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O que queres ser quando fores grande?

por oficinadepsicologia, em 02.10.11

Autora: Cristina Sousa Ferreira

Psicóloga Clínica

www.oficinadepsicologia.com

 

Cristina Sousa Ferreira

Em crianças ouvimos esta pergunta vezes e vezes sem conta. Quando respondemos que gostávamos de trabalhar numa papelaria, (imaginando um sem número de lápis de cor e  de cera de todas as cores, borrachas e afias, cadernos a estrear com aquele cheiro a novo e que têm nas capas com as imagens dos nossos heróis), ou  numa loja de brinquedos (todos nossos, que sonho lindo) ou que queremos ser Bombeiros (com aquele fato vermelho e chapéu imponente com um carro mágico) rapidamente nos incentivam a escolher profissões mais prestigiantes como médico, advogado ou mesmo piloto de avião.

Já na adolescência aspiramos a carreiras mais excitantes e glamorosas  como Astronauta, Piloto de Automóveis, Modelo.  ou então queremos mesmo ser um Cirurgião famoso.

À medida que crescemos aprendemos que estas profissões exigem de nós um longo período de aprendizagem, enorme competitividade, são fisicamente exigentes e que nos deixam pouco tempo para a família e amigos. Mas que importa? No final somos recompensados por bons salários e notoriedade.

Mas e se quisermos valorizar outros aspectos? Se procurarmos  uma profissão que nos traga um nível salarial confortável, pouco stress, que não seja muito exigente fisicamente e não esteja sujeita a perigos ambientais? Que profissão devemos  escolher?

Um estudo realizado em 2011 pelo site CarrerCast (especializado em Recursos Humanos e Empreendorismo) e a Associação Psicológica Americana,  que teve em conta as mudanças nas condições de trabalho como as inovações tecnológicas ou acontecimentos históricos,  dá-nos a resposta.

Notoriedade ou qualidade de vida? Eis a questão.

Os Resultados?

Uma lista com algumas das excitantes profissões de sonho,  mas que são simultâneamente as mais stressantes no dia a dia.

E uma lista de profissões que não deixarão o seu coração acelarado de excitação mas são escolhas sólidas para quem procura menos prestígio e mais qualidade de vida.

As mais stressantes:

  1. Piloto de aviação
  2. Consultor de Comunicação
  3. Executivo numa Empresa
  4. Fotojornalista
  5. Pivô de televisão
  6. Executivo de publicidade
  7. Arquiteto
  8. Corretor de bolsa
  9. Técnico de Emergência médica
  10. Agente Imobiliário

As menos stressantes:

  1. Otorrinolaringologista
  2. Dietista
  3. Engenheiro de Software
  4. Programador Informático
  5. Higienista Oral
  6. Terapeuta da Fala
  7. Filósofo
  8. Matemático
  9. Terapeuta Ocupacional
  10. Quiroprático

Cabe-lhe a si decidir,  se ainda vai a tempo.

Este estudo foi realizado nos EUA pelo que queremos saber qual a sua realidade aqui em Portugal. A sua profissão é stressante? Como vive o stress no seu dia a dia?

Se escolheu uma das profissões mais stressantes e este já se instalou na sua vida vá à ao site da Oficina de Psicologia e veja as nossas dicas para lidar com o Stress.  Vá depois  à nossa loja on-line e combata o seu Stress com uns CD’s de relaxamento ou inscrevendo-se num programa StressLess.

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publicado às 15:41

Dúvidas de carreira

por oficinadepsicologia, em 31.03.11

Autora: Madalena Lobo

Psicóloga Clínica

 

 

Madalena Lobo

As nossas escolhas de futuros possíveis começam demasiado cedo para o conhecimento que temos de nós próprios e do mundo. Infelizmente as escolhas que vamos sendo chamados a fazer, desde as áreas específicas no secundário, até ao primeiro emprego, vão-nos restringindo a latitude das opções posteriores, afunilando progressivamente o âmbito de actuação a que poderemos aspirar, moldando um futuro profissional com o qual nem sempre descobrimos afinidades no momento de o viver quotidianamente.

 

 

Muitos adultos, por vezes, já bem lançados numa carreira profissional, demonstram dúvidas e desconfortos com a sua situação ocupacional, tão significativos para o seu bem-estar quanto o é a percentagem do tempo de vida passada a trabalhar. E, pensando numa re-orientação profissional, surgem impedimentos que terão de ser ultrapassados em primeiro lugar: as questões práticas de tempo e orçamento; depois, as crenças tacitamente aceites de que se presume estabilidade e linearidade de percurso na idade adulta, ao invés de diversidade de escolha e dispersão de interesses; finalmente, as dificuldades em concretizar, num horizonte temporal congruente com a impaciência adulta, opções que frequentemente exigem requalificação académica. E a insegurança… de não saber exactamente se o caminho é esse, com o peso da responsabilidade de quem já sabe que os retornos se vão tornando mais complicados à medida que a vida avança.

Aliado à insatisfação profissional que muitos vivenciam, existe o facto incontornável de se viverem dificuldades excepcionais, rodeadas do pessimismo da falta de horizontes. Mas, mesmo nas crises mais graves, escondem-se oportunidades e escrevem-se histórias de sucesso – talvez um pouco mais esforçadas e menos evidentes, mas ainda assim possíveis.

 

 

 

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publicado às 09:24

Cursos e Profissões: encontrar um caminho

por oficinadepsicologia, em 03.03.11

Autora: Inês Afonso Marques

Psicóloga Clínica

 

 

9º ano de escolaridade. 2º Período. Medo. Ansiedade. Sensação de impotência. O motivo? Não são os testes, nem os exames de Português e Matemática. São as escolhas que terão de fazer até ao final do ano lectivo. É a consciencialização para o processo de tomada de decisão que, se ainda não se iniciou, terá de ocorrer com brevidade.

 

 

Vou continuar a estudar? Em que área? Um curso profissional ou um curso científico humanístico? Há mais opções? Mas eu nem sei se quero ir para a faculdade! E a escola? Já estava nesta desde o Jardim-de-Infância. Vou ter de ir para longe de casa? E os meus amigos? Como vai ser? O que é a Filosofia? E se eu me arrepender?


A maioria encara este processo de tomada de decisão como o mais importante que tiveram em mãos, até então. Assume que as decisões tomadas são irreversíveis.

 

Qualquer projecto, desde a sua concepção à sua implementação, desenvolve-se no tempo e reconfigura-se a cada momento. O projecto vocacional inscreve-se na construção de outro mais amplo, um projecto pessoal, de vida. Ele é exigido numa fase de desenvolvimento, a adolescência, que só por si levanta ao jovem tantas questões… Os movimentos de aproximação e afastamento em relação à família, a regulação das emoções, a pertença ao grupo e o desenvolvimento de uma identidade própria… Fazer (mais) uma escolha, tão importante dizem eles, no seio de um turbilhão de emoções, questões e complicações é uma tarefa que os jovens sentem como bastante árdua e ansiogénica.

 

Por tudo isto, num processo de Orientação Escolar e Vocacional, os jovens poderão encontrar apoio para que a caminhada seja feita de forma mais confiante, tomando consciência que têm nas suas mãos as ferramentas necessárias para superar o desafio.

Por um lado, terão oportunidade de se conhecerem melhor. (Re)descobrirão forças e fraquezas, gostos e interesses, capacidades e competências. Por outro lado, conhecerão oportunidades de formação e profissões. Terão a possibilidade de reflectir sobre o mapa que se vai construindo.

No final, com coragem e ponderação, as melhores decisões serão tomadas.

 

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publicado às 08:52

...

por oficinadepsicologia, em 28.08.10

Email recebido

 

Olá,

Tenho 24 anos e possuo uma vida bastante preenchida (trabalho, faculdade e inglês), tantas tarefas diárias me fazem não ter tempo para pensar sobre minha vida. Porém, agora que estou de férias do trabalho e não pude viajar, pois as aulas voltaram, tenho me deparado com pensamentos muito angustiantes, sinto que não estou feliz com minhas escolhas! Na faculdade faço um curso que não gosto, mas que tem a ver com minha área de trabalho, e também porque falta apenas um ano e meio para eu me formar. O Inglês costumava me dar ânimo no dia, mas neste período que se iniciou não estou tento o mesmo prazer, pois estes sentimentos de aflição que tomaram conta de mim me deixam sem ânimo para estudar, fazer exercícios e até me concentrar nas aulas. Quanto ao trabalho, estou na mesma empresa desde os 15 anos, antes era bolsista e atualmente sou funcionária, é um trabalho bastante estável, e com boa remuneração, porém, o fato de eu nunca ter feito outras coisas não me possibilita saber se eu estaria mais feliz em outro lugar. Na verdade, eu me sinto perdida, pois não consigo perceber se tenho alguma aptidão, acho que não desenvolvi nenhuma, em virtude de ter começado a trabalhar cedo, tenho curiosidade por outras áreas, mas as tarefas que já tenho não me deixam com tempo para testar outras coisas. Estou muito angustiada com isso, totalmente desmotivada, sinto que isto vem de muito tempo, mas eu não conseguia detectar porque tratei de preencher a vida o bastante para não pensar a respeito, agora tenho dormido e assisto para que o dia passe rápido. Ainda tem a questão financeira que conta muito e me prende de certa forma nas escolhas que fiz, pois sou sozinha e tenho muitas responsabilidades.

Espero que possam me ajudar a me encontrar, grata.

 


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publicado às 12:04

Escolha múltipla - Orientação vocacional

por oficinadepsicologia, em 17.04.10

Autora: Inês Mota

Psicóloga Clínica

 

 

No caminho das mudanças e escolhas características à adolescência assume-se como crucial a decisão que o adolescente tem de tomar no decurso do seu trajecto escolar acerca do seu futuro profissional.

 

Esta projecção no futuro, alinhavo mais ou menos notório, esboço mais ou menos vincado, é acompanhado naturalmente de indecisões, angústias, receios, medos e até mesmo erros.

 

Podemos metaforizar como normativa a ansiedade desta escolha nesta etapa de vida, visto fazer parte de uma aprendizagem e de um processo de evolução característico de qualquer ser humano.

 

Convém então clarificar aos adolescentes e aos pais que a indecisão nesta fase, longe de representar desinteresse face ao futuro constitui-se como fase de profunda reflexão e que convém ser entendida como saudável. Não obstante, é reconhecida uma tendência para adiar o tema de uma forma negada do sofrimento e angústia, na esperança de que a resolução surja milagrosamente.

 

 

 

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publicado às 19:39


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