para gerir o esforço e se abastecer. No início, é melhor estabelecer pequenas etapas, um pequeno passo é suficiente para iniciar uma grande mudança. Na sua mochila não entram os conceitos “desistência” nem “fracasso”, pelo que se porventura se sentir tentado a levá-los, coloque-os de parte e lembre-se que perante as dificuldades da viagem reavaliará os objectivos definidos e poderá ter de traçar novas estratégias, mas continuará sempre, persistentemente, no caminho rumo à meta estabelecida.

 

 

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publicado às 12:06


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