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Eu no meu melhor!

por oficinadepsicologia, em 19.03.12

Autora: Susanne Marie França

Psicóloga Clínica

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Susanne Marie França

Quando acreditamos em nós mesmos, podemos arriscar ser curiosos, sonhar, ser espontâneos, ou qualquer outra coisa que eleve o espírito humano. - EE Cummings

Uma das coisas que impede as pessoas de pôr em prática os seus sonhos é o medo do falhar!

Como podemos vencer esse medo?

Se formos honestos connosco próprios, todos temos, ou já tivemos medo de falhar. A diferença talvés esteja no facto de que alguns de nós ficamos paralisados e não agimos devido ao medo, enquanto outros, com ou sem medo, avançam. Não é fácil, mas quanto mais agirmos, mais programamos a mente e criamos um novo hábito que por sua vez, substitui o antigo – o evitar as situações.

 

Que tal alterar a sua auto-imagem mental? Todos temos uma imagem mental que reflecte o que sentimos acerca de nós próprios. Essa imagem não é necessariamente uma “imagem” em si, e pode estar associada a um pensamento, sensação ou mesmo uma emoção. O importante é percebermos que a nossa auto-imagem pode ser alterada, uma vez que é criada por nós….e ao mudarmos a nossa auto-imagem, mudamos a nossa percepção de nós próprios, o que por conseguinte vai alterar as nossas acções e pensamentos.

 

Mesmo que sinta medo, aja como se não o sentisse. O truque do agir e/ou sentir “como se….” é muito utilizado na terapia de sugestão em hipnose clínica. Experimente!

Já se imaginou a sorrir? Pode soar banal, mas este pequeno gesto faz milagres. Basta imaginar que está a sorrir e toda a sua linguagem corporal muda!

 

Por fim, gostaria de sugerir um pequeno exercício;

Pegue numa folha de papel e numa caneta e comece a descrever uma situação, sensação, ou simplesmente um momento em que se sentiu no seu melhor.Feche os olhos e transporte-se mentalmente até esse momento… reviva-o vivamente usando todos os seus sentidos. Sinta cada sensação desse momento plenamente!

Repita este exercício duas vezes por dia durante 21 dias, e o seu corpo e mente vão memorizar as sensações e emoções associadas a esse momento. Sempre que necessitar terá ao seu dispor uma ferramenta fantástica para usar naqueles momentos em que gostaria de se sentir no seu melhor.

publicado às 11:00

A alma nunca "pensa" sem uma imagem mental

por oficinadepsicologia, em 13.03.12

Autora: Susanne Marie França

Psicóloga Clínica

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Susanne Marie França

Será que Aristóteles tinha razão?

 

De acordo com o psicólogo e investigador Steven Pinker, as nossas vivências são representadas nas nossas mentes em forma de imagens mentais, formando ecos e reconstruções das percepções das nossas experiências do presente, memórias do passado e antecipações de situações e emoções do futuro.  

 

Quando falamos em imagética, geralmente pensamos em visualização. A imagética usa certamente a componente visual, mas a sensibilidade auditiva, visual, olfactiva, gustativa e cinestésica é poderosa, e surge em todos nós em diferentes graus e intensidades. Quem não se lembra de ter ouvido uma música e ser automaticamente transportado/a para uma situação no passado em que essa música teve um significado especial? Entramos num estado alterado de consciência, e saímos do momento presente, vivenciando e sentindo a experiência do passado como se ela estivesse a acontecer agora! Isto é um estado de hipnose! É o pensamento na sua qualidade sensorial pura.

 

Imagética e Cura:

Criar novas imagens mentais pode ser uma ferramenta fundamental nos processos de cura física e psicológica, uma vez que acciona todos os mecanismos sensoriais que por sua vez vão gerar alterações nos mecanismos fisiológicos, tais como alterações no tonus muscular, ritmo respiratório, sistema nervoso, química cerebral, funcionamento do aparelho digestivo, sistema imunitário, etc. 

Técnicas terapêuticas que façam uso do poder da imagética, podem ser aplicadas no sentido de ajudar a aceder e processar sensações do passado, desbloquear e construir novas percepções e sensações relativamente a situações do futuro e alterar a nossa auto-imagem.

Os requisitos básicos para o uso da imagética com sucesso são:

  • Ambiente propicio e calmo em que possa estar sozinho/a durante alguns minutos
  • Usar um estado alterado de consciência como por exemplo a auto-hipnose
  • Intenção e objectivos bem definidos antes de iniciar o processo de imagética
  • Praticar com regularidade. Pelo menos 3 a 4 vezes por semana durante 20 minutos

Então se calhar Aristóteles até que tinha mesmo razão. A linguagem da alma é mesmo a imagética!!!

Gostaria de experimentar sentir o poder da sua mente?

Saudações Hipnóticas

 

http://oficinadepsicologia.com/sobre-a-vida/optimizacao/auto-hipnose

publicado às 10:23

O lugar seguro: hipnoterapia clínica

por oficinadepsicologia, em 20.02.12

Autora: Susanne Marie França

Psicóloga Clínica e Hipnoterapeuta Clínica

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Susanne Marie França

A técnica do Lugar Seguro é utilizada e adaptada pelas mais variadas abordagens psicoterapêuticas. Na hipnoterapia pode ser usada na indução à hipnose, no aprofundamento após a indução, na preparação para trabalho analítico como a regressão, e na auto-hipnose. Se conciliarmos ao exercício do Lugar Seguro terapia sugestiva, aumentamos a eficácia desta técnica e conseguimos usufruir ao máximo do poder da mente.


Antes de fazer o exercício do Lugar Seguro, escreva num papel 3 sugestões que estejam relacionadas com algo que deseja mudar na sua vida, como comportamentos, pensamentos, hábitos e rotinas, etc.


As regras básicas na formulação de sugestões são:


•    Simplicidade – aborde um tema de cada vez. Não baralhe a mente com mensagens contraditórias. Seja directo, conciso e específico. A mente não irá interpretar a sugestão, mas sim absorver literalmente.
•    Não utilize a palavra NÃO – se deseja deixar de se sentir ansioso, não diga “a partir de agora nunca mais me vou sentir ansioso”, ao invés diga “ a cada dia sinto-me cada vez mais calmo”. A lei do efeito inverso faz com que aquilo que tentamos evitar e negar com a palavra NÃO ganhe força e prevaleça. Se eu lhe pedir que “não pense no elefante amarelo” qual é a imagem que lhe vem automaticamente à mente?
•    Seja realista e honesto. Se tem um exame na faculdade e não estudou, não vale a pena pensar que uma sugestão acerca do sucesso que vai ter no exame o ajudará a ter uma boa nota. A sugestão tem que se adequar a um contexto e um objectivo realista e tangível.
•    Uma emoção forte (negativa ou positiva) vai sempre ser mais poderosa do que uma emoção mais fraca. Associe sempre emoções às sugestões que elaborar. Só mudamos aquilo que sentimos.
•    Pratique, pratique, pratique – A repetição é o modo como adquirimos novos hábitos, padrões de pensamento e/ou acção. A repetição das sugestões, permite o registo e automatização de novos hábitos que irão substituir os que já não se adequam às nossas circunstâncias actuais de vida.

 

Como fazer o exercício do Lugar Seguro:


Feche os olhos suavemente…inspire profundamente…e expire…libertando todo o ar…todas as sensações que acumulou durante o seu dia e deseja agora libertar….sinta a sensação de leveza…cada vez que expira. Gostaria que se imaginasse no campo...repare na temperatura do ar…nas cores…no ar puro que inspira…sinta os seus passos firmes….sinta vivamente cada sensação que este lugar lhe transmite…...sinta os cheiros…as cores...as texturas… os sons…tão agradáveis…imagine a sensação de segurança…de paz. Já nada mais interessa a não ser esta sensação de libertação. Continue a caminhar…a reparar em cada detalhe…em cada folha…árvore…flor…a sua mente está a libertar e a processar o seu dia. Deixe fluir todos os pensamentos…agora já não interessam…agora a única coisa que é importante…é o seu relaxamento…o seu bem-estar…físico e emocional…Continue a caminhar pelo campo e a respirar lentamente…repare como já conseguiu abrandar o ritmo de respiração e do pensamento….Relaxe."

Repita silenciosamente as sugestões que escreveu e memorizou. Sinta, visualize, e imagine vivamente cada palavra…
Saudações Hipnóticas,


Susanne Marie França

publicado às 15:20

Autora: Susanne Diffley

Hipnoterapeuta Clínica

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Susanne Diffley

 

O conceito de felicidade surge inúmeras vezes em terapia. Grande parte dos meus clientes/pacientes, quando lhes pergunto os objetivos que gostariam de alcançar em terapia, dizem-me que o que mais queriam era “serem felizes”.

 

 

Mas o que é na realidade a felicidade? E será que para nos sentirmos felizes temos mesmo de obter o que ambicionamos e queremos na vida?

Segundo o investigador e psicólogo da Harvard, Dan Gilbert, a felicidade pode ser “manufaturada” no nosso cérebro - felicidade sintética – e ser tão verdadeira e real como a felicidade natural - aquela que estamos habituados a sentir quando vivenciamos momentos de felicidade. O investigador argumenta que temos dentro de nós um sistema que nos permite ser igualmente felizes em situações adversas, e que está diretamente relacionado com outro sistema inconsciente – O Sistema Imunitário Psicológico. Este parece ter como função principal proteger e defender a nossa saúde mental, ajudando-nos a lidar com situações negativas da vida, protegendo-nos da depressão, e outras perturbações do foro psicológico e psiquiátrico. O sistema imunitário psicológico altera, de um modo inconsciente, o modo como percecionamos e processamos informação, reduzindo o grau de emoções perturbadoras, distorcendo a nossa perceção para a tornar mais apelativa relativamente ao contexto da situação em causa. Do mesmo modo, permite que o conteúdo de determinados acontecimentos nunca atinja a nossa consciência, protegendo-nos e acelerando o processo de recuperação.

 

 

 

publicado às 09:53

Recriar o futuro com Hipnose Clínica

por oficinadepsicologia, em 17.05.11

Autora: Susanne Diffley

Hipnoterapeuta Clínica

 

 

Susanne Diffley

“Como seria viver a minha vida sem este tipo de problema”? Perguntou-me a cliente, já naquela fase de desespero, de quem está a chegar ao limite da frustração. “Não sei”. Respondi eu. “Mas….será que podemos criar um novo modo de sentir a vida?”. Perante o olhar indignado da cliente, sugeri um pequeno exercício de Hipnose Clínica denominado Pseudo-Orientação no Futuro. Após a indução hipnótica, foi pedido à cliente que fizesse uma “viagem no tempo” a um lugar ou situação no futuro, em que sentisse como seria vivenciar e sentir a vida sem o problema que tanto a limitava. “Como seria a sua postura corporal? As roupas que vestiria? O cabelo? A expressão facial? O tom da voz? As emoções?”

 

Como seria viver a vida no futuro sem este problema? (…) Agora, você está nesse futuro! “.

 

Criámos em sessão um ambiente emocional de mudança e curiosidade. Demos o primeiro passo para um futuro diferente. Terminámos a sessão com o treino do exercício em auto-hipnose. Deste modo, iniciámos o processo de familiarização com uma nova realidade de viver e sentir a vida e – literalmente – abrir novos “percursos” neuronais, que vão impulsionar a mudança, e quebrar progressivamente a rotina de velhos hábitos de ser e estar.

 

E você, já imaginou como poderá “recriar” o seu futuro?

 

 

publicado às 11:55

Spring Cleaning

por oficinadepsicologia, em 26.04.11

Autora: Susanne Diffley

Hipnoterapeuta Clínica

 

 

Susanne Diffley

Agora com a chegada da bem-vinda Primavera, sentimos aquela vontade de limpar e arejar as nossas casas, gavetas e armários. Abrimos as nossas janelas logo de manhã para deixar entrar os raios de sol luminoso, dar cor e luz ao nosso quarto de dormir. Até parece que “ganhamos uma nova alma”, com todo este esplendor….

 

 

Mas será que é mesmo assim que você se sente nesta Primavera?

 

A realidade está esbanjada nas caras das pessoas que todas as manhãs apanham os transportes públicos (quando os conseguem apanhar porque não há greve), e vão mais um dia para o seu emprego (sortudos aqueles que ainda o têm), para regressar a casa ao fim do dia e ouvir as Noticias no Telejornal, que nos relembra diariamente do pesadelo que implica a mais famosa palavra portuguesa (crise). Automaticamente, imaginamos e antecipamos todas as preocupações e privações que prometem durar e perdurar.

 

Mas será que a nossa realidade interior tem que ser mesmo assim?

 

 

 

publicado às 10:12

Hipno-Parto

por oficinadepsicologia, em 12.02.11

Autora: Susanne Diffley

Hipnoterapeuta Clínica

 

“Ser mãe é embalar nos braços

Um sonho lindo e profundo

È andar presa nos laços

Do maior amor do mundo!

 

Ser mãe é viver a amar

È sem receber tudo dar,

A tudo renunciar

È viver e recordar!...”

 

(Fernanda França)

 

 

 

Para algumas mulheres o momento do nascimento de um filho pode ser a experiência mais enriquecedora e inesquecível das suas vidas. Para outras, a experiência pode ser uma de medo, dor e desamparo. A sensação de perda de controlo, pode transformar-se numa ansiedade descontrolada, que torna o parto mais moroso, extenuante e dificulta a recuperação pós-parto.

 

Culturalmente, somos educadas a pensar que o parto tem que ser uma experiência que envolve dor, cansaço e desgaste. Desde meninas que ouvimos histórias de partos das nossas mães, tias e vizinhas. Todas as narrativas têm algo em comum – dar à luz um filho dói!

Mas será que dói mesmo?

A Hipnoterapia Clínica tem sido usada em Obstetrícia há décadas. Existe uma vasta gama de investigação científica, e os resultados são unânimes. As técnicas de hipnose clínica podem;

  • Reduzir o desconforto físico
  • Diminuir a necessidade e dosagem administrada de anestésicos durante o parto
  • Encurtar a tempo de duração do parto (redução de 2 a 4 horas)
  • Diminuir o desgaste físico e cansaço da mãe e bebé
  • Estimular os processos naturais fisiológicos
  • Promover a recuperação pós-parto
  • Reduzir o risco de depressão pós-natal
  • Lidar com o medo e consequente tensão muscular (que atrasa o trabalho de parto)
  • Aumentar a percepção de controlo da mãe
  • Diminuir a necessidade do uso de fórceps e ventosa
  • Alterar a percepção e ideias pré-concebidas acerca do parto
  • Promover pontuações mais elevadas na Escala de Apagar (frequência cardíaca, respiração, tónus muscular e cor) do recém-nascido

 

publicado às 21:30

Hipno-infertilidade

por oficinadepsicologia, em 12.02.11

Autora: Susanne Diffley

Hipnoterapeuta Clínica

 

Infertilidade

Por definição, falamos de infertilidade quando após um ano, um casal que deseja conceber um filho, tem relações sexuais regularmente sem o uso de métodos anticoncepcionais e não consegue engravidar. Se a mulher tiver mais de 35 anos de idade, o período reduz para seis meses. O termo infertilidade é igualmente aplicável no caso da existência de três ou mais Interrupções Espontâneas de Gravidez consecutivas.

Estima-se que em Portugal cerca de 500 mil casais lidam com alguma forma de infertilidade. Segundo a Organização Mundial de Saúde, entre 60 a 80 milhões de casais no mundo, são inférteis. Estatísticas europeias e americanas apontam para uma prevalência de infertilidade conjugal que ronda os 15-20% na população em idade reprodutiva. A taxa de infertilidade masculina e feminina aparenta ser similar.

Causas

Nem sempre é fácil diagnosticar as causas da infertilidade. Entre as mais comuns temos problemas hormonais que podem traduzir-se em perturbações na ovulação e na produção de progesterona (nos homens), Síndrome do Ovário Policístico, Endometriose, problemas funcionais e estruturais nas trompas do Falópio e anomalias na morfologia e contagem de espermatozóides

Adicionalmente, pensa-se que a infertilidade tem aumentado nos países industrializados devido ao adiamento da idade de concepção, à obesidade, aos hábitos sedentários, consumo excessivo de gorduras, tabaco, álcool e outras substâncias, produtos usados na produção alimentar, produtos de limpeza doméstica e poluição ambiental

publicado às 19:22

Quem quer perder peso?

por oficinadepsicologia, em 24.01.11

Pois é… Nós sabemos… Foi o Natal, não foi? As filhoses, o bolo-rei, o jantar dos pais e o almoço dos sogros, mais os jantares dos amigos e das empresas, as rabanadas… Ai, as rabanadas! E, depois, as calças custam a apertar, não é? Não há Natal que não nos desgrace! Entre gramas e quilos, os próximos meses vão ter de assistir à nossa guerra para apagar as consequências da gula!

 

Sabendo disso, na Oficina de Psicologia contamos com programas para o apoiarem na redução do que ficou a mais: pode escolher um apoio de técnicas de psicologia, hipnoterapia e nutricionismo mais suave, dedicado às gramas – o programa Miligrama – ou uma intervenção mais radical com a colocação virtual, sob hipnose profunda, de uma banda gástrica, que vai convencer o seu sub-consciente que, mesmo que queira comer esse petisco, o estômago não vai aceitar – o nosso programa Hipno-Banda Gástrica. Radical e inovador!

 

E eficaz! Começámos uma intervenção de Hipno-Banda Gástrica antes do Natal e, mesmo com as tentações da época, o cliente reduziu 14 quilos num mês e meio. Tentador? :=)

Visite a nossa página http://www.oficinadepsicologia.com/hipno_banda.htm, para conhecer todas as condições. E, entretanto, fique com algumas sugestões quanto a aspectos de intervenção psicológica que poderá começar já a implementar.

 

publicado às 20:29

Rat race!

por oficinadepsicologia, em 03.01.11

Autora: Susanne Diffley

Hipnoterapeuta Clínica

 

 

“O estudo, que em Portugal decorreu entre 16 e 29 de Novembro e envolveu 500 pessoas, com idades entre 25 e 65 anos, revela também que sete em cada 10 portugueses (74%) afirmam não ter tempo para fazerem aquilo que mais gostariam”
Agência Lusa, 20 Dezembro, 2010

 

Conhece a expressão rat race?

Aquela luta constante, inútil e desgastante que parece caracterizar a vida quotidiana das sociedades modernas. A expressão rat race é inspirada na imagem, um pouco desanimadora, dos ratinhos de laboratório nas suas gaiolas a correr desalmadamente nas suas rodas.

 

Correr tanto para quê se não saem do mesmo lugar?

Correr tanto porquê?

Nunca se sentiu um pouco como os ratinhos de laboratório?

 

Acabamos por aderir à correria do rat race porque temos que pagar as contas no fim do mês, a mensalidade do ginásio (que frequentámos duas vezes no ultimo ano), levar a filha à natação, aulas de viola e ballet, levar o filho ao Karaté, ir ao supermercado……..

 

Já se está a sentir cansado?

Não está sozinho! Segundo o mesmo estudo, 47% da população portuguesa afirma sentir-se cansada, com falta de energia.

 

E o rat race mental? As preocupações, o pensamento a um ritmo desenfreado? Que ainda por cima é contagioso. Se o colega do lado anda todo stressado, ou se na rua correm todos para apanhar o autocarro, quando você dá por si, está com o coração a 120 ppm e sem fôlego!

Para quê?

 

 

 

publicado às 12:21


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